segunda-feira, 10 de julho de 2017

Lição 3 - A evangelização urbana.

Aula presencial dia 16 de Julho de 2017

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso slide semanal traz uma abordagem completa de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  Faça bom uso !  Baixe o Slide, Tenha liberdade de alterá-lo se desejar, Divulgue e Compartilhe.


1 - Falar acerca da necessidade da evangelização urbana e das oportunidades de falar de Cristo;
2 - Explicar as principais estratégias de evangelização;
3 - Mostrar outros mecanismos de evangelização e a necessidade de integração do novo convertido.

 Texto Áureo
E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo”. (Mateus 9.35)

Verdade Aplicada
Um cristão jamais deve cometer o erro de guardar 
para si a salvação que recebeu.
  
Motivo de Oração
Peça para que o Corpo de Cristo possa 
trazer esperança e luz em seus círculos sociais.

Hinos sugeridos.
Antes de Assistir os vídeos, se a radio do site estiver tocando, suba a página até a radio e 
toque no vídeo da musica que estiver tocando para interromper o som.

15 - Foi na Cruz

171 - Um Pecador Remido

172 - Ó vem te entregar



 Lucas 8:1-3 
1 - E aconteceu, depois disto, que andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do Reino de Deus; e os doze iam com ele,
2 - E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;
3 - Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com suas fazendas.


Segunda-Feira –  Mateus 9:36 
9 : 36 E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor.

Terça-Feira –  Mateus 9:37 
9 : 37 Então disse aos seus discípulos: "A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.

Quarta-Feira –  Mateus 9:38 
9 : 38 Peçam, pois, ao Senhor da seara que envie trabalhadores para a sua seara".

Quinta-Feira –  Mateus 10:7 
10 : 7 E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.
  
Sexta-Feira –  Mateus 11:28-30 
11 : 28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
11 : 29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
11 : 30 Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

Sábado –   Mateus  13:1-23 
1 - Tendo Jesus saído de casa, naquele dia, estava assentado junto ao mar;
2 - E ajuntou-se muita gente ao pé dele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia.
3 - E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear.
4 - E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na;
5 - E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda;
6 - Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz.
7 - E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na.
8 - E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta.
9 - Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
10 - E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
11 - Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado;
12 - Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
13 - Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem.
14 - E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz:Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis,e, vendo, vereis, mas não percebereis.
15 - Porque o coração deste povo está endurecido,E ouviram de mau grado com seus ouvidos,E fecharam seus olhos;Para que não vejam com os olhos,E ouçam com os ouvidos,e compreendam com o coração,e se convertam,e eu os cure.
16- Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.
17 - Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram.
18 - Escutai vós, pois, a parábola do semeador.
19 - Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho.
20 - O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
21 - Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende;
22 - E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
23 - Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.


IMPORTANTE
Apresento neste BLOG o Esboço da Lição e os comentários como 
professor de EBD em cima do PAE - PLANO DE AULA EXPOSITIVA 
NÃO APRESENTO O CONTEÚDO COMPLETO DIGITALIZADO DAS REVISTAS
TENHA SUA REVISTA EM MÃOS E FAÇA UM BOM ESTUDO !




ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. Necessidade da evangelização urbana.
2. Estratégias da evangelização urbana.
3. Outros modos de evangelização.
Conclusão
Clique aqui para Visualizar o PAE (Plano de Aula Expositiva) da Editora Betel



                   


INTRODUÇÃO
Vivemos uma realidade urbana. A cidade é o grande desafio para a igreja. A região urbana é o habitat natural de cerca de 80% da população mundial, e os demais vivem em função das cidades (At 17.16, 23).
A palavra urbana tem origem no Latim “urbanus” que significa “pertencente à cidade”. Urbano é tudo aquilo que está relacionado com a vida na cidade e com os indivíduos que nela habitam.

TEXTO ÁUREO.
E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo”. (Mateus 9.350.
Tal fato era um cumprimento das profecias acerca de Jesus:
O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz.(Is 9.2).

VERDADE APLICADA.
Um cristão jamais deve cometer o erro de guardar para si a salvação que recebeu.
Veja o que Jesus nos fala com relação à verdade Aplicada:                        
Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. (Jo17.18)

1. NECESSIDADE DA EVANGELIZAÇÃO URBANA
Grandes são os desafios da evangelização urbana. No entanto, devemos aproveitar esta maravilhosa oportunidade de conduzir almas para o Reino de Deus (Cl 1.13).

1.1. As boas novas de salvação  
Todos precisam ouvir a Palavra de Deus e serem tocados pelo poder do Evangelho. Assim, podemos afirmar que é da vontade de Deus que os centros urbanos sejam evangelizados. Apesar de tratar-se de um ambiente caracterizado pela diversidade étnica, cultural, religiosa e econômica, o Evangelho de Cristo é único e nos apresenta um único Deus e um único Salvador, chamando todos ao arrependimento.
Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura (Mc 16.15).
Pregar as boas novas é como dar água para alguém sedento no deserto ou dar comida para o faminto ou dar o remédio para o doente. É levar esperança para o homem afastado de Deus. Amados, o diabo tenta afastar a igreja de sua missão e do conhecimento de que é possuidora da mensagem que o mundo precisa.
Envia, pois a Jope, e manda chamar Simão, o que tem por sobrenome Pedro; este está hospedado em casa de Simão o curtidor, junto do mar, e ele, vindo, te falará.
E logo mandei chamar-te, e bem fizeste em vir, Agora, pois, estamos todos presentes diante de Deus, para ouvir tudo quanto por Deus te é mandado (At 10:32,33).

1.2. A vida urbana e suas carências  
Evangelização urbana. Sem prescindir da evangelização nos meios rurais, é um fato notório em nossos tempos que a vida urbana é uma realidade que desafia e exige da igreja uma pronta e veemente atitude para alcançá-la. Existe um fluxo migratório incontrolável de pessoas que deixam a vida rural e saem em busca de melhores oportunidades nas grandes cidades. Muitos problemas sociais resultam da desorganização da vida urbana, e a igreja deve estar preparada para responder a esses dilemas. Estratégias adequadas devem ser desenvolvidas para alcançar as pessoas. Os problemas típicos da vida urbana, tais quais a diversidade cultural, a marginalização social, o materialismo, a invasão das seitas e as tendências sociais, desafiam a igreja no sentido de, sem afetar a essência da mensagem do evangelho, demonstrar o poder da Palavra de Deus que transforma e dá esperança a todos. (Rm 1.16). (Lições CPAD Jov. e Adutos, 2007  1º Trim.)
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. (Rm 1.16).

1.3. Dificuldades da evangelização  
Há dois tipos de dificuldades que envolvem a evangelização. A primeira diz respeito à falta de iniciativa das igrejas para evangelizar. Muitas igrejas não buscam entender o que está ocorrendo no seu bairro e não aproveitam dessa oportunidade para pregar o Evangelho. A falta de iniciativa e planejamento de evangelização urbana também pode ser reflexo de problemas internos (competição, excesso de atividades internas ou indiferença). A segunda dificuldade diz respeito à vida pecaminosa mais intensa da própria cidade, como violência, uso de drogas, promiscuidade, roubo, etc. Tendo noção dessas coisas, pode-se, com certeza, fazer um trabalho mais efetivo de evangelização.
Professor neste tópico é importante destacar que as dificuldades são normais considerando que foi assim desde o inicio da igreja, todavia não podemos deixar de ensinar que as mesmas se vencem buscando ao Senhor de todo coração.
Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a ousadia a tua palavra;
Enquanto estendes a tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Filho Jesus.
E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.(At 4:29-31). 

2. ESTRATÉGIAS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA
Cabe a nós, cristãos, na direção do Espírito Santo e oração, a criação e o desenvolvimento de estratégias para alcançar vidas para Cristo. Vejamos algumas alternativas que podem nos conduzir a grandes resultados.

2.1. Através dos templos  
A própria Escola Bíblica Dominical pode e deve ser usada como um instrumento de evangelização. Vale ressaltar que a Escola Dominical nasceu com este caráter evangelizador. Tanto o professor quanto os alunos podem convidar não cristãos para assistir as aulas. Assim, os convidados têm uma excelente oportunidade de ouvir a Palavra de Deus, aprender mais sobre Jesus, Seus ensinamentos e a salvação.
Obs. Se possível é importante a EBD ter uma classe permanente de novos convertidos para direcionar os visitantes jovens e adultos para esta classe e como sabemos, nesta classe é utilizada uma revista apropriada para os novos irmãos. As crianças visitantes  podem participar das classes conforme faixa etária.

2.2. Através dos Lares 
A tática de evangelização através dos lares é sempre muito eficaz. Foi uma das principais formas de evangelizar nos primórdios da Igreja (Mt 10.12; At 5.42; 18.7-8). Mas, para isso, algumas providências devem ser tomadas, começando, por exemplo, pela autorização do líder da igreja. É necessário um ambiente preparado em oração, organizado para receber e acomodar os convidados. Para esse tipo de trabalho, requer horário previsto para começar e terminar. Não se deve usar tom de pregação, mas, sim, de conversa no culto. Não se deve cantar muitos hinos, para que se tenha tempo para a Palavra. Nada de lanches caros, mas tudo regado à oração e gentileza, para que as pessoas possam voltar no próximo culto doméstico (1Co 10.31).
Quanto a Priscila e Áquila, continuaram usando sua casa como um lugar terno para o ensino dos cristãos e para a adoração a Deus. De volta a Roma, anos mais tarde, foram os anfitriões de uma das igrejas que se desenvolveu em casa.
Em uma época em que o foco estava principalmente no que acontece entre o marido e a esposa, Áquila e Priscila são um exemplo do que pode acontecer por intermédio de um marido e sua esposa. A efetividade que apresentaram para trabalharem juntos é o resultado de um bom relacionamento conjugal. A hospitalidade deles abriu a porta da salvação para muitas pessoas. O lar cristão ainda é uma das melhores ferramentas para a divulgação do evangelho. Seus convidados encontram Cristo em sua casa?”(Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPAD, pág.1525).
Saudai a Priscila e a Áqüila, meus cooperadores em Cristo Jesus,
Os quais pela minha vida expuseram as suas cabeças; o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios.
Saudai também a igreja que está em sua casa. (Rm 16.3-5)

2.3. Na evangelização pessoal 
È muito importante ensinar nesta oportunidade que a base da evangelização pessoal deve ser o amor.Ainda que tenhamos a melhor estratégia e preparo,sem o amor não terá nenhum proveito.
a1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Este amor necessário para evangelização é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
“ porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.”(Rm 5.5)   
Evangelização pessoal. Em vários momentos de seu ministério, o Senhor Jesus consagrou-se à evangelização pessoal. Na calada da noite, recebeu Nicodemos, a quem falou do milagre do novo nascimento (Jo 3.1-16). E, no ardor do dia, mostrou à mulher samaritana a eficácia da água da vida (Jo 4.1-24).
Neste momento, há alguém, bem pertinho de você que precisa ouvir falar de Cristo. Não perca a oportunidade e evangelize, pois quem ganha almas sábio é (Pv 11.30). (Lições CPAD Jovens e Adultos »2016  3º Trim.)

3. OUTROS MODOS DE EVANGELIZAÇÃO
As cidades são os campos brancos para a colheita evangelística (Jo 4.35). Vejamos alguns mecanismos bem eficazes na proclamação do Evangelho.
A existência da igreja local decorre, essencialmente, de duas atividades conjuntas: da evangelização e do discipulado. Não há como trabalhar com o discipulado sem a evangelização, pois o primeiro complementa a segunda. Essas duas tarefas indissociáveis estão relacionadas à suprema missão da igreja: Pregar o evangelho a toda criatura e ensinar a todas as nações (Mt 18.19,20). Nas palavras de Jesus em Mateus 28.19,20, temos o modelo e o método do discipulado cristão. Porquanto, “pregar o evangelho” implica proclamar as boas-novas de salvação aos pecadores, a fim de convertê-los a Cristo e torná-los discípulos idôneos, fiéis a Jesus e capazes de gerarem outros seguidores (2 Tm 2.2). Devemos ressaltar que a conversão é uma obra espiritual que somente o Espírito Santo pode realizar. Só Ele pode “fazer convertidos”, mas “fazer discípulos” é um ofício que compete a cada crente em Cristo.

3.1. A distribuição de folhetos 
Se cair em terra fértil, um folheto entregue em mãos pode causar uma revolução em multidões (1Pe 1.25). Quando tinha 14 anos, João Ferreira de Almeida, primeiro a traduzir a Bíblia Sagrada para a língua portuguesa, viajava da Batávia (atual Jacarta, Indonésia) para Malaca (atual Malásia). Nessa viagem, ele recebeu e leu um folheto em espanhol intitulado: Diferencias de la Cristandad (Diferenças da Cristandade). Este folheto provocou um grande impacto na vida de João Ferreira de Almeida. Ao chegar a Malaca, ele se converteu a Cristo e a partir daí dedicou toda sua vida à tradução da Bíblia Sagrada. Em meados de outubro de 1691, João Ferreira de Almeida faleceu. Até aquele momento, ele havia traduzido o Novo Testamento, e o Velho Testamento até Ezequiel 48.21. Três anos após sua morte, um Pastor chamado Jacobus op den Akker terminou a tradução do Velho Testamento.

3.2. O culto ao ar livre  
Mesmo havendo emissoras de rádio, televisão e redes sociais, o contato humano é poderoso e insubstituível. O culto ao ar livre jamais saíra de moda. Precisamos de pessoas treinadas para atuar fora das quatro paredes da igreja. É possível reunir as pessoas e em determinado ponto anunciar a salvação. Na rua, tudo é mais rápido e dinâmico, não se usa a mesma liturgia do culto. As pessoas que vão testemunhar, cantar ou pregar não precisam de apresentação, pois já sabem o que fazer e o tempo que devem usar. A mensagem é curta, o apelo é rápido e o culto não deve durar mais que uma hora.

3.3. A integração e os cuidados com o novo cristão 
A integração é tão importante quanto a evangelização, porque ela é quem vai consolidar o novo cristão (1Pe 2.2). A integração providência os meios para que os novos convertidos sejam integrados nesse novo grupo social. Convencer o pecador e trazê-lo à presença de Cristo é o primeiro passo. Mas, após isso, o novo cristão precisa de instrução, de apoio e de pais espirituais que os instruam e o conduzam a uma fé madura, preparando-o para mais adiante batizar-se em águas (Gl 4.19; Mt 28.18-20). A integração também deve promover o acompanhamento pós-batismo. Temos perdido muitos por não vigiar nesse serviço.
Professor se possível reproduza para sua classe o quadro abaixo, é uma explicação do ciclo continuo em uma igreja local com relação à conversão e integração.



CONCLUSÃO
Concluímos que as cidades são para a Igreja um campo missionário vasto e desafiador. A Igreja, em cada cidade, deve proclamar e advertir sobre o reino dos céus (Mt 4.17), em nome de Jesus e no poder do Espírito Santo.

Bibliografia
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Revista EBD Betel Dominical Professor - 3 trimestre 2017, ano 27, número 104 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/



1. Qual é o tempo de evangelizar?
R: Já (2Tm 4.2).

2. Qual foi uma das principais formas de evangelizar nos primórdios da Igreja?
R: A evangelização nos lares (Mt 10.12; At 5.42).

3. O que são as cidades?
R: Campos brancos para a colheita evangelística (Jo 4.35).

4. O que é folheto?
R: A isca perfeita para que a rede seja lançada e o pecador seja regenerado por Cristo (Lc 5.4-5).

5. Por que a integração é tão importante quanto a evangelização?
R: Porque ela é quem vai consolidar o novo cristão (1Pe 2.2).

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Outra Revista muito boa sobre o tema foi publicada pela CPAD em 2007 - "A Igreja e a sua Missão", comentada pelo Pr. Elienai Cabral (Um luxo de Revista que a mantenho guardada na forma impressa no meu baú trancado a sete chaves).












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  Eu Quero Almas  
Duração: 7:00 minutos - Nani Azevedo  

                                                                                                                                                                              

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