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quarta-feira, 29 de junho de 2022

segunda-feira, 27 de junho de 2022

Lição 1 - O Sermão da Montanha e sua Essência

 


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Lei 9.610/98 (Direitos Autorais)

Nosso subsídio (comentário da lição) não é o mesmo conteúdo da revista Betel Dominical Adultos, é apenas um texto de auxílio complementar referente aos tópicos e subtópicos da lição.

Introdução

Nesta Lição vamos estudar o Texto de Mateus 5:1-8, vejamos :
1 - E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos;
2 - E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
3 - Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
4 - Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
5 - Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
6 - Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
7 - Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
8 - Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Se desejar se aprofundar em cada um dos versículos acima :

1 - Conhecendo o Sermão da Montanha

Através do Sermão da  Montanha, Jesus :
1)  Revelou as Características do Reino de Deus:
     Jesus fez um resumo sobre o Reino de Deus, como fazer parte do 
     Reino e quais as transformações que esse Reino produz
2)  Revelou a essência de um verdadeiro cristão:
     Jesus trouxe ensinamentos de conduta moral e princípios que 
     estabelece normas e orientações para a vida cristã, ou seja, são os 
     principais ensinamentos de Jesus mostrando como o cristão 
     deve viver.
3)  Convoca seus seguidores a praticar o que Ele ensinou:
     Jesus, o Messias, chama as pessoas para viver na pratica uma vida 
     nova no Reino de Deus. 

O que é o Sermão da Montanha para alguns Teólogos: 

Agostinho de Hipona (354-430 d.C) :  Quem quiser meditar com piedade e recolhimento o sermão que nosso Senhor Jesus Cristo pronunciou na montanha, tal como o lemos no Evangelho segundo Mateus, encontrará aí, creio eu (...) todos os preceitos necessários à perfeição da vida cristã [12]

John Scott (1921-2011) : A Essência do Sermão da Montanha foi o apelo de Cristo aos seus seguidores para serem diferentes de todos os demais. "Não sejais iguais a eles", disse Jesus (Mt 6.18). O reino que Cristo proclamou deve ser uma contracultura, exibindo todo um conjunto de valores e padrões distintos. Desse modo, Ele fala de justiça, influência, piedade, confiança e ambição, e conclui com um desafio radical para que se escolha o caminho dEle. [8]

Até Mahatma Gandhi que não era cristão declarou: "Quando nos unimos com base nos ensinamentos de Cristo no Sermão da Montanha, teremos solucionado os problemas, não só de nossos países, mas do mundo inteiro." 

1.1 - O Caráter do Sermão
O comentarista Bp. Abner Ferreira ressalta que primeiro Jesus anuncia o seu Reino, chamando as pessoas ao arrependimento e operando milagres e na sequencia passa a ensinar sobre os valores do Reino. Atentemos para o fato que o Sermão não era preceito, norma de conduta para obter a Salvação, e sim, preceito para novos convertidos. Jesus estava ensinando o padrão de comportamento, ou forma de viver que Ele esperava de seus seguidores, para que eles pudessem fazer parte do seu reino.

Para Qual Público o Sermão foi Direcionado?
Encontrei dois entendimentos sobre essa questão:
Primeiro Entendimento
"Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; e abrindo a sua boca, os ensinava..." (Mt 5.1-2). Embora uma multidão acompanha-se Jesus, Ele aproximou seus discípulos para ensinar o Sermão, entende-se que o Sermão era direcionado para seus discípulos Novos Convertidos, pois:
a) O Sermão não era preceito para obter a Salvação
b) O Sermão era preceito para os novos convertidos, ou seja, o padrão 
     esperado de Cristo era para quem já estava convertido, para que eles 
     pudessem fazer parte do seu reino.
Segundo Entendimento
O Sermão do Monte foi direcionado aos seus discípulos e a multidão [7] baseado nos versículos abaixo: 
Aos seus discípulos : "E, levantando-se os olhos para os seus discípulos dizia" (Lc 6.20)
A multidão : "E aconteceu que concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina" (Mt 7.28)

No Sermão encontramos ensinamentos nos orientando quanto ao nosso relacionamento com Deus (vertical) e relacionamento com o próximo (horizontal).

1.2 - O Conteúdo do Sermão
O Sermão é escrito em Mateus do capítulo 5 até 7 , onde o autor escreve os discursos com mais detalhes. Já no Evangelho de Lucas (capítulo 6), podemos ler partes fragmentadas do que Jesus ensinou naquela ocasião. Bp. Abner Ferreira destaca que nas cartas e epístolas o conteúdo do Sermão também é abordado.

Qual é o conteúdo do Sermão da Montanha?
O Sermão é um conjunto de ensinamentos, Jesus fala sobre :
- Quem são as pessoas que possuem felicidades (Bem-aventurados)
- Como deve ser as atitudes dos cristãos
- Qual a importância da Lei
- Qual a importância da oração e Jejum
- Auxilio aos pobres e necessitados
- Preocupações da vida
- Julgar as outras pessoas
- Como identificar os falsos profetas
- Como e de qual forma nossa fé deve estar alicerçada. 

Em vias de regra, Pr. Osiel Gomes [7] estruturou no seu comentário o sermão do Monte em cinco grandes discursos, a saber: 
1 - As Bem-Aventuranças (Mt 5.3-12)
2 - Sal e Luz (Mt 5.13-16)
3 - Jesus é o cumprimento da Lei (Mt 5.17-48)
4 - Os Atos de Justiça (Mt 6.1-18)
5 - Declarações de Sabedoria (Mt 6.19 a Mt 7.27)

1.3 - O Local do Sermão
No sermão da Montanha o evangelista Mateus está a apresentar Jesus como o novo Moisés, daí o discurso ser proferido numa montanha com toda autoridade.
Albert Barnes: Essa montanha, ou colina, estava em algum lugar nas proximidades de Cafarnaum, mas onde precisamente não é mencionada. Ele subiu a colina, sem dúvida, porque era mais conveniente abordar a multidão de uma eminência (altura) do que se ele estivesse no mesmo nível que eles. Uma colina ou montanha ainda é mostrada a uma curta distância a noroeste do local antigo de Cafarnaum, cuja tradição relata ter sido o local onde esse sermão foi proferido e que é chamado nos mapas o Monte das Bem-Aventuranças. [5]

2 - O Sermão em Relação à Vida Prática
Bp. Abner Ferreira: O Sermão do Monte é um chamado à justiça e uma rejeição à prática farisaica da lei [Mt 6.1 até Mt 7.6]. [4]
Jesus chamava os fariseus de hipócritas porque eles davam muito importância às ordenanças e ações exteriores, pareciam justos, interiormente não eram justos de coração.

2.1 - A Conduta dos Cidadãos do Reino
Em que consiste o reino de Deus?
Quais são as leis desse reino?
Que tipo de pessoa pertence a esse reino?
Que fazer para Entrar nesse reino?
Qual é o padrão de conduta dos cidadãos do Reino ?
Jesus no "Sermão da Montanha" responde todas essas perguntas.

Bp. Abner Ferreira: As bem-aventuranças são uma descrição de como um seguidor de Cristo deve viver. Jesus ensinou as qualidades fundamentais do caráter cristão ...

Geremias do Couto: Ao contrário do que muitos pensam, seguir a Jesus e submeter-se ao seu Reino não significa anular nossa vida pessoal, mas descobrir uma nova dimensão de vida; mais profunda, dinâmica e feliz. [9]

BEACON: As bem-aventuranças ou beatitudes, como preferir são pilares elementares de nossa fé, pois devemos rigorosamente observa-las e pratica-las, para alcançar um estado diante de Deus, ao qual seja bom para seus olhos. Você já quis se aprofundar em cada uma delas? 
No Sermão do monte, Jesus ministra sobre uma realidade difícil de se alcançar, mas, necessária para o Reino de Deus. Uma vez escutei uma frase muito interessante sobre essa pregação da montanha que Diz "Quando Jesus ministrava, não estava condenando toda a humanidade, mas sim, apresentando um "homem ideal" aquele que devemos buscar todos os dias.[10]

Geremias do Couto: As bem-aventuranças e os demais princípios do Sermão do Monte apontam também para a dimensão do compromisso. Este padrão ético constituído por Deus para o seu povo, com o qual cada crente precisa estar comprometido, é o referencial que norteia a vida cristã. Não se trata de uma legislação para ser cumprida nos moldes da lei mosaica, porque esta, apesar de revelar a transgressão, não foi suficiente para resgatar o homem de seu estado pecaminoso (ver Gl 3.24,25). por outro lado, nenhum esforço humano é capaz de cumprir, por si mesmo, este elevado padrão de santidade exigido por Deus. O único e legítimo recurso que torna o crente apto a estar em condições de expressar em sua relatividade humana esses requisitos, quando as circunstâncias o exigem, é viver permanentemente sob a graça de Deus em Cristo.[9]

2.2 - A Essência contida nas Entrelinhas do Sermão
"E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte... E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:" (Mt 5.1-2)
William Barclay pontua que a expressão "abrindo a sua boca" abrange dois sentidos especiais:
1) Era uma Declaração Solene e de peso
2) A pessoa está abrindo verdadeiramente o coração
Para Thomaz Coke esta frase também denota falar de maneira solene e autoritária, sugerindo a importância do que será entregue, todavia, na bíblia encontramos outros versículos com esta frase "abrindo a sua boca" (Jó 3.1; Jó 33.2; Jz 11:35; Mt 13.35; At 8.35; At 10.34), não podemos repetir essa mesma ideia ou entendimento para todos esses versículos.

2.3 - Combate à Falsa Moralidade
Observemos o texto de Mateus 5:17-20 abaixo:
17 - Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir.
18 - Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.
19 - Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus;
20 - Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus. 

No passado Moisés subiu a monte para receber a Lei. Agora, Cristo lançaria os pilares da nova aliança.[14]

Moisés recebeu os 10 mandamentos no monte Sinai e trouxe ao conhecimento do povo. Agora no sermão, Jesus afirmou que não veio para abolir a lei ou os profetas, mas sim cumprir na sua íntegra (Mt 5.17), apresenta ao povo um ensino mais profundo e abrangente da lei.

Como já comentado os fariseus eram hipócritas porque eles davam muito importância às ordenanças e ações exteriores, pareciam justos, interiormente não eram justos de coração, eles andavam segundo os ritos da lei e tradições humanas que se praticava na religião judaica.

Bp. Abner Ferreira, pontuou um enfoque, a abrangência mais profunda de Jesus no sermão da montanha em relação :


3 - A Natureza do Reino de Deus
"E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina; Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas" (Mt 7.28-29)
Albert Barnes: Os escribas eram pessoas eruditas e mestres da nação judaica e eram principalmente fariseus. Eles ensinaram principalmente os sentimentos de seus rabinos e as tradições que haviam sido entregues; eles consumiam grande parte de seu tempo em disputas inúteis e "vaidosas". Jesus foi aberto, claro, grave, útil, entregando a verdade como "se tornou" os oráculos de Deus; não gastando seu tempo em disputas insignificantes e debatendo questões sem importância, mas confirmando sua doutrina por milagres e argumentos; ensinar "como tendo poder", como no original, e não da maneira vaidosa e tola dos médicos judeus. Ele mostrou que tinha autoridade para explicar, fazer cumprir e "mudar" as leis cerimoniais dos judeus. Ele veio com autoridade como nenhum "homem" poderia ter, e não é notável (espantoso) que suas explicações os tenham surpreendido. [13]
Adam Clarke: O povo ficou surpreso com sua doutrina. Eles ouviram a lei definida da maneira que nunca havia pensado antes; e esse sagrado sistema de moralidade instigava suas consciências com tanta clareza e autoridade como nunca haviam se sentido sob o ensinamento de seus escribas e fariseus. Aqui está a grande diferença entre o ensino de escribas e fariseus, os ministros criados por homens e aqueles a quem Deus envia. [5]

3.1 - Um Novo Sistema de Valores
"Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." (Mt 5.19)
No sermão Jesus trouxe novo sistema de valores em relação ao reino dos céus. Quem é o grande e quem é o menor no reino dos céus ?
Albert Barnes: É provável que os fariseus dividissem os preceitos da lei em menor e maior, ensinando que aqueles que violavam o primeiro eram culpados apenas de uma ofensa trivial. Cristo ensina que em seu reino aqueles que fazem essa distinção, ou que ensinaram que qualquer lei de Deus pode ser violada impunemente, devem ser chamados menor; enquanto eles devem ser respeitados, respeitando todas as leis de Deus sem distinção. [5]

"Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus." (Mt 5.20)
Albert Barnes:  A vossa justiça deve exceder, sobressair ou abunda mais. A justiça dos verdadeiros cristãos está assentada no coração e, portanto, genuína. Jesus quer dizer que, a menos que tivessem uma santidade de caráter mais real do que os escribas e fariseus, não poderiam ser salvos. A justiça dos escribas e fariseus consistia em observâncias externas da lei cerimonial e tradicional. Eles ofereciam sacrifícios, jejuavam frequentemente, oravam muito, era meticuloso em relação a abluções (lavar parte do corpo), dízimos e cerimônias da religião, mas negligenciava a justiça, a verdade, a pureza e a santidade do coração. [5]

"Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mt 5.3)
Nos comentários de Thomas Coke ele menciona que "Jesus iniciou seu sermão com a doutrina da felicidade; um assunto que os mestres da sabedoria sempre consideraram como a principal coisa da moral; e por eles trabalhavam para dar uma ideia dos seus verdadeiros discípulos. A maioria dos judeus parece ter considerado os prazeres dos sentidos, como o bem soberano. Riquezas, alegria, vingança, mulheres, conquista, liberdade, fama e outras coisas do mesmo tipo lhes davam tais felicidades (prazeres na vida). Portanto, para mostrar seus ouvintes em geral, e seus discípulos em particular, a grosseria de seus erros, nosso Senhor declarou que a maior felicidade dos homens consiste nas graças do espírito; porque da posse e exercício deles resultam os prazeres mais puros, prazeres que satisfazem o próprio Deus e constituem sua felicidade inefável." [5]

Albert Barnes: A palavra "bem-aventurados" significa "felizes", referindo-se àquilo que produz felicidade. 
"Ser pobres de espírito" é ter uma opinião humilde de nós mesmos; ser sensato de que somos pecadores e não ter justiça própria; estar disposto a ser salvo somente pela rica graça e misericórdia de Deus; estar disposto a estar onde Deus nos coloca, a suportar o que ele nos impõe, a ir onde nos pede e a morrer quando ele ordena; estar disposto a estar em suas mãos e sentir que não merecemos nenhum favor dele. Opõe-se ao orgulho, vaidade e ambição, tais são felizes. Portanto, este texto tem sido contestado se Cristo quis dizer os pobres em referência às coisas desta vida ou aos humildes, mesmo que Lucas tenha escrito apenas "Bem-aventurados, vós, os pobres" [5]

3.2 - Uma Nova Harmonia produzida pelo Espírito Santo
As bem-aventuranças resulta em transformação da pessoa de dentro para fora, diferentemente da justiça dos escribas e fariseus que via somente as pessoas pelo lado exterior, baseado na observância da lei cerimonial e tradicional da religião judaica. 
A pessoa quando nasce de novo, ou seja, a que aceita Jesus como seu Salvador, passa por um processo de transformação. Isso significa que a pessoa se propôs a um viver diferente, tendo uma identificação com Jesus, e não se conformando com o mundo, não tomando a sua forma, não andando em conformidade com ele, mas anda como nova criatura:
"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é" (1Co 5.17a) [15]
Quem nasce de novo torna-se separado do mundo, do pecado, isto é, santificado, passamos a andar como Cristo nos ensinou. O Sermão da montanha é um dos textos mais estudados e ensinados pelos cristãos porque ele traz diretrizes para todos aqueles que se propõem a seguir a Jesus Cristo, inclui-se aqui como destaque as bem-aventuranças (Mt 5.3-25) que será estudada nas próximas lições.

3.3 - Jesus, o exemplo do modelo da Vida Cristã
No Sermão da Montanha temos o modelo para a vida cristã e para viver este modelo contamos com a ajuda do Espírito Santo.
A Santificação é um processo contínuo onde inclui aspectos que precisam ser observados, muitos contidos no Sermão da Montanha. 
Santificação é como se o cristão estivesse subindo uma escada, bem devagar, de degrau em degrau para alcançar finalmente o topo, que é a vida celestial com Cristo Jesus. [15]
Cada dia vamos nos parecendo mais com Cristo, vamos caminhando e vivendo o ensino de Cristo, mais uma vez, com a ajuda do Espírito Santo, sem Ele, não há possibilidade de conseguir seguir o Mestre e seus ensinamentos, pois é Ele que convence, habita no crente, consola e promove crescimento e fortalecimento espiritual.

Eliezer de Lira e Silva : Jesus é o modelo ideal de caráter e santidade para todos os crentes : "Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também" (Jo 13.15)
O Sermão da Montanha nos apresenta os principais aspectos do caráter cristão. Nele, aprendemos não somente a ética e a moral do Reino dos céus, mas a essência do caráter de Cristo.
As palavras, os atos, enfim, a pessoa de Jesus é o modelo ideal de conduta para a identidade do crente. O discípulo de Cristo deve revestir-se das qualidades santas e justas de seu Mestre (Ef 4.24), com a intenção de cumprir o propósito de Deus. [16]

Comentário 
Pr. Éder Tomé

Referências

[1] Bíblia Sagrada (ARC) – Sociedade Bíblica do Brasil - 4° edição - 2009
[2] Bíblia Sagrada King Jones – Atualizada – Fiel aos Originais
[3] Bíblia Sagrada (NTLH) - Linguagem de Hoje
[4] Revista Betel Dominical Adultos - 3T - 2022
[5] versículoscomentados.com.br
[6] Bíblia de Estudo Cronológica - CPAD - Pág. 1858
[7] Revista Lições Bíblicas - CPAD - 2T - 2022
[8] Stott, John (1921) - A Bíblia toda, o ano todo
[9] Revista Lições Bíblicas - CPAD - 2T - 2001
[10] Comentário Bíblico Beacon
[11] estudobíblico.org/o-sermao-da-montanha
[12] Patrística - Agostinho - O Sermão da Montanha - Vol. 36
[13] bibliaplus.org - comentário bíblico de Albert Barnes
[14] Pr. Alfrêdo Oliveira Silva - Revista Compromisso - 2T - 2002 - JUERPE
[15] Lições da Bíblia - C.Gospel - R.12 - Ano 3 - Pr. Walmir Gohen - p.10
[16] Lições Bíblicas - 3T - 2007 - CPAD - Pág. 61,62,64