segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Lição 4 - Conhecendo o arrependimento bíblico e frutífero

Aula presencial dia 22 de outubro de 2017

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso slide semanal traz uma abordagem completa de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  Faça bom uso !  Baixe o Slide, Tenha liberdade de alterá-lo se desejar, Divulgue e Compartilhe



Estimado professor, o site SLIDESHARE onde faço a postagem dos Slides esta baixando o Slide em PDF ao invés de PowerPoint (PPTX), abrimos um ticket para a solução deste problema e a resposta que tivemos é que estão em manutenção e que era esperado este problema, segundo o suporte técnico a baixa em PPTX deve voltar ao normal no final do mês, não tem uma data exata, mas que tudo voltará a ser como antes, para contornar a situação momentânea, baixe o Slide em PowerPoint (PPTX) 
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1 - Apresentar o significado do arrependimento, sua necessidade e os agentes que o acionam;
2 - Discorrer acerca das três coisas importantes que envolvem o processo do arrependimento;
3 - Apresentar os frutos do arrependimento, o abandono das práticas antigas e a nova vida.

 Texto Áureo
“Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”. (Mateus 3:8)

Verdade Aplicada
O arrependimento vai além de uma confissão. 
Ele é gerado na alma, exposto em palavras e vivido em atitudes.
  
Motivo de Oração
Ore pelos jovens cristãos, que eles sejam sempre 
enraizados em Jesus, apesar das pressões de todos os lados.

Hinos sugeridos.
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75 - Em Jesus tens a palma da vitória

266 - Resgatados Fomos

370 - Grato a Ti





 Mateus 21:28-31 
28 Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.
29  Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi.
30  E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi.

31  Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus.


Segunda-Feira –  Isaías 59:2 
59 : 2 Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça.

Terça-Feira –  João 14:26  
14 : 26 Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.

Quarta-Feira –  Romanos 7:23-24  
7 : 23 Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
7 : 24 Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?

Quinta-Feira –  Efésios 2:8-9 
2 : 8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
2 : 9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie;
  
Sexta-Feira –  2 Timóteo 2:15 
2 : 15 Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

Sábado –    1 Pedro 3:18 
3 : 18 Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;


IMPORTANTE
Apresento neste BLOG o Esboço da Lição e os comentários como 
professor de EBD em cima do PAE - PLANO DE AULA EXPOSITIVA 
NÃO APRESENTO O CONTEÚDO COMPLETO DIGITALIZADO DAS REVISTAS
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ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. A necessidade do arrependimento.
2. O processo do arrependimento.
3. Os frutos do arrependimento.
Conclusão
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TEXTO ÁUREO
“Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”. (Mt 3.8)

VERDADE APLICADA 
         O arrependimento vai além de uma confissão. Ele é gerado na alma, exposto em palavras e vivido em atitudes.

INTRODUÇÃO
O arrependimento é fundamental no processo da salvação. Ele abrange não somente uma mera tristeza pelo pecado. O arrependimento implica em uma mudança de pensamento, de propósitos e de novas ações. Esse foi o tema central da mensagem de Jesus Cristo (Mt 4.17).
Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.(Mt 4.17)
Caro professor, estamos diante de mais um estudo bíblico em nossa abençoada Escola Dominical. Você sabe o quanto é importante a conexão entre teoria e a prática. Portanto, leve os alunos a refletirem acerca de suas vidas com Deus, mais especificamente esclarecendo sobre a necessidade do arrependimento. Espera-se dos alunos que ao menos suas vidas devocionais possam ser edificadas, pois de nada adiantará aprendermos sobre arrependimento, se não nos arrependermos.

1. A NECESSIDADE DO ARREPENDIMENTO
O arrependimento é um assunto de grande relevância, pois por ele viramos as costas para o pecado e nos voltamos para Deus. Precisamos conhecer sua importância, o que significa e como alcança-lo.

1.1. O arrependimento e seu significado.
O termo usado para arrependimento é “metanoeo” (Gr), e não se restringe apenas a uma mera tristeza pelo pecado, significa uma mudança de pontos de vista, de pensamento e de propósito (At 2.38; 3.19). O catecismo de Westminters definiu assim o significado do arrependimento: “arrependimento é a graça salvadora, pela qual o pecador, sentindo verdadeiramente o seu pecado, e lançando mão da misericórdia de Deus em Cristo, e sentindo tristeza por causa do seu pecado e ódio contra ele, abandona-o; e aproxima-se de Deus, fazendo o firme propósito de, daí em diante, ser obediente a Deus” (At 11.18; 20.21). Em suma, o arrependimento faz com que o homem pecador passe a odiar coisas que antes amava e a amar as coisas que outrora odiava (Sl 119.128).
O verdadeiro arrependimento vai resultar em mudança de comportamento (Lc 3.8-14; At 3.19). O pecador arrependido se propõe a mudar de vida e voltar-se para Deus; o resultado prático é que ele produz frutos dignos do arrependimento (Mt 3.8). É como um viajante que descobre estar viajando num trem errado. Ao descobrir, ele desce e toma a direção correta. Assim é o arrependimento.(Revista do professor)
Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,(At 3:19).
Segundo o Pr. Elinaldo Renovato de Lima o termo "arrependimento" na Bíblia tem o sentido de contrição, tristeza e angústia do pecador diante de Deus, por seus pecados, e também voltar-se resoluto para Deus. É uma mudança total de rumo de vida: deixar a senda de pecado e caminhar de volta a Deus e, continuar a caminhar com Deus.

1.2. Por que necessitamos de arrependimento:?
O pecado encerrou todos os seres humanos em uma mesma condição: perdidos (Rm 3.23; 11.32). E a Bíblia revela que Deus manifesta a Sua ira contra a impiedade e injustiça dos homens (Rm 1.18). Era preciso solucionar esse problema. Deus tomou a iniciativa de reconciliar o mundo por intermédio de Jesus Cristo (2Co 5.18). O arrependimento é a reação positiva do homem ao chamado divino à reconciliação. Devemos nos arrepender porque é uma ordenança (At 17.30); porque todos somos pecadores (Rm 3.10); porque estamos separados de Deus (Is 59.2); porque sem arrependimento não seremos salvos (Lc 13.5). O homem não tem o poder de mudar sua própria natureza. Por isso, precisa se arrepender, de forma que sua vida inteira se converta a Deus.
Professor aproveito este tópico para enfatizar que a necessidade do arrependimento abrange também os filhos de crentes que nasceram em um lar evangélico. O maior pregador de todos os tempos foi Noé, pois conseguiu salvar a sua família, o que dizer de nós hoje, estamos passando para os nossos filhos as doutrinas bãsicas de salvação? Sendo mais específico, com relação ao arrependimento, estamos ensinando os nossos filhos sobre sua vital importância?
A fé em Cristo não é herdada, mas aprendida. Um dos fatores que impedem investimentos e esforços na evangelização e discipulado infantil é a crença infundada de que nascer em um lar evangélico e freqüentar a Escola Dominical são suficientes para que a criança receba a salvação e se torne um cristão. Isso não é suficiente. Vou fazer uma analogia bem simples para que fique bem claro o pensamento: ‘Deixar o seu filho(a) durante várias horas em uma cozinha vai fazer dele(a) um cozinheiro(a)?’. A Bíblia relata que Samuel desde pequeno viveu no Templo junto ao sacerdote Eli, porém em 1 Samuel 3.7 lemos que ‘ele ainda não conhecia ao Senhor’. Triste, não? Existem milhares de crianças que vão à igreja, pertencem a famílias cristãs, mas também não conhecem a Jesus como Salvador” (BUENO, Telma. Ensinando a Fé Cristã às Crianças: Um guia para pais e professores. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2013, pp.13,14). 

1.3. Os agentes provocadores do arrependimento.
O arrependimento é condição para restaurar a comunhão com Deus, pois sem comunhão não existe vida em Cristo. Caso as pessoas não creiam em Cristo como seu Salvador, morrerão em seus pecados (Jo 8.24). Mas quem fará esse trabalho? Quem convencerá o mundo dos seus pecados? O Espírito Santo. Só Ele é quem pode convencer os homens de sua miséria. E qual ferramenta Ele utiliza para fazer esta obra? Ele faz isto através da pregação do Evangelho. Aliado à Palavra, ele não somente expõe a culpa nos corações empedernidos, Ele também desperta a mente das pessoas para arrependimento. O mundo se acha justo. Mas, o Espírito Santo vem ensinar ao mundo que as pessoas não podem, encontrar salvação em suas próprias justiças pecaminosas. Por isso, precisam arrepender-se (Jo 16.8).
E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juizo (Jo 16:8).
A Palavra é o meio pelo qual Deus se revela a humanidade. E o Espírito Santo é quem inspirou os homens a escrevê-la. Quando a Palavra é pregada, o Espírito Santo entra em ação, e juntos, penetram de tal forma na alma humana, que o resultado é nada mais que o reconhecimento de uma vida desgovernada, perdida e que precisa urgentemente de salvação. Jesus foi muito claro ao enviá-Lo a esse mundo. Disse que uma de Suas missões seria convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16:8). (Revista do Professor)
Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; (2 Tm 3:6).

2. O PROCESSO DO ARREPENDIMENTO
Três coisas importantes estão envolvidas no processo do arrependimento. A convicção acerca das faltas que cometemos ao longo da vida; a contrição produzida pelo arrependimento, a qual nos conduzirá a um sentimento de repulsa a essas faltas; e a confissão, que nos esvaziará e trará conforto diante de Deus.

2.1. A convicção.
O primeiro sintoma  que surge no homem que está no processo de arrependimento é a certeza de que algo está errado. Nessa hora, o pecador se sente indefeso, envergonhado e miserável (2Co 7.10). Sua primeira reação é reconhecer que está perdido, e, como resultado da obra do Espírito Santo, ele sente um vazio, sente que algo lhe falta e que, após ouvir a Palavra de Deus, é impelido a confessar suas culpas (1Co 14.24-25). O arrependimento tira do homem todo o pensamento velho, fazendo com que novos e melhores pensamentos tomem conta da sua mente (2Co 5.15-18). Enquanto o sistema do mundo procura tirar pessoas de uma vida de miséria, Cristo, através de Sua Palavra, tira a miséria da vida das pessoas.
Vários termos cruciais estão vitalmente relacionados à admirável experiência da salvação. Comecemos, pois, com o ministério da convicção. [...] Esse gracioso ato de Deus, embora atribuído ao Pai, é realizado através do Espírito Santo. Como o executor da divindade, Ele aplica os métodos da redenção aos que se entregam a Cristo. [...] O principal instrumento usado pelo Espírito Santo nessa obra é a Palavra de Deus. [...] Embora o Espírito Santo não restrinja a liberdade do indivíduo, chama os pecadores a virem a Cristo Jesus. Esse trabalho do Espírito é chamado de 'a doutrina da vocação' ou 'do chamamento'".
(MENZIES, W. W. & HORTON, S. M. Doutrinas Bíblicas. RJ: CPAD, 2005, pp.85,86).
A convicção do pecado não se refere apenas a parte intelectual do homem; ela é muito mais profunda, porque abrange o homem em todo o seu ser, tornando-o integralmente convencido de que está condenado. Uma pessoa com convicção superficial de seus pecados tende a retornar à velha maneira de viver. (Revista do professor) 

2.2. A contrição.
Segundo o dicionário , a contrição é um sentimento pungente de arrependimento por pecados cometidos e por ofensas a Deus. Menos pelo receio do castigo, mais por amor e gratidão à divindade. Sem esse profundo sentimento de tristeza, não há arrependimento frutífero. No Salmo 51 Davi demonstra que não apenas estava convicto de seu pecado, mas também quebrantado e contrito (Sl 51.17). “Perto está o Senhor” dos quebrantados e contritos para salvar (Sl 34.18). Uma pessoa arrependida passa a odiar suas antigas práticas e se empenha em reparar os danos que foram causados a outros (2Co 7.10). A verdadeira contrição não sente simplesmente as conseqüências do ocorrido, mas odeia o realizado.
“Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte” (2Cor. 7:10).
Professor, explique para sua classe que este sentimento de tristeza (contrição) é positivo na operação do arrependimento. É importante também alertar sobre o perigo de trocar o arrependimento verdadeiro que nos leva de volta à comunhão com o Senhor por um circulo vicioso de remorso. Remorso não gera mudança, apenas o sentimento de pesar. E essa é a grande diferença entre um e outro. Para ficar ainda mais claro, vamos ao dicionário: 
Remorso: Manifestação dolorosa da afetividade humana que nos censura um ato que não devíamos pratica. (Dicionário Priberam da Língua Portuguesa)
Existe uma diferença muito grande entre arrependimento e remorso. O remorso jamais age para mudar, ele entristece, revela a falta cometida, mas é só um ressentimento em face ao castigo. Judas e do Rei Saul são exemplos de pessoas que sentiram remorsos em vez de arrependimento. O arrependimento genuíno exige contrição e pesar pelas faltas cometidas (At 2.37). (Revista do professor)

2.3. A confissão.
A convicção acerca dos pecados produzida pela Palavra de Deus e a ação do Espírito Santo, resultará em contrição e conduzirá à confissão. A tendência humana é esconder e cobrir os pecados. Porém, aquele que encobre não prospera (Pv 28.13). A confissão expressa que recebemos e admitimos que somos pecadores. Vide a atitude do profeta Isaías (Is 6.5) e dos convertidos em Éfeso (At 19.18).
[...] A confissão de pecados é feita primeiramente a Deus (Sl 32:3-6), áquele que sofreu o dano (Lc 17:4), a um conselheiro espiritual (2 Sm 12:13), ou a congregação de crentes (1Co 5:3). (Dicionário Bíblico Wycliffe, RJ: CPAD, 2006, pp.443,1501-2).
O Perdão Pela Confissão
“Qual é a garantia de que a confissão é importante para Deus? A própria Palavra de Deus. Ela garante que a confissão é premiada com a misericórdia. ‘O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia’ (Pv 28.13).
Deus sabe que estamos sujeitos às leis deste mundo, mais exige que pautemos uma vida dentro dos padrões estabelecidos por Ele. E quando nos afastamos desse padrão, Ele espera que admitamos nossa falha e retornemos para Ele por meio da confissão. Todos nós conhecemos o texto áureo da confissão: ‘Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça’ (1 Jo 1.9).
Não podemos ter por hábito apenas dizer para Deus o que fizemos como se lêssemos para Deus uma lista de nossas infelizes decisões e atos. Mais que enumerar pecados, Deus espera que concordemos com Ele que erramos e que precisamos do seu perdão.
E Davi reconheceu o seu erro. Ele sabia que em Deus acharia a graça para a recuperação de seu pecado. Deus, por meio da confissão de Davi, não permitiu que ele permanecesse naquela situação: ‘Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor, e ele deleita-se no seu caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a sua mão’ (Sl 37.23,24). Como diz Richard D. Philips, ‘enquanto a verdade condena, a verdade e a graça juntas restauram o pecador’.
Não estamos imunes ao pecado em um mundo decaído. Não podemos dizer que jamais pecaremos, ou que ficaremos o tempo todo em vigilância. Mas podemos ter certeza de que Deus, em sua grande misericórdia, aceitará o pecador arrependido e o restaurará à comunhão perdida”. (COELHO, A.  Davi: As vitórias e as derrotas de um homem de Deus. 1.ed. RJ: CPAD, 2009, pp.168-72).

3. OS FRUTOS DO ARREPENDIMENTO
As atitudes que sucedem após o arrependimento determinarão a natureza dele. Tais procedimentos indicarão inicialmente se foi um arrependimento profundo e sincero, ou se foi mera experiência emocional (remorso), que em nada afetou a vida posterior. Enfim, o genuíno arrependimento deve ser caracterizado ´por bons frutos, caso contrário, tal experiência é imprestável.

3.1. Abandono das práticas do velho homem.
Arrependidos, agora vivemos reconciliados com Deus, e estar aliançado com Deus é manifestar uma atitude diferente de comportamento. Escrevendo aos Efésios, Paulo diz que devemos nos despojar do velho homem. Renovar-nos no espírito de nossa mente, e nos revestir do novo homem, que segundo Deus, é criado em verdadeira justiça e santidade (Ef 4.22-24).
E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade.(Ef. 4:24)
O arrependimento nos transforma em boas árvores, e, como tal, deveremos dar bons frutos. Agora, após a regeneração, ouvimos, compreendemos e conservamos a Palavra, frutificando em perseverança. Ninguém pode produzir sem estar conectado a Cristo, mas isso envolve disciplina, compromisso e uma compreensão perfeita de nossas responsabilidades diante de Deus (Jo 15.1-5).(Revista do professor)

3.2. A novidade de vida.
Novidade é algo que muitos desejam e poucos adquirem . É isso que Jesus nos oferece. Algo que ninguém pode dar e que muitos necessitam (Is 61.1). O mundo oferece sempre algo que com o tempo perde a graça e se torna obsoleto. Jesus não. O que Ele nos dá nunca sai de moda, nunca perde o valor. Quando estamos em Cristo, somos sempre renovados. Por isso devemos sempre nos comportar como diz a Escritura (Ef 5.8). Tudo o que é de valor deve ser bem cuidado para que seja preservado. Assim é o que recebemos de Deus. Somos a novidade de Deus nessa terra e devemos estar sempre renovando nossa mente (Rm 12.2). Devemos vencer as artimanhas do inimigo, que visam nos fazer voltar à velha vida.
"assim andemos nós também em novidade de vida" (Rm 6:4)
Esta vida de novidade envolve uma vida justificada e disposta a viver em santificação
Santidade e novidade de vida. A santidade não isola o crente do convívio social; pelo contrário: é demonstrada em nossos relacionamentos cotidianos (1 Co 1.2; 10.31; Cl 3.12; 1 Pe 1.15). Entretanto, não basta deixarmos a conduta da vida passada; é necessário passar a viver a nova vida em Cristo (Rm 6.4). Isto significa que não é suficiente deixar de mentir; é necessário dizer a verdade (Ef 4.25-32). Não basta despojar-se do “velho homem”; é essencial vestir-se do novo (Ef 4.22,24). A santificação, por conseguinte, é viver de acordo com a nova vida que recebemos. Isso exige esforço por parte do crente. Muitos imperativos bíblicos acionam a responsabilidade humana: Operai (Fp 2.12,13); buscai (1 Ts 4.1); mortificai (Cl 3.5); andai (1 Ts 4.1-5); fugi (2 Tm 2.22); segui (Hb 12.14).( Lições CPAD Jovens e Adultos,2006,1º trim)

3.3. Diligência.
A vida cristã é desafiadora e a permanência nela é uma questão de sobrevivência espiritual, onde nossas escolhas, com a ajuda do Espírito Santo, determinarão nosso crescimento (Dt 30.19). Devemos sempre nos perguntar: Estou perseverando na fé? Minha conduta demonstra um cristianismo aprovado, dúbio ou reprovado? O que estou fazendo para melhorar meu relacionamento com Deus, com meus parentes e com os irmãos em Cristo? Qual tem sido o meu interesse pelas Escrituras, EBD, cultos e pela comunhão com os irmãos? Estou contribuindo com os meus dons e talentos, ou os enterrei por algum motivo? A Bíblia nos alerta a sempre nos apresentarmos aprovados diante de Deus e com afinidade na Palavra de Deus (2Tm 2.15).
Segundo o dicionario Aurélio, diligente é uma pessoa ativa: zelosa; aplicada. A diligência é resultado da profunda convicção gerada pela Palavra de Deus e ação do Espírito Santo mencionada no tópico 2.21. Assim, a pessoa está plenamente consciente que precisa estar em Cristo (Jo 15.5) e andar no espírito (Gl 5.16, 25), para não mais viver segundo a natureza pecaminosa. A diligência aponta para um viver não acomodado passivo, mas em constante renovação (Rm 12.1-2).(Revista do professor)

CONCLUSÃO
O Senhor Jesus foi claro que os Seus discípulos devem pregar “o arrependimento e a remissão de pecados” (Lc 24.47). O teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer denominou de “graça barata” a mensagem de salvação destituída de arrependimento. Que Evangelho estamos pregando?


Bibliografia
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Revista EBD Betel Dominical Professor - 4 trimestre 2017, ano 27, número 105 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/


1. Qual foi o tema central da mensagem de Jesus?
R: o arrependimento (Mt 4.17).

2. Cite um dos motivos pelos quais devemos nos arrepender.
R: Porque é uma ordenança (At 17.30).

3. O que Davi demonstra ano Salmo 51?
R: Que não apenas estava convicto de seu pecado, mas também quebrantado e contrito (Sl 51.17).

4. O que a confissão expressa?
R: Que reconhecemos e admitimos que somos pecadores (Is 6.5; At 19.18).

5. O que 2 Timóteo 2.15 nos alerta?

R: A sempre nos apresentarmos aprovados diante de Deus e com afinidade na Palavra de Deus (2Tm 2.15).

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  Diferença de Remorso e Arrependimento  
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  É tempo de voltar, de se arrepender  
Duração: 4:41 minutos - Samuel Mariano

                                                                                                                                                                              

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