segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Lição 2 - Pecado: uma realidade humana

Aula presencial dia 8 de outubro de 2017

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso slide semanal traz uma abordagem completa de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  Faça bom uso !  Baixe o Slide, Tenha liberdade de alterá-lo se desejar, Divulgue e Compartilhe



Estimado professor, o site SLIDESHARE onde faço a postagem dos Slides esta baixando o Slide em PDF ao invés de PowerPoint (PPTX), abrimos um ticket para a solução deste problema e a resposta que tivemos é que estão em manutenção e que era esperado este problema, segundo o suporte técnico a baixa em PPTX deve voltar ao normal no final do mês, não tem uma data exata, mas que tudo voltará a ser como antes, para contornar a situação momentânea, baixe o Slide em PowerPoint (PPTX) desta Lição através do endereço abaixo :
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1 - Mostrar alguns problemas causados pela essência do pecado na vida humana;
2 - Apontar as principais consequências do pecado;
3 - Apresentar a necessidade de um libertador, de arrepender-se e de congregar.

 Texto Áureo
“Porque todos pecaram e destituídos estão 
da glória de Deus.” (Romanos 3:23)

Verdade Aplicada
A realidade do pecado na vida humana e a 
providência de Deus devem sempre estar presentes em nossa mente.
  
Motivo de Oração
Ore para que o amor de Deus possa impactar 
o coração de seus familiares.

Hinos sugeridos.
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toque no vídeo da musica que estiver tocando para interromper o som.

139 - Jesus, meu Eterno Redentor

291 - A Mensagem da Cruz

467 - Solta o Cabo da Nau





 Romanos 1:28-31 
28  E, como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém;
29  Estando cheios de toda iniquidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
30 Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes ao pai e às mães;
31  Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;


Segunda-Feira –  Salmos 42:7 
42 : 7 Um abismo chama outro abismo, ao ruído das tuas catadupas; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado sobre mim.

Terça-Feira –  Daniel 12:2  
12 : 2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.

Quarta-Feira –  Mateus 18:23-34  
18 : 23 Por isso o reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com os seus servos;
18 : 24 E, começando a fazer contas, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos;
18 : 25 E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua mulher e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha, para que a dívida se lhe pagasse.
18 : 26 Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei
18 : 27 Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
18 : 28 Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem dinheiros, e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: Paga-me o que me deves.
18 : 29 Então o seu companheiro, prostrando-se a seus pés, rogava-lhe, dizendo: Sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
18 : 30 Ele, porém, não quis, antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
18 : 31 Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito, e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
18 : 32 Então o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste.
18 : 33 Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?
18 : 34 E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que lhe devia.

Quinta-Feira –  João 14:6 
14 : 6 Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
  
Sexta-Feira –  Romanos 7:18 
7 : 18 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.

Sábado –    Efésios 1:7 
1 : 7 Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça,


IMPORTANTE
Apresento neste BLOG o Esboço da Lição e os comentários como 
professor de EBD em cima do PAE - PLANO DE AULA EXPOSITIVA 
NÃO APRESENTO O CONTEÚDO COMPLETO DIGITALIZADO DAS REVISTAS
TENHA SUA REVISTA EM MÃOS E FAÇA UM BOM ESTUDO !




ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. O pecado é mais do que um problema.
2. As consequências do pecado.
3. Como libertar-se do pecado.
Conclusão
Clique aqui para Visualizar o PAE (Plano de Aula Expositiva) da Editora Betel



                   


TEXTO ÁUREO
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” (Romanos 3:23)

VERDADE APLICADA
A realidade do pecado na vida humana e a providência de Deus devem sempre estar presentes em nossa mente.

INTRODUÇÃO
O homem foi criado para relacionar-se com Deus. Porém o pecado ocasionou a separação do homem da comunhão com Deus, trazendo condenação eterna, Apenas Jesus é quem pode livrar o homem desse mal (Lc 19.10).
O pecado é real e continua destruindo vidas, famílias, ministério, igrejas (locais), etc. Se o pecado é tão danoso e destruidor, porque muitas igrejas priorizam mensagens sobre prosperidades materiais, mensagens de alto ajuda, mensagens positivistas e outras e não priorizam a mensagem da cruz que restaura o pecador? 
O Diabo peca desde o princípio (1Jo3.8) e trabalha para que muitos se prendam as riquezas materiais e desprezem a propiciação que alcançamos pela morte no nosso amado Jesus. Só existe uma solução eficaz contra o pecado: o sangue de Cristo Jesus derramado na cruz do Calvário.
E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. (1Jo 2.2).

1. O PECADO É MAIS DO QUE UM PROBLEMA
Ao afastar-se de Deus, o homem contraiu sobre si mais do que um  problema para resolver, pois esse  mal tornou insolúvel do ponto de vista humano. Tal foi a conseqüência do pecado na experiência humana que o retorno a Deus dependeria, inicialmente, de uma atitude de graça da parte de Deus (Jo 3.16; Rm 5.8), e de uma resposta humana ao chamado divino. Mas o que é o pecado em si? Vejamos um pouco a respeito.
Sempre que abordamos sobre o pecado falamos de antes do pecado e depois do pecado, isto desde o Éden e durante toda história da humanidade, por exemplo: A vida de Davi pode ser dividida em dois momentos: antes e depois de sua tentação e queda. (2 Sm 11.27), (Sl 51).
Professor, durante a aula procure conscientizar os alunos quanto à realidade, conseqüências e gravidade do pecado.

1.1. Falha para com o propósito divino.
Deus é um Ser com propósitos para Sua criação, e de maneira resumida podemos afirmar que o homem foi criado para o louvor da Sua glória (Ef 1.5-6). Porém, o pecado na vida do homem desviou-lhe dos propósitos divinos, deixando-o totalmente aquém do projeto original (Dn 9.5). Por isso, a Septuaginta (a mais antiga tradução em grego do texto hebreu do Antigo Testamento) e o Novo Testamento grego se utilizam da palavra “hamartia”, que significa: “errar o alvo”. Que quer dizer, falhar para com o propósito original. Isso significa que o homem está errado para com Deus. O grande obstáculo é como encontrar esse caminho de retorno a Deus, pois o pecado passou a afetar o homem na sua inteligência e percepção (Jo 14.6).
"Do hebraico hattah; do grego hamartia; do latim peccatum. Transgressão deliberada e consciente das leis estabelecidas por Deus. Errar o alvo estabelecido pelo Criador ao homem: O pecado mortal é a deliberação consciente e intencional de se resistir a vontade de Deus. Não se trata de um simples pecado ou de uma transgressão ordinária; é uma rebeldia movida pelo orgulho e pelo não reconhecimento da soberania divina." Para conhecer mais, leia (Dicionário Teológico, CPAD, pp. 235,236.)

1.2. Insensatez.
O homem foi criado para viver segundo a vontade e as leis de Deus; isso é acertar o alvo. Entretanto, o ser humano em seu egoísmo se recusa a viver assim. O pecado, pois consiste numa insensatez, visto que alterou a forma de pensar, de sentir, e de agir do homem. Há muitas palavras que definem o pecado, tanto no grego, pois, embora o pecado se manifeste de várias maneiras, ele não passa de uma inconformidade do homem quanto à vontade de Deus e às Suas leis morais (Pv  10.23). O pecado é, portanto, uma insensatez, uma tolice, uma loucura (Ec 7.25).
Insensatez: característica do que é insensato,falta de juízo,loucura,falta de bom senso(Dic. Houaiss)
Toda a raça humana herdou de Adão a natureza pecaminosa (Rm 7.18, 21-23). Essa natureza domina o ser humano de uma forma tirana. Mesmo sabendo o que é correto, o homem é impulsionado por essa natureza a fazer o que é incorreto. (Revista do profº)
Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.
Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim.(Rm 7:19,20)

1.3. Dívida para com Deus.
Não raro ouvimos que o pecado é algo que desagrada a Deus, e desagradá-Lo significa estar fora tanto de Seus projetos, quanto de Suas bênçãos. O pecado é uma dívida, uma ofensa, por isso, é mais que um desagrado, é uma ofensa direta ao padrão moral e santo de Deus (Rm 5.16, 20). Os nossos relacionamentos comuns são baseados em créditos e débitos, logo, quando ofendemos alguém contraímos uma dívida para com aquela pessoa e com quem a criou, Deus. Encontramos várias demonstrações nas Escrituras sobre o pecado como dívida: na oração dominical, nas parábolas de Jesus e nos termos paulinos, como redenção e remissão (Mt 6.12; 18.23-34; Ef 1.7).
O perdão de Deus é uma dívida de amor ao próximo. Paulo aponta para os cristãos de Roma, o que serve para a igreja de todos os tempos, a grande dívida do cristão salvo para com Deus, a ser paga com o amor ao próximo (Rm13.8b). O uso metafórico do pecado como dívida era uma prática comum dos judeus e Jesus também faz uso dela, não para reforçar e cobrar o ser humano pela sua dívida, mas para enfatizar a grandiosidade da graça de Deus (Lc 7.41,42), bem como o dever de quem foi perdoado por Deus (verticalmente) também perdoar quem o ofendeu (horizontalmente). O perdão ao próximo (na horizontal), após a justificação, é colocado como uma condicional para o perdão de novas dívidas (na vertical; Mt 6.12; Mt 18.21-35). Algumas, senão a maioria das pessoas, estão despercebidas da realidade da mensagem na oração do Pai Nosso: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt 6.12). (Lições CPAD Jovens e Adultos » Jovens 2016 » 1º Trim)

2. AS CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO
O pecado é nocivo, e traz dores e consequências destrutivas para toda a humanidade . É como um vírus letal que contagia internamente e se expande por onde passa. Dentre as mais diversas consequências, destacaremos três:

2.1. A perda da comunhão.
Segundo John Piper, o pecado afugenta a glória de Deus das nossas vidas. Ele afirma que todo o pecado é um desprezo a Deus, antes mesmo de ser um dano ao homem. O pecado é a preferência pelos prazeres passageiros do mundo ao invés da alegria perpétua do companheirismo de Deus (Rm 3.23). O que significa ter perdido a comunhão com Deus? Categoricamente, se o pecado gerou a morte para o homem desconectado de Deus, podemos afirmar que a comunhão é a vida da alma (Cl 2.13). Enquanto o pecado tende a nos afastar a cada instante de uma vida plena, de paz e de progressivas conquistas, a comunhão com Deus nos encaminhará a uma experiência diária, motivadora e contagiante.
Embora a bíblia não revele por quanto tempo Adão viveu em comunhão com Deus,antes de pecar,entendemos que tenha sido um período suficiente para sentir grande satisfação.Mas agora ele tenta esconder-se do Senhor.Qual o motivo?Havia perdido a comunhão com o criador[...],a tendência do homem ao sentir-se culpado é afastar-se de Deus(Jo 3.20,21).(Pr.Valdir N. Bícego,lições CPAD 1995,2º trim)
Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz para que suas obras não sejam reprovadas.

2.2. O vazio existencial.
Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” (Mt 11.28). Esse é o perfil da humanidade sem Deus: “cansados e oprimidos”. Mesmo com todo o sucesso e conquista que o ser humano possa alcançar, haverá sempre um vazio na alma daquele que ainda não está em comunhão com Deus. Como disse Agostinho: “Fizeste-nos para ti e inquieto está nosso coração, enquanto não repousa em ti”. Jesus Cristo é o único que pode preencher esse vazio, trazer descanso para a alma e fazer o homem retornar a Deus (Mt 11.28-29).
 O vazio humano. Billy Graham visitava, certa vez, uma universidade norte-americana, quando perguntou ao reitor: "Qual o maior problema que o senhor enfrenta com os seus alunos". O educador respondeu-lhe: "Vazio. Há um vazio muito grande de Deus em seus corações". Como preencher este vazio?
Buscando preencher o vazio de sua alma, vagueia o homem pelo álcool, transita pelas drogas e erra pelos devaneios da carne. Depois de toda essa busca, conclui: "Não tenho neles prazer" (Ec 12.1 - ARA). Mas o que aceita a Cristo, experimenta uma vida abundante e inefável (Jo 4.14). (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2008 » 2º Trim)
O pecado do homem é a causa do vazio em sua alma. Ao ser banido da sua condição original, o homem perdeu a comunhão com Deus, daí o vazio de sua alma, O único caminho para preencher esse vazio é reconhecer a necessidade de Deus e buscá-Lo a fim de que Ele, através da pessoa de Cristo faça, morada e preencha de vez esse vazio (Ap 3.20). (Revista do profº)
Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo.(Ap3.20)

2.3. A morte.
A morte é consequência irrefutável do pecado. O apóstolo Paulo diz que ela é o prêmio, a recompensa de uma vida de pecado (Rm 6.23). A morte traz consigo uma ideia de separação. Como disse Platão: “A morte é a separação da alma do corpo”. Enganado pela serpente, o homem desconsiderou a seriedade da advertência divina e assim desobedeceu. Evidentemente, o homem não caiu fulminado quando desobedeceu, mas o pecado desencadeou o processo de separação espiritual de Deus. Uma consequência inevitável do pecado é a perda da comunhão com Deus. O salário do qual Paulo nos alerta será acrescido no dia da prestação de contas, quando os pecadores irão se deparar com o lago de fogo, e, finalmente, a morte eterna (Ap 20.14-15).
 “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram” (Rm 5.12).
O salário do pecado é a morte. Além de causar a morte espiritual, o pecado leva à morte física (Gn 2.17; Rm 6.23); e caso persista o homem em seus delitos, haverá de experimentar a segunda morte: o lago de fogo (Ap 21.8) (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2006 » 4º Trimestre)

3. COMO LIBERTAR-SE DO PECADO
Fomos criados para louvor e glória de Deus. Porém, após a queda, o ser humano tornou-se escravo do pecado. Notar a advertência de deus para Caim: “o pecado quer te dominar” (Gn 4.7); e a observação quanto à situação da humanidade (Gn 6.5). Por isso, a mensagem de libertação anunciada por Jesus Cristo (Jo 8.32-36).

3.1. A necessidade de um libertador.
O pecado vai além da dívida e ofensa ao Criador. O pecado tornou-se um mau senhor do homem, escravizando-o e maltratando-o. O próprio corpo do homem tornou-se um instrumento para o seu serviço, por isso, Paulo o chama de; “corpo do pecado” (Rm 6.6). O homem necessita de um libertador que venha destruir o domínio do pecado e apagar todas as ofensas. Este libertador é Jesus Cristo, aquele que morreu e ressuscitou (Rm 5.15). Uma vez crendo de todo o coração que Jesus Cristo morreu e ressuscitou dentre os mortos, e isso confessando sinceramente com a boca, o pecador alcança a salvação (Rm 10.9).
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres(Jo8.36)

3.2. A necessidade de arrependimento.
Simultaneamente, ao reconhecer a Jesus Cristo, o pecador deve arrepender-se de seus pecados (At 19.18; Rm 10.10). A salvação é impossível sem o arrependimento das obras mortas. O próprio Senhor Jesus pregou acerca do arrependimento em Seus ministério. Arrependimento significa mudança de pensamento, sentimento e atitudes. O verdadeiro arrependimento ocorre como resposta humana ao anuncio da Palavra de Deus e da ação do Espírito Santo (At 2.37-38; Jo 16.9).
Arrependimento. O arrependimento genuíno provém da tristeza por haver pecado, desagradado ao Senhor e entristecido o Espírito Santo (2 Co 7.10). Aquele que, de fato, se arrepende, confessa e abandona o erro. Não basta apenas reconhecer o erro, mas também é imprescindível que se deixe o pecado, a fim de alcançar misericórdia (Pv 28.13). A recomendação de João é: “Não pequeis”. Todavia, para aquele que pecou, ainda existe solução: Jesus, o Advogado. Se você se arrepender sinceramente e suplicar-lhe perdão, Ele intercederá junto ao Pai, a fim de que você receba o perdão divino e seja reconciliado com Deus. (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2010 » 4º Trim)
O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.(Pv 28:13)

3.3. A necessidade de andar em Espírito.
Enquanto estivermos neste mundo, teremos que lidar com a inclinação da natureza humana, ainda presente em nosso dia a dia. Fomos libertos do poder do pecado. Com o novo nascimento, não somos mais escravos do pecado. Porém, ainda existe a possibilidade de pecar. Por isso, as recomendações bíblicas em Gálatas 5.16 e Colossenses 3.5. Ainda estamos sujeitos às tentações. É necessário constante vigilância e oração.
Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.(Rm8.1)
Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.(Rm8.13)
Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são do Espírito, para as coisas do Espírito’. A palavra ‘carne’ representa a natureza antiga e pecaminosa que não recebeu a renovação e vive segundo o homem não regenerado. Pode ser considerada a ‘baixa natureza’ ou a ‘natureza animalesca. A expressão abrange tanto a totalidade da vida não renovada e que vive longe de Deus, como todas as atividades em que o eu-próprio é o centro. Quando alguém coloca Deus no centro da sua vida, passa a andar segundo o Espírito. ( PEARLMAN, M. Epístolas paulinas: Semeando as doutrinas cristãs. Coleção Myer Pearlman. RJ: CPAD, 1998, pp.28-9).

CONCLUSÃO
Quanto maior for a compreensão da doutrina do pecado, maior será a nossa compreensão da obra redentora de Jesus Cristo. Mais conscientes estaremos da nossa completa dependência da graça de Deus para a nossa reconciliação com o Senhor. Seja o nosso sincero desejo: “não nos induza a tentação” (Mt 6.13).


Bibliografia
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Revista EBD Betel Dominical Professor - 4 trimestre 2017, ano 27, número 105 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/


1. Qual é o perfil da humanidade sem Deus?
R: “Cansados e oprimidos” (Mt 11.28).

2. Qual é o único que pode trazer descanso para a alma e fazer o homem retornar a Deus?
R: Jesus Cristo (Mt 11.28-29).

3. O que apóstolo Paulo diz sobre a morte?
R: Que ela é o prêmio, a recompensa de uma vida de pecado (Rm 6.23).

4. O que Jesus anunciou?
R: A mensagem de libertação (Jo 8.32-36).

5. Como ocorre o verdadeiro arrependimento?
R: Como resposta humana ao anúncio da Palavra de Deus e da ação do Espírito Santo (Jo 16.9).

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Estimado professor, nesta semana vou indicar a lição abaixo para reforçar o vosso conhecimento em hamartiologia, a doutrina do pecado, vamos lá ? 
É uma excelente aula comentada pelo Pr. Esequias Soares, tudo completinho, tenha um bom estudo !

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  O Pecado não doi   
Duração: 4:00 minutos - Gerson Ruffino 

                                                                                                                                                                              

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