segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Lição 05 - O Sacrifício pelo Pecado

 Aula presencial dia 4 de fevereiro de 2018 

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  
Faça bom uso !  Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de alterá-lo, Divulgue e Compartilhe !


1 - Mostrar a responsabilidade do sacerdote e da congregação diante do Senhor;
2 - Ensinar que o líder tem responsabilidade diante do povo;
3 - Evidenciar que temos responsabilidade individual diante de Deus.

 Texto Áureo
“E o sacerdote molhará o seu dedo no sangue, 
e daquele sangue espargirá sete vezes perante 
o Senhor, diante do véu do santuário”. (Levítico 4:6)

Verdade Aplicada
O sacrifício que Jesus fez por nós, vertendo o Seu sangue na cruz, 
permite que Deus aja com misericórdia, perdoando os nossos pecados.

Motivo de Oração
Ore para que os líderes cristãos permaneçam fiéis.

Hinos sugeridos.
Antes de Assistir os vídeos, se a radio do site estiver tocando, suba a página até a radio e 
toque no vídeo da musica que estiver tocando para interromper o som.

20 - Olhai pra o Cordeiro de Deus

491 - Há Poder no Sangue de Jesus

521 - Vem o passo dar !






 Levítico 4:3;13;14 
3 Se o sacerdote ungido pecar para escândalo do povo, oferecerá pelo seu pecado, que pecou, um novilho sem mancha, ao Senhor, por expiação do pecado.
13 Mas, se toda a congregação de Israel errar, e o negócio for oculto aos olhos da congregação, e se fizerem, contra algum dos mandamentos do Senhor, aquilo que se não deve fazer, e forem culpados,
14 E o pecado em que pecarem for notório, então, a congregação oferecerá um novilho, por expiação do pecado, e o trará diante da tenda da congregação.



Segunda-Feira –  Levítico 4:3-4 
4: 3 e o sacerdote ungido pecar para escândalo do povo, oferecerá ao Senhor, pelo seu pecado, que cometeu, um novilho sem defeito, por expiação do pecado.
4 :4 E trará o novilho à porta da tenda da congregação, perante o Senhor, e porá a sua mão sobre a cabeça do novilho, e degolará o novilho perante o Senhor.

Terça-Feira –  Levítico 4:13-14 
4 : 13 Mas, se toda a congregação de Israel pecar por ignorância, e o erro for oculto aos olhos do povo, e se fizerem contra alguns dos mandamentos do Senhor, aquilo que não se deve fazer, e forem culpados,
4 : 14 E quando o pecado que cometeram for conhecido, então a congregação oferecerá um novilho, por expiação do pecado, e o trará diante da tenda da congregação,

Quarta-Feira –  Levítico 4:22-23 
4 : 22 Quando um príncipe pecar, e por ignorância proceder contra algum dos mandamentos do Senhor seu Deus, naquilo que não se deve fazer, e assim for culpado;
4 : 23 Ou se o pecado que cometeu lhe for notificado, então trará pela sua oferta um bode tirado das cabras, macho sem defeito;

Quinta-Feira –  Levítico 4:27-28 
4 : 27 E, se qualquer pessoa do povo da terra pecar por ignorância, fazendo contra algum dos mandamentos do Senhor, aquilo que não se deve fazer, e assim for culpada;
4 : 28 Ou se o pecado que cometeu lhe for notificado, então trará pela sua oferta uma cabra sem defeito, pelo seu pecado que cometeu,
  
Sexta-Feira –  Levítico 6:24-27 
6 : 24 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
6 : 25 Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Esta é a lei da expiação do pecado; no lugar onde se degola o holocausto se degolará a expiação do pecado perante o Senhor; coisa santíssima é.
6 : 26 O sacerdote que a oferecer pelo pecado a comerá; no lugar santo se comerá, no pátio da tenda da congregação.
6 : 27 Tudo o que tocar a carne da oferta será santo; se o seu sangue for espargido sobre as vestes de alguém, lavarás em lugar santo aquilo sobre o que caiu.

Sábado –    1 João 1:7-10 
1 : 7 Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.
1 : 8 Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.
1 : 9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
1 : 10 Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.


IMPORTANTE
Apresento neste BLOG o Esboço da Lição e os comentários como 
professor de EBD em cima do PAE - PLANO DE AULA EXPOSITIVA 
NÃO APRESENTO O CONTEÚDO COMPLETO DIGITALIZADO DAS REVISTAS
TENHA SUA REVISTA EM MÃOS E FAÇA UM BOM ESTUDO !




ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. O pecado do sacerdote e do povo.
2. O pecado do príncipe.
3. O pecado de uma pessoa do povo.
Conclusão
Clique aqui para Visualizar o PAE (Plano de Aula Expositiva) da Editora Betel



                   


O sacrifício pelo pecado (Lv 4). Visava expurgar o pecado cometido, involuntariamente, ou por ignorância.
(Lições CPAD Jovens e Adultos - 2008 - 4 Trimestre)
Obs. Expurgar é o mesmo que limpar e ou purificar.


TEXTO ÁUREO
“E o sacerdote molhará o seu dedo no sangue, e daquele sangue espargirá sete vezes perante o Senhor, diante do véu do santuário”. (Levítico 4:6).
E semelhantemente aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os vasos do ministério.
E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. (Hb 9:21,22)

VERDADE APLICADA
O sacrifício que Jesus fez por nós, vertendo o Seu sangue na cruz, permite que Deus aja com misericórdia, perdoando os nossos pecados. 
A mensagem da cruz continua e sempre será a mais linda e atual, você a prioriza em suas pregações ?
Não se importe com as criticas, mas pregue o evangelho genuíno que está fundamentado no sacrifício que Jesus fez por nós. Infelizmente temos ouvido algumas mensagens estranhas à luz das escrituras.

OBJETIVOS DA LIÇÃO
1 - Mostrar a responsabilidade do sacerdote e da congregação diante do Senhor;
2 - Ensinar que o líder tem responsabilidade diante do povo;
3 - Evidenciar que temos responsabilidade individual diante de Deus.

TEXTO REFERÊNCIA
Levítico 4:3; 13; 14;
3 Se o sacerdote ungido pecar para escândalo do povo, oferecerá pelo seu pecado, que pecou, um novilho sem mancha, ao Senhor, por expiação do pecado.
13 Mas, se toda a congregação de Israel errar, e o negócio for oculto aos olhos da congregação, e se fizerem, contra algum dos mandamentos do Senhor, aquilo que se não deve fazer, e forem culpados,
14 E o pecado em que pecarem for notório, então, a congregação oferecerá um novilho, por expiação do pecado, e o trará diante da tenda da congregação.

INTRODUÇÃO
O pecado impede o relacionamento de Deus com o homem, mas o amor de Deus fez com que Ele oferecesse o Seu Filho para morrer pelo homem e assim Deus pode restaurar essa comunhão.
Professor, hoje estudaremos o capítulo quatro de Levíticos que discute as ofertas pelo pecado. Mencionaremos quatro classes de ofensores: O sacerdote ungido (vers. 3-12), toda a congregação (vers. 13 e 21), o príncipe (vers. 22-26), um do povo comum (vers. 27-35).
Seria interessante iniciar fazendo uma síntese sobre pecado para contextualizar com o tema:
Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; (Rm 3:23)
“Em Romanos 1-3, Paulo argumentou que toda humanidade está perdida nas garras do pecado, tanto judeus como gentios. Em Romanos 4, ele mostrou que a justificação pela fé também está universalmente disponível a todos aqueles que crêem que Deus manterá a promessa que fez no evangelho — tanto para os gentios como para os judeus.
Agora, Paulo dá um passo atrás, apenas por um momento, para perguntar como pode ser isso. Como todos os homens tornaram-se pecadores? E como a vida pode ser oferecida a todos?
Como contexto, precisamos entender uma coisa importante sobre o relacionamento entre ‘pecado’ e ‘pecados’. Enquanto 'pecados' são atos de iniqüidade ou transgressões à Lei de Deus, o ‘pecado’ é algo diferente. Ele se refere àquele defeito essencial da natureza humana que distorce o caráter moral do homem, obscurece sua inteligência e o incita em direção ao mal. De acordo com a terminologia bíblica, esta condição é freqüentemente mencionada como ‘morte’, não no sentido biológico, mas espiritual” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2014, p.300).

1. O pecado do sacerdote.
O pecado deturpou a criação e ao homem ficou impossível fazer o que é agradável a Deus. O homem ficou impossibilitado de fazer qualquer coisa que Deus ordenasse. A lei foi dada para mostrar essa incapacidade do homem.
(Lições CPAD » Jovens 2016 » 1º Trimestre)

1.1. O pecado do sacerdote.
Se o sacerdote pecasse, o texto bíblico afirma que deveria ser levado para o sacrifício da expiação um novilho (Lv 4.3). O pecado do sacerdote afetava toda a congregação e desse modo era exigido para o sacrifício um novilho, que era o maior animal para oferta. A missão do sacerdote em poder se aproximar de Deus em benefício do povo também aumentava a sua responsabilidade perante o Senhor. A grande responsabilidade do sacerdote comprometeria toda a congregação, caso algum pecado estivesse sobre ele. A excelência do ministério vem acompanhada de grandes responsabilidades.
Assim comentou Russel N Champlin: “Quando um sacerdote pecava, escandalizava o povo todo, por ser o homem que, supostamente, ensinava os outros. Ver 2 Coríntios 6.3 quanto a um paralelo no Novo Testamento. Ver também o trecho de Tiago 3.1, onde lemos que os líderes receberão juízo mais severo. O sacerdote que pecasse trazia pecado sobre todos, por ser um representante de todos”. (Revista do professor)
 Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado; (2Co6.3)

1.2. O pecado da congregação.
No caso de a congregação cometer algum tipo de sacrilégio (pecado grave contra as coisas sagradas), isso tornava impossível a habitação de Deus no arraial, pois o fundamento da habitação de Deus no meio do seu povo é a santidade. A santidade de Deus exige que o padrão vivido seja o que foi estabelecido por Ele. Como Seu povo, devemos com humildade nos submeter aos Seus preceitos e estatutos. O Senhor exigia pureza no acampamento de Israel, como encontramos em Deuteronômio 23.13-14. Deus quer do Seu povo pureza que alcance o espírito, a alma e o corpo (1 Ts 5.23). Quando isso acontece, Ele se faz presente, para alegria do Seu povo.
Porquanto o Senhor teu Deus anda no meio de teu arraial, para te livrar, e entregar a ti os teus inimigos; pelo que o teu arraial será santo, para que ele não veja coisa feia em ti, e se aparte de ti.(Dt23.14)
Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. (1 Pe 1:15,16)

1.3. O sacrifício apresentado era o mesmo.
Se o pecado fosse cometido pelo sacerdote, ou fosse cometido pela congregação, perante, o  Senhor tinha a mesma consequência e a oferta para o perdão do pecado era idêntica e o rito era o mesmo (Lv 4.1-21). O sangue era espargido sete vezes diante do véu do santuário, colocado sobre as pontas do altar de ouro, que era o altar de incenso, e todo o resto de sangue era derramado à base do altar de cobre, que ficava no pátio do tabernáculo, onde era oferecido o sacrifício. No pátio o israelita podia estar presente para participar, colocando a mão sobre a cabeça do animal. Assim precisava ser feito, pois o pecado do sacerdote, ou de toda a congregação, tinha a ver diretamente com a presença de Deus no meio do povo.
Característica comum no sacrifício pelo pecado do sacerdote e pelo pecado da congregação:
Fora do arraial
Uma das principais características desse sacrifício é o fato do animal, no todo ou em parte, ser queimado fora do arraial (Lv4.11,12,21;Nm19.3).
Evidentemente não havia suficiente santidade dentro do arraial.
(Pr. Abraão de Almeida lições CPAD,1988 3Trim.)

O pecado do sacerdote, ou de toda a congregação, era de tal alcance que o ritual precisava ser seguido conforme estabelecido por Deus, pois o sangue espargido diante do véu tem relação com a presença do Senhor, o sangue colocado sobre as pontas do altar de incenso restabelecia a adoração e o sangue derramado na base do altar de sacrifício tinha a ver com a consciência do ofertante. O pecado do sacerdote ou de toda a congregação precisava ser expiado nessas três esferas, pois o pecado impede a presença de Deus no meio do povo, a adoração fica impedida e a consciência do ofertante culpada, mas o sacrifício restabelecia essas três situações. Tudo isso encontramos em Jesus Cristo. (Revista do professor)
Abaixo esquema que mostra a localização das peças, conforme a explicação do nosso comentarista:

2. O pecado do príncipe.
O pecado de um líder de Israel diante de Deus era considerado grave e se tornava mais conspícuo (notável) do que o pecado de qualquer outra pessoa do acampamento de Israel. Ele não tinha a responsabilidade de um sacerdote, mas era um líder em Israel; havia sido levantado por Deus como uma liderança perante o povo e deveria receber mais grave condenação.

2.1. O alcance do pecado do príncipe.
Todo o pecado que o homem comete é contra Deus, pois Ele é quem estabelece o padrão que devemos viver. O salmista assim se expressa diante de Deus em sua penitência: “Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que a teus olhos parece mal, para que sejas justificado quando falares e puro quando julgares.” (Sl 51.4). O pecado do príncipe não poderia alcançar o véu do santuário ou mesmo o altar da adoração, mas tinha a ver com a sua consciência e atingia também o povo. Quando um líder comete pecado, a tristeza vem sobre o povo por causa da queda do seu líder.
Professor neste tópico é interessante comentar com a classe que todos estão sujeitos ao pecado, inclusive os príncipes (lideres), como mencionado, o rei Davi foi um caso. Foi estabelecido por Deus um sacrifício especifico para esta situação notória.Atualmente é possível que algum líder cometa algum pecado,todavia o sacrifício de Jesus também é suficiente para restaurá-lo.Veja comentário abaixo(Revista do professor).
O pecado do homem levou Cristo á cruz, mas Cristo nos leva a Deus. Todos os tipos que podemos estudar no livro de Levítico apontam para a obra perfeita que Jesus realizou ao morrer na cruz, para glorificar a Deus e tomar o lugar do homem. A libertação do pecado e a purificação dos pecados foi realizada por Jesus e é eterna, não precisando que mais obra seja feita para salvação do homem (Hb 9.14-15). Toda a malignidade do pecado foi anulada pelo sacrifício do antítipo que é Jesus Cristo e ao homem basta apenas crer nesta obra e guardar em seu coração a Palavra de Deus.(Revista do professor).

2.2. A oferta pelo pecado do príncipe.
A oferta que o príncipe tinha que trazer quando obrasse contra algum mandamento do Senhor deveria ser um bode (Lv 4.23). Um animal sem mancha e todo o ritual exigido por Deus deveria ser seguido. Mesmo sendo um príncipe dentre o povo, não tinha nenhuma autoridade para mudar o que fora estabelecido pelo Senhor. Caso procedesse de acordo com as instruções do Senhor, o resultado alcançado era paz no coração, pois, quando o homem obedece aos mandamentos do Senhor e guarda os seus estatutos, a paz é alcançada (Lv 4.24).
O procedimento do sacrifício era diferente dos casos que estudamos anteriormente (pecado do sacerdote e pecado da congregação).
Quando um príncipe ou uma pessoa do povo pecava, o sangue era posto sobre as pontas do altar do holocausto, e o resto derramado à base do altar. A carne não era levada para fora do acampamento para ser queimada como no caso do novilho. (Lv.4.22-25).
Vejamos o que diz o escritor da carta aos Hebreus aos que fracassam:
Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem  pecado.
Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.(Hb 4:15,16)

2.3. Uma responsabilidade inferior à do sacerdote.
O príncipe não tinha acesso ao santuário e nem tinha a autorização para queimar incenso no altar de ouro, como tinha o sacerdote. Então a sua responsabilidade espiritualmente era menor em apresentar o povo a Deus. Mas o pecado cometido sempre ofenderá a santidade de Deus. Mas o pecado cometido sempre ofenderá a santidade de Deus. Sendo assim, apesar da responsabilidade ser menor, um sacrifício também era necessário e as leis que foram entregues a Moisés pelo Senhor traziam a solução para o pecado que fosse cometido pelo príncipe (Lv 4.24).
Devemos descansar sobre a perfeita e suficiente obra realizada por Jesus, isto é, Seu nascimento, ministério, morte, ressurreição e ascensão. Tudo isso permite ao homem que crê uma paz que descansa sobre um fundamento perfeito e inabalável (1Co 3.11). Jesus concede ao homem uma consciência perfeitamente purificada, que descansa sobre a grandiosa obra da remissão de todos os nossos pecados, sejam de nosso conhecimento ou de ignorância. Jesus se ofereceu a si mesmo para cumprimento da vontade de Deus na expiação do pecado em completa abnegação, tomando todas as consequências do pecado do homem e levando sobre si todo o castigo que nos traz a paz (Is 53.5). (Rev. do profº)
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.(Isaías 53:4,5)

3. O pecado de uma pessoa do povo.
Para o pecado cometido arrogantemente não havia sacrifício prescrito (Nm 15.30). Para que um pecado fosse expiado, era necessário que fosse cometido por ignorância ou involuntário, algo que fosse proibido pela lei do Senhor e que involuntariamente viesse a ser cometido pelo homem.
Professor comente sobre a gravidade do pecado voluntario:
Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados,
(Hb 10:26).

3.1. Uma cabra fêmea como oferta.
Por mais que o homem se esforce, é impossível cumprir a lei, pois a carne está enferma (Rm 8.3). Isso significa que logo quebraria um ou mais desses inúmeros preceitos. Sendo assim, os sacrifícios pelo pecado eram constantes e intermináveis. No caso de qualquer pessoa do povo pecar, poderia trazer uma cabra fêmea como oferta (Lv 4.28). O pecado sempre ofenderá a Deus, mas nas ofertas trazidas temos uma gradação que está relacionada com a responsabilidade que cada um ocupa perante o Senhor. Que verdade maravilhosa é ilustrada por este ato cerimonial dos diversos animais apresentados sendo relacionados com a ocupação no acampamento do Senhor Deus pelos respectivos ofertantes. O sacerdote podia também comer da carne do sacrifício oferecido por uma pessoa, porque o sangue da oferta não era levado para dentro do santuário (Lv 6.26).
Deus, quando dá a lei ao homem, é para que o homem trabalhe para Ele e torne-se agradável e aceito diante dEle. No entanto, isso é impossível de acontecer, pois o homem está incapacitado de cumprir a lei por causa do pecado. Sendo assim, Deus nos concede a graça, que é Deus trabalhando para que o homem possa estar na Sua presença, sendo aceito e agradável a Ele. Nós somos levados a Deus através de Jesus Cristo, que ressuscitou de entre os mortos e tirou os nossos pecados, segundo s perfeição da Sua obra. Uma cabra fêmea poderia ser apresentada apenas por uma pessoa comum do povo e não por um príncipe, a congregação ou o sacerdote, porque, quanto maior for o privilégio, maior é a responsabilidade. (Revista do professor)

3.2. Um ato pessoal.
Quando o ofertante oferecia um animal sem mancha, que era uma figura de Jesus Cristo, e também no momento em que ele colocava a mão sobre a cabeça do animal, ele se identificava com o animal oferecido e, através da vítima, oferecia-se a si mesmo a Deus (Êx 29.10). Uma pessoa que ouvisse uma blasfêmia e não denunciasse (Lv 5.1), uma impureza cerimonial (Lv 5.2), tocasse em uma pessoa com fluxo ou lepra (5.3), ou juramento falso (Lv 5.4); necessário era confessar (Lv 5.5) e oferecer a sua oferta, que poderia ser uma cabra (Lv 5.6) ou duas rolas ou dois pombinhos para o que fosse pobre (Lv 5.11).
Trazendo para o nosso cotidiano:
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 Jo 1.9).E se pecarmos? Embora o nascido de novo tenha recebido uma nova natureza que aspira à santidade e repele o pecado, está sujeito a dar lugar à carne, isto é, à natureza velha, da qual surge o desejo pecaminoso (Rm 7.5; Gl 5.17-21). O apóstolo do amor fala da possibilidade de pecarmos quando diz, mas "se alguém pecar" (2.1). Todo o crente é passível de pecar, bastando para isso, não vigiar e negligenciar o hábito de orar (1 Ts 5.17; Lc 22.39,40; ver também 1 Jo 1.8,10; Ec 7.20). (Lições CPAD Jovens e Adultos »  2009 » 3º Trim.)
Não atentar para os detalhes do sacrifício, e trazer um animal com defeito perante o Senhor (Ml 1.8), era atentar contra a perfeição do antítipo, que é Cristo, e se identificar com o animal que estava sobre o altar. Uma pessoa que trouxesse um animal com mancha para o altar do Senhor estava dizendo que Deus poderia aceitá-lo com os seus defeitos, sem a necessidade de expiação. Ele estaria se identificando com o animal defeituoso ao colocar a mão sobre a sua cabeça. Hoje isso está representando em todos aqueles que procuram se justificar perante o Senhor com suas próprias obras e apresentam sacrifícios segundo o seu coração, como se isso pudesse satisfazer a santidade de Deus.(Revista do professor)

3.3. Uma provisão divina.
Apesar das diferenças de animais oferecidos sobre o altar, de acordo com a responsabilidade exercida por cada um no acampamento de Israel, todos eles eram provisões da parte de Deus para perdão dos pecados e consequente comunhão com o Seu povo. Somente Deus pode prover a salvação para o homem (Gn 3.21). Uma provisão necessária ao homem para que o propósito eterno de Deus se cumpra e que estará plenamente consumado na eternidade.
Ao trazer o sacrifício, o ofertante estava dizendo que tinha cometido um pecado não proposital (quer por fraqueza, quer por negligência). Sua presença ali indicava que aceitava os mandamentos do Senhor e que humildemente pedia o Seu perdão e a Sua misericórdia. Esse simbolismo apontava para Cristo, aquele que, mesmo sem pecado, “se fez pecado” para nos tornar aceitos perante o Senhor. Em Cristo Jesus temos a provisão perfeita de Deus para a remissão do pecado do homem.(Revista do professor)
Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.(2Co5.21)

Porque Jesus pode perdoar. A santidade de Deus requer uma punição para o pecado.
Mas Cristo, amorosa e voluntariamente, sofreu em nosso lugar, tomando sobre si a pena do pecado. Assim, toda exigência da lei divina quanto ao culpado, foi satisfeita plenamente na cruz quando Ele efetuou a nossa redenção pelo seu sangue (Ef 1.7). Por esse ato de amor, obtivemos o perdão dos pecados; assim, fomos salvos da perdição eterna (Gl 3:13,14).(Lições CPAD Jovens e Adultos - 2009 - 3 Trimestre)
Em que temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça (Ef 1.7).

CONCLUSÃO
Em sua ignorância e arrogância, o homem pensa em agradar a Deus se apresentando diante dEle com seus trapos de imundícia (Is 64.6). No entanto, através da justiça de Deus em Cristo Jesus, temos livre acesso à Sua presença e lá podemos permanecer (Rm 5.1-9-11).


Bibliografia
[1] Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - ARC
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Bíblia do Culto - Editora Betel
Revista EBD Betel Dominical Professor - 1 trimestre 2018, ano 28, número 106 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/

1. Se o sacerdote pecasse, o que o texto bíblico afirma?
R: Que deveria ser levado para o sacrifício da expiação um novilho (Lv 4.3).

2. O que a santidade de Deus exige?
R: Que o padrão vivido seja o que foi estabelecido por Ele (1Ts 5.23).

3. Qual era a oferta que o príncipe tinha que trazer quando obrasse contra algum mandamento do Senhor?
R: Um bode (Lv 4.23).

4. Por mais que o homem se esforce, por que é impossível cumprir a lei?
R: Porque a carne está enferma (Rm 8.3).

5. Somente quem pode prover a salvação para o homem?
R: Deus (Gn 3.21).

                              AGORA VAMOS A VÍDEO AULA SOBRE ESTA LIÇÃO.  TENHA BOM ESTUDO !                             
Antes de Assistir os vídeos, se a radio do site estiver tocando, suba a página até a radio e 
toque no vídeo da musica que estiver tocando para interromper o som.





                                                                                                                                                                              
[     

Estimado Professor, segue abaixo o material de apoio para nossos estudos !

As ofertas eram levadas aos sacerdotes o ano inteiro, todavia, existia o dia da expiação. Estava estudando, e surgiu uma duvida sobre os dias que eram realizadas as ofertas e sacrifícios, foi onde encontrei este material precioso :
O QUE É O DIA DA EXPIAÇÃO ? 
O dia 10 do mês de Tisri marcava o Dia da Expiação (Lv 16). Esse dia era de muitas formas um clímax do ano religioso judeu. Os sacerdotes ofereciam durante o ano inteiro sacrifícios a Deus, a fim de tornar o povo aceitável a Ele; mas os sacerdotes e seu equipamento foram cerimonialmente afetados pelo pecado e o Dia da Expiação foi instituído para promover uma 'limpeza espiritual de primavera', de modo que o caminho para chegar a Deus, mediante sacrifício, ficasse aberto por mais uma ano. O sumo sacerdote era a única pessoa que podia fazer isso e nos dias do Novo Testamento, a fim de não haver erro, ele era cuidadosamente vestido pelos anciãos e praticava o ritual diariamente durante a semana anterior.
No dia da Expiação, o sumo sacerdote era mantido acordado durante a madrugada, e quando chegava a manhã, era vestido com roupas brancas simples para dar início às cerimônias. Ele primeiro confessava os pecados das pessoas com a mão sobre o pescoço de um touro sacrificial, que havia sido morto e colhido o seu sangue. Dois bodes era colocados à sua frente e sortes lançadas para ver qual deles devia ser de Deus e qual do povo. O bode de Deus era morto e seu sangue misturado com o do touro. Depois, sozinho, o sumo sacerdote entrava com incenso e brasas no Santo dos Santos. O incenso era queimado e quando ele enchia o lugar, acreditava-se que o sumo sacerdote era aceitável a Deus.
(Novo Manual dos usos e Costumes dos tempos bíblicos - CPAD - pág.321-322)



Mais alguns links interessantes sobre a Lição desta semana :


Estimado professor, segue abaixo um quadro sobre  as cinco ofertas ou sacrifícios de Levítico :



                                                                                                                                                                              

Nenhum comentário:

Postar um comentário