sábado, 22 de dezembro de 2018

Revista Betel Dominical - 4º Trimestre de 2018

Revista Editora Betel Dominical Adultos
Slides / Comentários / Vídeos de Auxílio ao Professor
 Trimestre de 2018, ano 28 nº 109
NEEMIAS
Enfrentando os desafios com Oração, Ação e Perseverança




Estimado professor, segue abaixo a postagem de todos os Slides 
da Revista do 2º trimestre de 2018, para visualizar ou baixar em 
PDF basta clicar no botão IN na figura do Slide desejado abaixo, 
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relacionada acima e encontrará a opção para baixar em PowerPoint,  
se tiver alguma dificuldade solicite para o email : 
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Lição 13 - A Importância de Sermos Zelosos e Vigilantes

Aula presencial dia 30 de Dezembro de 2018 

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  
Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de cortar, alterar e 
adicionar conteúdo para uso na sua EBD. 


1 - Mostrar que a obra do Senhor requer constante vigilância
2 - Ensinar o perigo de tolerarmos o mal
3 - Enfatizar a prática da oração como base de toda atividade da Igreja

 Texto Áureo
“Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, 
servindo ao Senhor.”  (Rm 12.11)

Verdade Aplicada
Ainda hoje, o abra de Deus conta com aqueles que
Atendem ao chamado de Deus com amor e zelo.

Motivo de Oração
Clame a Deus por um Brasil melhor e mais justo em 2019.

Hinos sugeridos.

134 - Jesus à Porta do Coração

205 - Graça, Graça

401 - Breve Jesus Voltará






Neemias 13.1-3,30
1 – Naquele dia, leu-se no livro de Moisés aos ouvidos do povo; e achou-se escrito nele que os amonitas e os moabitas não entrassem jamais na congregação de Deus,
2 – Porquanto não tinham saído ao encontro dos filhos de Israel com pão e água; antes, assalariaram contra eles a Balaão para os amaldiçoar, ainda que o nosso Deus converteu a maldição em bênção.
3 – Sucedeu, pois, que, ouvindo eles esta lei, apartaram de Israel toda mistura.
30 – Assim, os limpei de todos os estranhos e designei de cargos dos sacerdotes e dos levitas, cada um na sua obra.






ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. Há Sempre alguma coisa a ser feita
2. O Perigo da Tolerância ao mal
3. A Continuação de um bom trabalho
Conclusão


                   


Lição 13 - A Importância de sermos Zelosos e Vigilantes

Professor, nesta lição, não se esqueça de distinguir os termos zelo e vigilância. É conveniente também que você relacione essas duas virtudes uma com a outra. Vejam a distinção e relação entre esses dois vocábulos. “VIGILANTES é a qualidade daquele que vigia ou está com atenção. = atento, cauteloso, diligente.
ZELOSO: Virtude mediante a qual o cristão demonstra esmero e apreço pelo que é justo e reto. O zelo é o ardor com que a pessoa se apega a uma missão ou coisa.
Vigilância diz respeito ao que a pessoa é; enquanto o zelo, às suas inclinações, escolhas e preferências. “A primeira refere-se ao ser; a segunda, ao cuidado e apreço com que uma pessoa se dedica a uma causa, ou ao ardor com que defende uma idéia”.
Fonte: 1-( Dicionário Priberam da Língua Portuguesa), 2–( Lições CPAD Jovens e Adultos » 2007 » 3º Trim)

Texto Áureo
“Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor.”  (Rm 12.11)

Verdade Aplicada
Ainda hoje, o abra de Deus conta com aqueles que Atendem ao chamado de Deus com amor e zelo.

Objetivos da Lição
1 - Mostrar que a obra do Senhor requer constante vigilância
2 - Ensinar o perigo de tolerarmos o mal
3 - Enfatizar a prática da oração como base de toda atividade da Igreja

Neemias 13.1-3,30
1 – Naquele dia, leu-se no livro de Moisés aos ouvidos do povo; e achou-se escrito nele que os amonitas e os moabitas não entrassem jamais na congregação de Deus,
2 – Porquanto não tinham saído ao encontro dos filhos de Israel com pão e água; antes, assalariaram contra eles a Balaão para os amaldiçoar, ainda que o nosso Deus converteu a maldição em bênção.
3 – Sucedeu, pois, que, ouvindo eles esta lei, apartaram de Israel toda mistura.
30 – Assim, os limpei de todos os estranhos e designei de cargos dos sacerdotes e dos levitas, cada um na sua obra.
  
INTRODUÇÃO
As Sagradas Escrituras nos dizem que o próprio Senhor confirma os passos de um homem bom (Jó 34.21, Sl 37.23). O Senhor age dessa maneira porque pode nos ler por dentro. Foi assim que Ele agiu com Neemias.

1.    Há sempre alguma coisa a ser feita
Na vida, sempre nos deparamos com uma tarefa inacabada. Os afazeres não cessarão até o fim da vida. J.Packer ilustra esse tipo de experiência com a imagem das caixas chinesas; cada uma que se pega tem outra dentro, à espera. É o que se repete na vida familiar, no trabalho ou na igreja. Para cada meta atingida uma outra se apresenta. Vejamos os princípios adotados por Neemias:
Professor, para iniciar o tópico sugiro a leitura do texto abaixo e um breve comentário do mesmo, é muito interessante:
“Deus trabalha por intermédio de seu povo para realizar até mesmo tarefas consideradas humanamente impossíveis. Ele costuma moldar as pessoas com características de personalidade, experiências e treinamento de modo a prepará-las para o seu ministério, e essas pessoas não costumam sequer ter idéia do que Deus tem reservado para elas. Deus preparou e posicionou Neemias para realizar uma dessas tarefas ‘impossíveis’ da Bíblia. Neemias era um homem comum em uma posição especial. Ele estava seguro na condição de bem-sucedido copeiro do rei Artaxerxes, da Pérsia. Neemias possuía pouco poder, mas grande influência. [...] Do início ao fim Neemias orou pedindo a ajuda de Deus. Ele nunca hesitou em pedir que Deus se lembrasse dele, encerrando sua autobiografia com as seguintes palavras: ‘Lembra-te de mim, Deus meu, para o bem’. Talvez você não tenha as habilidades específicas de Neemias ou até mesmo pense que está em uma posição onde nada pode fazer para Deus; mas existem duas formas através das quais você pode ser útil ao Senhor. Primeiro, seja uma pessoa que fala com Deus. Permita que Ele entre em sua vida e compartilhe-a com Ele — suas preocupações, seus sentimentos e seus sonhos. Segundo, seja uma pessoa que anda com Deus. Coloque em prática aquilo que você aprende nas Escrituras Sagradas. Deus pode ter uma missão ‘impossível’ para realizar através de sua vida” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 1.ed., RJ: CPAD, 2004, p.670).

1.1   Removendo os abusos
O povo estava arrependido e evidenciando isso através de frutos (Ne 13.3, Lc 6.44, Mt 12.33). Agora, nesse esforço de agradar a Deus, põe à parte todo tipo de mistura. Mistura não quer dizer proibição de contatos ou interatividade entre cristãos e incrédulos. Misturar é entregar-se a um envolvimento mais profundo, onde práticas pagãs são assimiladas mediante concessões mútuas. Não devemos em nenhuma hipótese negociar nossa salvação. Não se negocia o inegociável.

Não amar o mundo
O apelo de João a seus leitores é feito de forma negativa, mas o lado positivo precisa ser compreendido também. Os cristãos não devem amar o mundo. Ao mesmo tempo, é preciso dizer que eles devem amar a Deus e fazer sua vontade. De fato, é apenas à medida que o amor de Deus os enche e o desejo de Deus os motiva, o mundo pode ser conquistado.
[...] Quando João diz que os cristãos não devem "amar o mundo ou nada que está no mundo", não está pensando tanto a respeito do materialismo ("coisas"), mas nas atitudes que estão por trás do materialismo. Pois ele sabe, como todos nós deveríamos saber, que uma pessoa sem os bens mundanos pode ser tão materialista como uma pessoa que possui muitos desses bens; e, de igual modo, uma pessoa rica pode ser bastante desapegada dessa e de qualquer outra forma de mundanismo. Na verdade, João está pensando a respeito de ambição egoísta, do orgulho, do amor pelo sucesso ou o luxo e de outras características parecidas. Law reconhece isso em sua excelente paráfrase do apelo do apóstolo. Ele escreve “não busque a intimidade e o favor do mundo não-cristão que o cerca; não aceite seus costumes como sendo suas leis, não adote ideais nem receba seus prêmios, muito menos busque confraternizar-se com sua vida”
(BOICE, J. M. As Epístolas de João. RJ: CPAD, 2006, pp.73,74.).
  
1.2   Falando uma mesma língua
Voltemos no capítulo 7, quando Neemias aponta Hanani e Hananias para ocuparem postos-chave. Esse é um segredo já conhecido. A vida pública deste servia de exemplo inspirador. Eram homens especiais que tomariam em seus ombros a responsabilidade da carga administrativa. Com a muralha terminada, era hora de atender também à situação moral e espiritual do povo e Neemias precisava contar com esses obreiros de valor, cujas prioridades eram dignas do cargo a ser ocupado. Hananias, por exemplo, foi descrito como fiel e temente a Deus em um grau que sobrepujava ao da maioria (Ne 7.2).
Professor enfatize que a apostasia e a infidelidade a Deus são características marcantes dos tempos do fim.
 Na Segunda Epístola a Timóteo, Paulo diz que o ministro deve apresentar-se a Deus “aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar; que maneja bem a palavra da verdade” (2.15). A verdadeira liderança se estabelece pelo exemplo, pelo testemunho, muito mais do que pela eloquência, pela oratória ou pela retórica. Não são os diplomas de um pastor que o qualificam como líder cristão, mas seu exemplo, sua ética, diante de Deus e da igreja local. Paulo tinha condições de ensinar liderança e ética, pois sua vida era exemplo para a igreja e para os de fora (Fp 3.17; 1Co 11.1). O líder cristão não é o que “manda”, mas o que serve. Não é o maior, e sim o menor (Mt 20.24-28). (Lições CPAD Jovens e Adultos »  2015 » 3º Trimestre)

1.3   Sempre haverá oposição
Mesmo com todas as ações já realizadas, a oposição ainda se fazia presente (Ne 13.4). Não apenas a exterior, representava por Sambalate e Gesém, mas também a doméstica, configurada pelos nobres subversivos. Há também outra situação, a oposição de Tobias, que articulava entre as duas primeiras. Com Tobias, a coisa era diferente, pois usufruía do convívio íntimo de judeus de alta classe. Essa sinergia criada junto aos judeus fazia com que Tobias fosse visto como um bom sujeito. Isso legitimava sua livre circulação e, por conseguinte, melhores condições para planejar o mal.
 O sacerdote aparentado com o ímpio. Após o grande avivamento ocorrido em Jerusalém, coisas estranhas passaram a acontecer no Santo Templo. Eliasibe, o sumo sacerdote (Ne 13.28), ignorando as demandas da lei divina, começou a agir permissivamente em relação à administração da Casa de Deus. Tudo começou quando ele aparentou-se com a família de Tobias (13.4). Portanto, se nos associarmos ao mundo, em breve estaremos descartando a ética cristã como algo de somenos importância em nossa vida. Assim, perderemos nossas propriedades de luz do mundo e sal da terra.
 Privilégios abusivos (Ne 13.5). Eliasibe, usando sua influência de maneira profana, veio a beneficiar justamente o arqui-inimigo do povo de Deus. Alojou Tobias nas dependências do Santo Templo, onde eram guardados os dízimos, ofertas de manjares, o incenso e os utensílios do culto divino.
O que leva um homem de Deus a agir dessa forma? Muito cuidado e vigilância. Fomos constituídos por Cristo para sermos o exemplo dos santos, conforme recomenda Paulo a Timóteo: “Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza” (1 Tm 4.12 — ARA). O apóstolo, nessa passagem, deixa bem claro ao jovem pastor, que o homem de Deus deve ser, em todas as coisas, incorruptível.
(Lições CPAD Jovens e Adultos » 2011 » 4º Trimestre)

2.    O Perigo da Tolerância ao mal
Após cerca de doze anos como governador, Neemias retornou para junto do rei Artaxerxes (Ne 5.14; 13.6). Nesse intervalo, muitos inimigos se aproveitaram da ocasião para agir com má fé. Neemias constatou que o Templo e o culto foram negligenciados (Ne 10.39; 13.10-11). Neemias procurou a causa e descobriu que ela estava na tolerância ao mal.

2.1  Enfrentando os Problemas
Com a sondagem dos problemas e a identificação de sua origens, Neemias tomou decisões cruciais para salvá-los. O próximo problema enfrentado foi o da distribuição de quinhões destinados aos levitas. Neemias descobriu que não estavam sendo pagos. Então, empreendeu um conjunto de atividades, buscando a restauração dessas práticas. O resultado é que os sacerdotes e levitas voltaram a exercer suas funções anteriores. Neemias deteve firmemente as rédeas administrativas nessa ocasião, inclusive com a substituição de Eliasibe por homens dignos de confiança.
“A Correção dos Abusos nos Serviços do Templo
Outro abuso, cometido quando Neemias se ausentou de Jerusalém, está relacionado com os serviços do Templo e uma adequada manutenção dos levitas e outros funcionários. Não só havia acontecido uma utilização errada das câmaras do santuário — caso da ocupação de Tobias — como em muitas ocasiões as ofertas não haviam sido recebidas. Consequentemente, os levitas e até os cantores tinham sido obrigados a voltar ao campo e ganhar a vida na agricultura. Isso significa que, apesar das cuidadosas providências que haviam sido tomadas por Neemias há muito pouco tempo (12.44-47), os serviços do Templo haviam sido negligenciados. Os diversos deveres que eram de responsabilidade dos levitas não eram executados. Neemias discutiu esse assunto com os principais líderes da cidade. Por que se desamparou a casa de Deus? ele perguntou. Por causa de sua insistência esses abusos foram rapidamente remediados, o povo voltou a trazer seus dízimos e ofertas, homens de confiança foram colocados como responsáveis pelo tesouro do Templo, e foi feita uma adequada provisão para atender às necessidades daqueles que tomavam parte dos serviços” (Comentário Bíblico Beacon. Vol. II. Josué a Ester. 1.ed. RJ: CPAD, 2006, p.534).

2.2  Chamando o Mal por outro Nome
O fato da Igreja acolher pessoas feridas, sofridas, desprezadas e agir como o bom samaritano (Lc 10.33), não dispensa a necessidade de vigilância quanto àqueles que querem permanecer e conviver no seio da Igreja procurando semear corrupção entre os discípulos de Cristo. O problema está em acolher quem não deve. Tobias era amonita (Ne 2.19, Dt 23.3-4). A liderança, ignorando os ideais de Neemias, se importava agora em ser generosa para com os inimigos, deixando de lado a Lei de Deus. Ainda que o profeta Malaquias, que exerceu seu ministério naquela época, chamasse a atenção para o contrário (Ml 2.1-9).
Nenhum amonita nem moabita entrará na congregação do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do Senhor eternamente.(Dt 23:3)

Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens buscar a lei porque ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos.
Mas vós vos desviastes do caminho; a muitos fizestes tropeçar na lei; corrompestes a aliança de Levi, diz o Senhor dos Exércitos.
Por isso também eu vos fiz desprezíveis, e indignos diante de todo o povo...(Ml2.7-9)

Amados, atualmente temos visto com muita tristeza, a igreja acolher lideres que estão utilizando o momento do culto ao Senhor para promover verdadeiros comícios político. Sem nenhum temor, insensíveis à voz do Espírito Santo agem como se fossem donos da igreja do Senhor. Estas palavras não são para servir de instrumento de murmuração, mas para que oremos em favor de toda a liderança da igreja para que parem de agir como os sacerdotes nos dias de Neemias.
todos estes trarei ao meu santo monte e lhes darei alegria em minha Casa de Oração. Seus holocaustos e demais sacrifícios serão igualmente aceitos em meu altar; porquanto a minha Casa será chamada Casa de Oração para Todos os Povos.(Is 56.7)

E os admoestava exclamando: “Não está escrito: ‘A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos’? Vós, contudo, a tendes transformado em ‘covil de ladrões’”. (Mc 11.17)
  
2.3  Agir na Dependência de Deus
A vontade de comerciar com os povos que estavam pelas cercanias era muito grande. Para não perderem tempo, faziam todos os preparativos no sábado mesmo. A questão aqui está relacionada à dependência de Deus. A Igreja não está obrigada a observar o sábado como os judeus. Pelo fato de Jesus ter ressuscitado no primeiro dia da semana (Mc 16.9), os discípulos passaram a considerar este dia como o principal para as reuniões de culto (At 20.7; 1Co 16.1-2). Mas, mesmo no domingo, muitos têm negligenciado suas responsabilidades na Casa de Deus por conta de outros afazeres. Quando nos tornamos afoitos, negligenciamos a ordem divina. Deus queria que Seu povo o obedecesse, ainda que parecesse estar em desvantagem em relação aos povos vizinhos. A obra de Deus, no tempo de Deus, tem os recursos de Deus, Busquemos o Seu Reino e Deus cuidará de nós (Mt 6.33).
“A palavra ‘domingo’, por si só, significa ‘Dia do Senhor’, pois, foi nesse dia que o Senhor Jesus ressuscitou. O primeiro culto cristão aconteceu num domingo: ‘Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco!’ (Jo 20.19). O segundo culto também, pois a Bíblia diz que isso aconteceu ‘oito dias depois’ (Jo 20.26). Os cristãos se reuniam no primeiro dia da semana: ‘No primeiro dia da semana, ajuntando os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte [...]’ (At 20.7). O mesmo pode ser visto em Corinto, quando o apóstolo manda levantar coletas para os irmãos pobres de Jerusalém. O texto sagrado diz que essa reunião de adoração se fazia nos domingos: ‘No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar [...]’ (1Co 16.2). Assim, essa prática foi se tornando comum, sem decreto e sem imposição. Foi algo espontâneo. Constantino apenas confirmou uma prática já antiga dos cristãos. [...] O Decálogo fala sábado e isso acontece também em muitos lugares do Velho Testamento, mas o domingo não. Mas na Nova Aliança não há mandamento algum de guardar dias. Dizem que o ‘domingo’ é um dia pagão, porque em inglês Sunday significa ‘dia do Sol’. Nesse caso, todos os demais dias também seriam pagãos, porque os dias da semana, em inglês, são de origem céltica e homenageiam antigas divindades, inclusive o sábado, que é Saturday, ‘dia de Saturno’” (SOARES, Esequias. Manual de Apologética Cristã. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2002, pp.294-95).
   
3.    A Continuação de um Bom Trabalho
O exemplo de Neemias deve ser tomado como impulso vital para a Igreja de hoje. Ele foi um homem decidido e sempre focado em seus objetivos. Precisamos instar pela primazia da Palavra. O modelo instaurado por Neemias foi útil e devolveu ao povo o status de povo escolhido. A Igreja deve ser instrumento de Deus para dar sequência aos trabalhos efetuados pelos pais da fé.

3.1   Refutando as criticas a Neemias
Há quem julgue as ações Neemias. Contudo, ao analisá-las com mais vagar, é possível identificar as razões que o levaram a agir de tal forma. Há quem aponte os episódios nos quais lança fora os móveis de Tobias e a passagem em que corta os cabelos dos que contraíram casamentos mistos como momentos em que Neemias mostra-se descontrolado e longe de Deus (Ne 13.8,25). É preciso cuidado com essas afirmações, pois o próprio Jesus também se mostrou irado, quando expulsou do Templo os vendedores e os cambistas, quase 500 anos depois, ainda que o texto não afirme em nenhum momento que Jesus os tenha golpeado (Mt 21.12).
Todos os que querem ser fieis a Deus sofrerão criticas. Sempre foi assim.
“Fique Atento para o Triângulo do Crítico
Alguns críticos expressam suas queixas de maneiras claramente destrutivas.
Em vez de criticá-lo frente a frente, eles se queixam de você para outras pessoas, criando um triângulo de três pessoas que se tornam envolvidas no processo crítico. De modo muito semelhante aos ‘fofoqueiros’, esses críticos analisam o seu desempenho na frente dos seus colegas quando você não está presente. Normalmente, você conseguirá detectar esses críticos pelas observações que eles fazem sobre as outras pessoas quando estão na sua companhia. Você pode baixar a sua guarda porque essas pessoas fazem com que você se sinta um dos seus confidentes mais íntimos. A verdade é que você, junto com quase todos os demais, não passa de mais um alvo das suas críticas.[...].
O nosso maior e mais severo crítico é alguém que nos conhece muito de perto: Deus. Ele conhece todas as coisas. Na cruz, o dedo acusador de Deus, que certa vez esteve apontado para nós, transformou-se em uma mão aberta que, agora, estendia-se em nossa direção. O nosso Juiz se tornou o nosso Salvador. O nosso maior crítico se transformou no nosso Melhor Amigo” (PARROTT, Les. Lidando com Pessoas Difíceis. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2014).
  
3.2   Um Homem Zeloso
Complementando o tópico anterior, na verdade estamos diante de um homem zeloso. Zelo é um desejo ardente de agradar a Deus, fazer a Sua vontade e promover Sua obra no mundo de todo modo possível. Hoje, em tempos de modernização, seria uma desinteligência agir com violência para se tentar corrigir uma situação. Talvez soe mais como um escândalo junto a uma sociedade ávida por achar um erro nas igrejas evangélicas. Portanto, devemos viver o fruto do Espírito descrito em Gálatas 5.22. É possível ser zeloso e é preciso agir na direção do Espírito Santo.
Paulo também foi zeloso:
2 - Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo.
3 - Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos e se apartem da simplicidade que há em Cristo. (2Co 11.2-3)


3.3   Um Homem de Oração
Neemias sempre intercalou suas ações com oração (Ne 13.14,22,29-32). Estamos mais do que nunca em tempos de se buscar ao Senhor. As ações da Igreja devem ser sustentadas com oração. Os sinais dos tempos estão ai, a figueira está brotando (Mt 24.6-8;32-34). Muitos cristãos têm buscado primeiro os seus próprios interesses. Buscam tudo que diz respeito a este século somente. É preciso buscar o que é duradouro (Is 55.6; Jr 29.13). O tempo é hoje.
Nesse tópico é importante enfatizar que a ação da igreja é um reflexo do exemplo do líder da mesma. Se o líder não freqüenta a EBD a igreja também fará o mesmo,se o líder chega após o inicio do culto idem, se o líder conversa ou sai durante ou antes do termino do culto, a igreja também fará o mesmo.Líder espiritual, igreja espiritual.Líder carnal, igreja carnal.Líder que ora, igreja que ora, etc.
Os pastores darão conta dos seus rebanhos. Ser pastor é um grande privilégio, mas também uma responsabilidade muito grande. Sabemos que a salvação é individual, mas aqueles que servem ao Senhor como pastores, um dia, terão que prestar contas ao Sumo Pastor. O profeta Ezequiel, criticou os líderes (pastores) de Israel por cuidarem de si mesmos, ao invés de cuidarem das ovelhas do Senhor. Leia Ezequiel 34. O profeta não se calou diante do erro dos líderes do seu povo, mas com coragem e ousadia, apontou o pecado e pronunciou o julgamento divino (Ez 34.7-10).
O Senhor dará a justa recompensa a cada pastor pelo seu trabalho. Muitos tem se desgastado fisica e emocionalmente em favor das ovelhas do Senhor. São incansáveis na pregação, no ensino da Palavra, visitando e cuidando de cada ovelha com muito carinho e zelo, seguindo o exemplo do Bom Pastor (Jo 10.10). Estes receberão o justo galardão pelo trabalho realizado. Por isso, se você recebeu de Deus o ministério pastoral, cuide com zelo de suas ovelhas, exerça seu ministério com dedicação, pois em breve Jesus voltará e lhe dará os lauréis pelo seu trabalho.
(Lições CPAD Jovens e Adultos » 2016 » 1º Trimestre)

CONCLUSÃO
O livro de Neemias abordou a reconstrução das muralhas, mas também contemplou a questão da renovação espiritual, da redescoberta de que somos dependentes de Deus. A Igreja do Senhor ainda está na Terra e precisa ter em mente que há uma missão a cumprir até a volta de Jesus.

Questionário
1.    Como Hananias foi descrito ?
R: Como fiel e temente a Deus em um grau que sobrepujava ao da maioria (Ne 7.2).

2.    O que Neemias constatou ?
R: Que o Templo e o culto foram negligenciados (Ne 10.39; 13.10-11).

3.    Quem era amonita ?
R: Tobias (Ne 2.19; Dt 23.3-4)

4.    Qual dia foi considerado pelos discípulos o principal para as reuniões
de culto ?
R: O primeiro dia da semana (At 20.7; 1Co 16.1-2)

5.    Quem sempre intercalou sua ações com oração ?
R: Neemias (Ne 13.14,22,29-32)

Bibliografia
[1] Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - ARC
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Bíblia do Culto - Editora Betel
Revista EBD Betel Dominical Professor - 4 trimestre 2018, ano 28, número 109 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/

                              AGORA VAMOS A VÍDEO AULA SOBRE ESTA LIÇÃO.  TENHA BOM ESTUDO !                             








                                                                                                                                                                              
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