segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Lição 7 - Missões no Antigo Testamento

Aula presencial dia 13 de agosto de 2017

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso slide semanal traz uma abordagem completa de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  Faça bom uso !  Baixe o Slide, Tenha liberdade de alterá-lo se desejar, Divulgue e Compartilhe.


1 - Revelar que a obra de Missões foi planejada na eternidade;
2 - Mostrar resumidamente o trabalho missionário no Antigo Testamento;
3 - Demonstrar como Missões no Antigo Testamento serviu de base para o Novo Testamento.

 Texto Áureo
Mas o Senhor me disse: Não digas: Eu sou uma criança; 
porque, aonde quer que eu te enviar, irás; 
e tudo quanto te mandar dirás”. (Jeremias 1.7)

Verdade Aplicada
Missões é doutrina bíblica. Não se trata de 
modismo ou fruto da criatividade da Igreja.
  
Motivo de Oração
Ore pelos cristãos secretos que frequentam igrejas subterrâneas.

Hinos sugeridos.
Antes de Assistir os vídeos, se a radio do site estiver tocando, suba a página até a radio e 
toque no vídeo da musica que estiver tocando para interromper o som.

84 - O Grande "Eu Sou"

126 - Bem Aventurança do Crente

186 - De Valor em Valor





 Isaías 6:5-8 
5 - Então, disse eu: Ai de mim, que vou perecendo! Porque eu sou um homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos Exércitos! 6  Mas um dos serafins voou para mim trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz;
7 - E com ela tocou a minha boca e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniquidade foi tirada, e purificado o teu pecado.

8 - Depois disso, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então, disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.


Segunda-Feira –  Romanos 11:1 
11 : 1 Digo, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim.

Terça-Feira –  Romanos 11:2 
11 : 2 Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura diz de Elias, como fala a Deus contra Israel, dizendo:

Quarta-Feira –  Romanos 11:3 
11 : 3 Senhor, mataram os teus profetas, e derribaram os teus altares; e só eu fiquei, e buscam a minha alma?

Quinta-Feira –  Romanos 11:4 
11 : 4 Mas que lhe diz a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos a Baal.
  
Sexta-Feira –  Romanos 11:7 
11 : 7 Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos.

Sábado –   Romanos 11:8 
11 : 8 Como está escrito: Deus lhes deu espírito de profundo sono, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje.


IMPORTANTE
Apresento neste BLOG o Esboço da Lição e os comentários como 
professor de EBD em cima do PAE - PLANO DE AULA EXPOSITIVA 
NÃO APRESENTO O CONTEÚDO COMPLETO DIGITALIZADO DAS REVISTAS
TENHA SUA REVISTA EM MÃOS E FAÇA UM BOM ESTUDO !




ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. O planejamento de Missões.
2. A contínua ação do Deus Missionário.
3. Israel, a nação missionária.
Conclusão
Clique aqui para Visualizar o PAE (Plano de Aula Expositiva) da Editora Betel



                   


TEXTO ÁUREO.

“Mas o Senhor me disse: Não digas: Eu sou uma criança; porque, aonde quer que eu te enviar, irás;e tudo quanto te mandar dirás”. (Jeremias 1.7)
A igreja, como agente de transformação, é a responsável em anunciar o Evangelho de Cristo. Portanto não deve haver espaço para omissão mas sim para missão, no caso de Jeremias não foi lhe dado opção mas vocação...

VERDADE APLICADA.
Missões é doutrina bíblica. Não se trata de modismo ou fruto da criatividade da Igreja.

INTRODUÇÃO
Enfatizaremos nesta lição, assim como os missiólogos e escritores dos séculos XX e XXI, que o Antigo Testamento é a base para a atividade missionária da Igreja entre todas as nações e povos do mundo.

1. O PLANEJAMENTO DE MISSÕES
É praticamente impossível compreender a obra missionária no contexto histórico do Antigo Testamento sem o entendimento correto do plano da redenção estabelecido desde o princípio.

1.1. Conceito de Missões no Antigo Testamento.
Como temos estudado nas lições anteriores, desde o princípio, a Bíblia revela a missão de Deus (Missio Dei), por intermédio do povo separado por Deus, para alcançar todo o mundo, por causa do amor de Deus, para restaurar a Sua criação ao propósito original
Após a entrada do pecado no Éden o Homem passa a ter uma tendência de se afastar de Deus, como sabemos a perda da comunhão foi à conseqüência mais danosa do pecado e continua sendo nos dias atuais.
“ Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça.”(Is59.2)
Diante deste quadro Deus passa então a usar vários homens desde o antigo testamento para que a humanidade não se perdesse totalmente no pecado, a nossa lição de hoje destaca o chamado do profeta Isaias que foi chamado com uma missão:
Depois disso, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então, disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.(Is6.8)

1.2. Princípios da obra missionária.
No Antigo Testamento encontra-se os princípios básicos da atividade missionária. O próprio Jesus Cristo freqüentemente relacionava a Sua identidade e missão às Escrituras Sagradas do Antigo testamento. Após Sua ressurreição, Ele revela aos discípulos que tanto Seu sofrimento, Sua morte e Sua ressurreição, como atividade missionária da Igreja – “pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados em todas as nações” (Lc 24.46-47) -,
Portanto, neste tópico o comentarista reforça a idéia da importância das escrituras que fundamenta missões em todos os tempos, inclusive o nosso amado Jesus fala sobre esta importância. Em seu ministério as escrituras era constantemente citada pregada,ensinada...  
Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;(Jo 5.39)
Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. (Jo15.3)

1.3. O texto bíblico usado por Pedro e Paulo.
Há a tendência de pensar sobre atividade missionária como uma tarefa estabelecida a partir da Grande Comissão (Mt 28.18-20). Contudo, com base em textos bíblicos que registram as palavras dos apóstolos Pedro e Paulo, Missões é um assunto bíblico que está presente nas Sagradas Escrituras muitos séculos antes do registro do Evangelho de Mateus. A exposição de Jesus cristo mencionada em Lucas 24.44-47 foi tão impactante que nos registros das mensagens dos apóstolos, quando estes queriam enfatizar que o plano divino de salvação era para todos os homens (não apenas os judeus), não constam as palavras da Grande Comissão, mas, sim, o chamado “verso misterioso”: Gênesis 12.3. Os apóstolos, Pedro e Paulo o citaram, respectivamente (At 3,25-26; Gl 3.8).
 Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti.
De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão.(Gl 3:8,9)

2. A CONTÍNUA AÇÃO DO DEUS MISSIONÁRIO.
Mesmo nos períodos mais longínquos e sombrios da história, o Deus Missionário sempre teve na terra Suas testemunhas.

2.1. Revelação Geral e Revelação Especial.
Interessante que a própria natureza é uma testemunha, conforme encontramos em Atos 14.15-17 e Romanos 1.18-21. O Deus Missionário se revelou. É possível conhecê-lo. Deus testemunha, por meio da criação, Sua providência, Seu cuidado, Seu amor e da Sua própria imagem nos seres humanos. Esta revelação é identificada nos estudos teológicos como a Revelação Geral. A Revelação Especial contém os mandamentos, o plano divino de salvação, as Escrituras Sagradas, a pessoa de Jesus Cristo.
1. Revelação geral ou natural. É aquela em que o Senhor se revela por meio da natureza e da consciência humana. No que concerne à natureza, a Bíblia nos é clara: "Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos" (Sl 19.1; Rm 1.19,20). Quanto à consciência, Deus se utiliza da comunicação não-verbal para revelar aos homens toda sua vontade, como vemos em sua Palavra"... os quais mostram a obra da lei escrita no seu coração, testificando juntamente a sua consciência e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os" (Rm 2.15). A revelação geral ou natural é dirigida a todos os homens, e pode ser absorvida pela razão.
2. Revelação especial. É aquela em que Deus emprega duas formas especiais para se comunicar com o homem: a Palavra escrita e Cristo.
a) Por meio da Palavra. Deus ordenou a Moisés que escrevesse sua mensagem revelada "num livro" (Êx 17.14). A revelação escrita substituiu a tradição oral, como testemunho da existência e comunicação de Deus (Êx 34.27; Jr 30.2; Ap 1.19). Essa revelação escrita é chamada de Escritura (2 Tm 3.16), ou Escrituras (Mt 22.29; 26.56).
b) Por meio de Cristo. Essa revelação é sublime (Jo 1.14,18). Não se trata de uma comunicação através das palavras de um profeta, mas da revelação de Deus por meio de uma Pessoa santíssima e co-eterna com o Pai (Jo 1.1; 14.9; Hb 1.1-3). O propósito da revelação especial é conduzir o homem a Deus (Jo 14.6-11). Nela, encontramos o plano divino para a salvação de todo ser humano. A revelação especial de Deus foi dada aos homens tanto pelas Escrituras quanto pelo Verbo de Deus. Estes são os mais completos meios pelos quais Deus se revelou à humanidade (Mt 22.29; Jo 5.39). (Lições CPAD Jovens e Adultos 2008 » 4º Trimestre)

2.2. O Evangelho anunciado a Abraão.
É interessante ressaltar que o próprio Deus “anunciou primeiro o evangelho a Abraão” (Gl 3.8). A mensagem divina das boas-novas anunciava que Abraão seria abençoado e que a bênção alcançaria “todas as nações”. Aqui encontramos a continuidade da revelação do plano divino de salvação: a semente da mulher (Gn 3.15) viria por intermédio da descendência de Abraão. Mais adiante, Deus repete a promessa a Isaque (Gn 26.1-5)
25 - Vós sois os filhos dos profetas e do concerto que Deus fez com nossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra.
26 - Ressuscitando Deus a seu Filho Jesus, primeiro o enviou a vós, para que nisso vos abençoasse, e vos desviasse, a cada um, das vossas maldades.
(At 3.25,26)

2.3. A ação missionária na Terra Prometida.
Raabe, que acolheu os espias em sua casa, na cidade de Jericó, é um exemplo de pessoas que não era descendente de Abraão, mas, ao ouvir sobre os atos do poderosos de Deus, declarou: “porque o Senhor, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo da terra” (Js 2.11). A misericórdia e o amor de Deus alcançaram ela e todos que estavam em sua casa. Ela conta na genealogia de Jesus Cristo (Mt 1.5), e na galeria de heróis da fé (Hb 11.31). Afinal, a promessa feita a Abraão tem alcance mundial: “todas as famílias da terra”.

O alcance mundial aconteceu conforme demonstrado no quadro abaixo:























3. ISRAEL A NAÇÃO MISSIONÁRIA.
O projeto divino para Israel como nação escolhida por Deus foi que como tal pudesse exercer um papel missionário no mundo.

3.1. Israel, a nação testemunha.
Encontramos em Êxodo 19.4-6 que o propósito de Deus ao libertar Israel do Egito era que o povo se aproximasse dEle e fosse povo exclusivo dEle, sacerdotal e santo. Assim seria um povo separado para adorar a Deus e, então, fazer conhecido o caminho e a salvação do Senhor entre todos os povos, para que todos louvem e temam ao Deus todo-Poderoso (Sl 67). O apóstolo Pedro, inspirado pelo Espírito Santo, identifica a Igreja com as mesmas características e responsabilidades atribuídas a Israel (1Pe 2.9). É preciso que cada discípulo de Jesus Cristo conheça e viva este chamado e vocação.
Israel como povo testemunha:
Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;
Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.
E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.(Êx 19:4-6)
A igreja como povo testemunha:
Mas vòs sois a geração eleita, o sacerdòcio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;(1Pe 2.9)

3.2. Ação missionária dos profetas.
Autor da salvação e da obra missionária, Deus levantou profetas, homens que dEle recebiam diretamente uma mensagem de juízo ou despertamento para que o povo se voltasse para Sua presença (Am 3.7). Talvez a história do profeta Jonas seja um dos principais referenciais missionários do Antigo Testamento, por constar o mandato do Deus Missionário ao povo escolhido com relação a outro povo. Uma introdução à Grande Comissão entregue por Jesus Cristo à Igreja (Mt 28.18-20).
Jonas: A Misericórdia divina 
Jonas é, com certeza, um profeta bem diferente dos demais chamados de “menores”. Ele teve um chamado missionário, e fez o que foi possível para se eximir dessa vocação divina. Não é demais chamá-lo de egoísta (ele pensou em si mesmo, e não na nação á qual Deus o mandara ir), vingativo (ele desejava que os ninivitas fossem exterminados por Deus, por causa dos seus pecados e das atrocidades que cometeram) e orgulhoso (o senso nacionalista de Jonas era muito forte, fazendo-o crer que ele estava acima.
O pensamento de Jonas tinha alguma lógica. Ele não nutria bons sentimentos para com os assírios, pois estes eram pessoas muito más, e manifestavam sua maldade com os povos dominados, chegando a empalar os homens e abrir o ventre de mulheres grávidas vivas! A lógica de Jonas era, por assim dizer, baseada naquilo que Deus disse: “Vou destruir Nínive se a cidade não se arrepender”. Se Jonas não vai lá pregar, a cidade não vai se arrepender e Deus a destruirá. Mas Deus não pensava assim. Ele desejava que Jonas fosse cumprir sua missão.
Jonas é uma mostra do povo judeu do seu tempo. Um povo que desejava ver o julgamento de Deus contra seus inimigos. Um povo que deseja ser conhecido pelo nome de Deus, mas que foge da vontade desse Deus quando ela é manifesta. Fala também de um povo que precisava aprender que as nações podem ser perdoadas por Deus, e que Ele se importa com o bem-estar das nações, e não apenas de Israel.
A relação da Assíria com Israel não era das melhores. Israel pagava tributos à Assíria até que Jeroboão II rebelou-se. Nos dias de Jeroboão II, Israel começou a experimentar segurança como nação, e a Assíria, o declínio.
A visita de Jonas a Nínive deve ter ocorrido em 765 a.C, e levando em consideração que Nínive está distante de Israel 960 km (uma viagem que durava algo em torno de três meses), não é difícil entender que Jonas certamente levou um bom tempo para ser descoberto e lançado nas águas pelos marinheiros do navio.
Não raro, costumamos reprovar a atitude de Jonas quanto à ordem de Deus. Mas quantas vezes não nos identificamos com Jonas e sua rebeldia quando somos desafiados por Deus a obedecê-lo, e não o fazemos? Jonas é, portanto, um espelho para cada cristão: não precisamos aguardar que Deus aja de forma extrema conosco, como agiu com Jonas quando o conduziu a Nínive na barriga de um grande peixe, para que possamos obedecer a Sua vontade, qualquer que seja o mandado de Deus para nossas vidas(SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO,CPAD,2012)

3.3. O reino de Judá disperso e exilado.
Importante ressaltar que até durante o cativeiro de Judá ocorreu atividade missionária, por intermédio de judeus tementes a Deus, como os profetas Ezequiel e Daniel. Vide os testemunhos pagãos (2Cr 36.22-23; Dn 2.46-47; 6.25-27). Assim como, também, as sinagogas (“lugares de reunião”) contribuíram para disseminar, entre os judeus nascidos na dispersão e os habitantes das cidades em centenas de regiões fora da Palestina, as promessas divinas de restauração, a fé monoteísta dos judeus, os feitos poderosos de Deus ao longo da história e a expectativa da vinda do Messias, o Salvador do mundo. O próprio Jesus Cristo anunciava a chegada do Reino de Deus nas sinagogas. As sinagogas atraíam também os gentios, que eram despertados pela exposição das Sagradas Escrituras.(revista do professor)
3. Conhecendo as sinagogas.
Os Evangelhos também mostram que o Nazareno costumava pregar e ensinar nas sinagogas acerca do Reino de Deus (Lc 4.44; 13.10; Mt 12.9; Mc 1.39). No original, sinagoga (gr. synagōgē) tem o sentido de assembleia, congregação de pessoas. O Dicionário Bíblico Wycliffe registra que, no judaísmo, enquanto o Templo era o lugar do culto, a sinagoga tinha uma função educativa: era o local para o estudo da lei. Mas, com o passar do tempo, as sinagogas passaram a servir também como espaço para a adoração, principalmente para os judeus que moravam a grandes distâncias de Jerusalém. Portanto, diferentemente do Templo que era único, haviam muitas sinagogas espalhadas por toda a Terra de Israel nos tempos do Novo Testamento. Tanto é assim que a Igreja Primitiva, seguindo o exemplo do Mestre, floresceu anunciando o Evangelho em tais localidades (At 9.20; 13.5; 18.4). A preocupação dos judeus para a construção de sinagogas para o estudo das Escrituras serve como exemplo para os discípulos de Jesus. Tem a igreja dado o devido valor para a estrutura física da Escola Dominical? (CPAD Jovens e Lições Adultos Jovens 2015 » 2º Trim.)

CONCLUSÃO
O antigo Testamento está repleto de princípios bíblicos e registros de atividades missionárias. Deus já estava agindo para tornar conhecido Seu plano de salvação em toda a terra. Que cada discípulo de Cristo esteja consciente da responsabilidade de prosseguir com a obra missionária nesta geração.

Bibliografia
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Revista EBD Betel Dominical Professor - 3 trimestre 2017, ano 27, número 104 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/


1. Qual é o “verso misterioso”?
R: Gênesis 12.3.

2. Qual era o propósito de Deus ao libertar Israel do Egito?
R: Que o povo se aproximasse dEle e fosse povo exclusivo dEle, sacerdotal e santo (Êx 19.4-6).

3. Como o apóstolo Pedro, inspirado pelo Espírito Santo, identifica a Igreja?
R: Com as mesmas características e responsabilidades atribuídas a Israel (1Pe 2.9)..

4. O que trouxe o juízo de Deus ao reino de Judá?
R: A infidelidade (Jr 30.1-10).

5. O que Jesus reprovou dos fariseus?
R: Sua hipocrisia (Mt 23.15).

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Outra Revista muito boa sobre o tema foi publicada pela CPAD em 2007 - "A Igreja e a sua Missão", comentada pelo Pr. Elienai Cabral (Um luxo de Revista que a mantenho guardada na forma impressa no meu baú trancado a sete chaves).












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  Missões   
Duração: 5:20 minutos - Lauriete 

                                                                                                                                                                              

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