quarta-feira, 29 de maio de 2019

Lição 10 - O Culto Racional

Aula presencial dia 9 de Junho de 2019 

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  
Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de cortar, alterar e 
adicionar conteúdo para uso na sua EBD. 



Hinos sugeridos para essa Aula

5 - Ó Desce Fogo Santo

15 - Foi na Cruz

 93 - Há Trabalho Pronto











                                       

Lição 10 - O Culto Racional

A palavra culto aparece no original grego latreio que significa serviço.
Texto Áureo
“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Rm 12.1


“12.1 ... ‘sacrifício vivo’. Não significa um sacrifício físico literal, mas espiritual. No AT os sacrifícios eram literais. No NT, a ordem dos sacrifícios cotinua, mas dentro de uma perspectiva espiritual.
12.1 ... ‘que é o vosso culto racional’. Isto são nossos atos e serviços a Deus devem ser feitos conscientemente. A palavra culto aparece no original grego latreio que significa serviço. O termo ‘racional’ é o mesmo que razoável, inteligente, isto é, que saiba o que está fazendo, para que e como fazer esse culto. Não significa que devamos cultuar a Deus dirigidos pela nossa mente, mas devemos dispor a nossa mente para que o Espírito Santo dirija e oriente o nosso culto a Deus.
12.2 ... ‘e não vos conformeis com este mundo’. A que se refere? A palavra mundo no grego é kosmos, que significa: ordem de coisas; sistema. A palavra século no grego é aion e significa ‘o pensamento predominante da época’. Os dois termos ‘mundo’ e ‘século’ estão interligados nos significados. Porém, o conselho de Paulo: ‘É não vos conformeis com este mundo’ significa não entrar na forma do mundo, mas na forma de Deus. A forma do mundo é o sistema espiritual satânico que domina o mundo das criaturas humanas” (CABRAL, Elienai. Romanos: O Evangelho da Justiça. 8ª Edição. RJ: CPAD, 2005, p.135).
Devemos tomar cuidado para que o culto a  Deus não seja mecânico e formal, rotineiro, mas um culto espiritual, que é oferecido no cotidiano da vida do crente.
“Cristianismo não é apenas ir à igreja aos domingos. É viver 24 horas por dia com Jesus Cristo” (Billy Graham).



Verdade Aplicada
Tanto o intelecto como nossas emoções devem estar envolvidos no culto oferecido a Deus, de acordo com a Sua Palavra.



Objetivos da Lição
1 - Explicar o que é adoração;
2 - Descrever os elementos do culto racional;
3 - Explicar os aspectos de uma pregação relevante.



Motivo de Oração
Ore pelo pastor e sua liderança local.




Efésios 5.15,18-21 
15 - Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios,
18 - E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito,
19 - Ealando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais,  cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração,
20 - Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,
21 - Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus.



INTRODUÇÃO 
Os elementos do culto devem sempre centralizar a Deus como objeto do nosso.



1. A ADORAÇÃO 
Deus deve ser adorado não somente pelo que Ele pode nos dar ou oferecer, mas, sim, pelo que Ele é, por Sua grandeza e Seus atributos (SI 48.1; 145.1-3).

1.1  Adorar. 
Adorar a Deus é inclinar-se diante de Sua grandeza e bendizer o Seu santo nome: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome." (SI 103.1).
Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos! Ajoelhemos diante do SENHOR que nos criou” (Sl 95.6).
“ADORAR. sāhāh: ‘adorar, prostrar-se, curvar-se’. Esta palavra é encontrada no hebraico moderno no sentido de ‘curvar-se’ ou ‘inclinar-se’, mas não no sentido geral de ‘adorar’. O fato de que ocorre mais de 170 vezes na Bíblia hebraica mostra algo do seu significado cultural. Aparece pela primeira vez em Gênesis 18.2. O ato de se curvar em homenagem é feito diante de um superior ou soberano. Davi ‘se curvou’ perante Saul (1Sm 24.8). Às vezes, é um superior social ou econômico diante de quem a pessoa se curva, como quando Rute ‘se inclinou’ à terra diante de Boaz (Rt 2.10). Num sonho, José viu os molhos dos seus irmãos ‘inclinando-se’ diante do seu molho (Gn 37.5,7,8). A palavra sāhāh é usada com o termo comum para se referir a ir diante de Deus e na adoração (ou seja, adorar), como em 1 Samuel 15.25 e Jeremias 7.2. Às vezes está junto com outro verbo hebraico que designa curvar-se fisicamente, seguido por ‘adorar’, como em Êxodo 34.8: ‘E Moisés ... encurvou-se [‘adorou’ — ARA]’. Outros deuses e ídolos também são o objeto de tal adoração mediante a ação de se prostrar diante deles (Is 2.20; 44.15.17)” (VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR., William. Dicionário Vine. 7ª Edição. RJ: CPAD, 2007. p.31).
(João 4.23-24)
23 — Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
24 — Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.
Em João 4, Jesus, no diálogo com a mulher samaritana, faz uma declaração a respeito da natureza de Deus. ‘Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade’ (v.24). Embora nenhum desses dois usos da palavra ‘espírito’ aludam diretamente ao Espírito Santo, a noção de que a adoração deve acontecer em espírito e verdade pressupõe a atividade do Espírito da verdade que leva o crente à verdadeira adoração” (ZUCK, Roy. Teologia do Novo Testamento. 1ª Edição. RJ: CPAD. 2008. pp.190.221).
Adorar em espírito e em verdade. A vivência da adoração não é algo limitado a um aspecto físico — um determinado local, por exemplo —, muito menos pode ser fundamentada sobre opiniões ou tradições míticas. A verdadeira adoração é “em espirito”, ou seja, é uma experiência que tem seu nascedouro no interior do homem, que mobiliza partes do ser homem que foram criadas por Deus para serem canal de comunicação entre o Criador e seus filhos (Pv 20.27). Além disso o louvor a Deus deve ser “em verdade”, isto é, por meio de uma “revelação” — que é o significado imediato da palavra grega (aletheia) (2Co 13.8). A verdade na vida de um adorador implica uma vida entregue realmente aos cuidados de Deus, onde Ele tem total comando, e onde é adorado não apenas nos momentos de comunhão do culto, mas também nos momentos da vida comum, como trabalho, estudos, família e demais relacionamentos onde Deus também deve se manifestar. (Lições CPAD Jovens » 2016 » 4º Trim.)

1.2  Louvor.                      
“Cada dia te bendirei e louvarei o teu nome pelos séculos dos séculos” (Sl 145.2).
[...] Louvamos a Deus por causa do que Ele é (SI 47.6-7) e por aquilo que Ele faz.
Louvor: expressão da alma.
É interessante notar o quanto os poetas utilizam a música para revelar o que ocorre nas sombras de sua intimidade. O salmista Davi escreve: “Sara a minha alma, porque pequei contra Ti.” (Sl 41.4). O mesmo Davi também exclama: Bendize, o minha alma, ao Senhor.” (Sl 103.1) O louvor é utilizado (seja em poesia ou em lágrimas) como expressão da profundidade da alma.
Muitas pessoas associam o louvor somente à alegria. Poucos conseguem compreender o louvor que nasce da crise. [...].O hino 126 da Harpa Cristã, de autoria de Frida Vingren, “Bem-aventurança do crente”, tem uma frase emblemática: “Os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação e do céu as lindas melodias se ouviram na escuridão”. O louvor que enfrenta a dor parece rasgar a alma. Ele vem das profundezas de uma interioridade inflamada, e, na contramão da alegria, produz salmos. Vivemos numa sociedade (e igreja) viciada em sucesso, que conspira contra a ideia da dor. Parece ser proibido sofrer, na atualidade. Contudo, são nessas crises, noites assustadoras, que o louvor se levanta como triunfo. Por isso é que o apóstolo Paulo louvou de forma tão bela: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente.” (2Co 4.17).

(Revista Betel, jovens e adultos 3 trim 2016)

1.3  Dizímos e Ofertas. 
Como visto anteriormente, a adoração a Deus não está limitada ao louvor, pois diversas ações expressam o reconhecimento a Deus. Dentre estas ações de adoração registradas na Bíblia encontramos: dizimar e ofertar.
Definição. Os dízimos e ofertas, entregues a Deus com ações de graças, são um dos maiores atos da devoção cristã: testemunham de que lhe reconhecemos o senhorio supremo e inquestionável sobre todas as coisas; e evidenciam que lhe aceitamos o império de sua vontade sobre todas as coisas que possuímos.

Em nosso Dicionário Teológico, definimos assim o dízimo: "Oferta entregue voluntariamente à Obra , constituindo-se da décima parte da renda do adorador (Ml 3.10).[...] Por meio das ofertas e dízimos, mostramos a Deus nossa alegria."Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria" (2 Co 9.7). (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2008 » 2º Trim.) 



2.  OS ELEMENTOS DO CULTO  
O culto deve seguir uma liturgia, e essa liturgia possui elementos distintos, que têm sua importância e significados.

O que é liturgia? O termo “liturgia” é derivado de um vocábulo do mundo político da Grécia Antiga, que foi incorporado ao contexto religioso. Definia-se como leiturgía o trabalho que um cidadão exercia em benefício da coletividade. Tal atribuição não era percebida como um encargo, mas com uma honra. Ações como serviço militar, responsabilidade em cargos políticos, construção de bens públicos, todos eram concebidos como leiturgía. Quando introduzida no campo religioso a palavra passou a designar a organização dos elementos cúlticos com a finalidade de prestar adoração e louvor a Deus de forma coletiva e saudável. Em o Novo Testamento textos como 2 Coríntios 9.12; Filipenses 2.17 e Hebreus 8.6, utilizam o termo que é traduzido, respectivamente, como administração, serviço, ministério. Pode-se assim notar que a liturgia não tem um fim em si mesma, mas tem como objetivo contribuir para que cada elemento do culto cumpra seu papel principal, que é colaborar na adoração. (Lições CPAD Jovens » 2016 » 4º Trim.) 

2.1  A Oração. 
A oração é uma atividade indispensável na vida do discípulo de Cristo. A oração é uma prática que faz a diferença.
Se tratando da oração a maioria das igrejas está regredindo, pois não priorizam mais as reuniões de orações. A EBD visa o aperfeiçoamento da igreja, portanto se em sua congregação a oração não é prioridade,esta lição pode ser um canal, para que conceitos relacionado à oração sejam revistos.
Individualmente o cristão precisa ter um período diário de oração, temos um exemplo sobre o assunto no A.T, todavia se aplica aos nossos dias. (Dn6.10).
Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. (Daniel 6:10)
[...] Também creio que o melhor momento para a maioria das pessoas é conseguir ficar a sós com Deus é de manhã - este período pode determinar como será o restante do seu dia. Deus deseja que você seja um servo melhor e mais efetivo possível. Então Ele mostrará e lhe dirá coisas que farão a diferença em momentos de crise durante as próximas doze horas, mais ou menos. Depois de você conversar com o Senhor e caminhar com Ele durante as suas tarefas do dia, Ele o fortalecerá e o encorajará a fazer de cada momento do seu dia um ato de adoração".
(JEREMIAH, D. O desejo do meu coração. RJ: CPAD, 2006, p.56.)

Coletivamente a igreja precisa se reunir para oração.
Certa ocasião, Pedro e João estavam subindo ao templo na hora da oração, isto é, às três horas da tarde. At. 3.1(KJA)
“Combinando oração com jejum
O exercício espiritual de jejuar e orar longamente, em face de uma necessidade urgente, não pode ser encarado como um artifício para se obter a atenção de Deus ou sua aprovação àquilo que desejamos. Apesar de o jejum ter consigo mesmo uma recompensa toda peculiar, tal recompensa diz respeito mais àquele que jejua do que ao objetivo final da oração. A prática da oração associada ao jejum deve resultar numa percepção espiritual mais aguçada e num aumento de fé. A oração e o jejum podem trazer valiosas contribuições à vida do crente ou de toda a congregação, embora nunca se deva permitir que sua prática degenere numa formalidade vazia ou numa tentativa de manipular Deus [...]”.

(BRANDT, R. L.; BICKET, Z. J. Teologia bíblica da oração. 3.ed., RJ: CPAD, 2003, pp.275-6.)

2.2  A Música. 
A música tem o poder de influenciar nossa vida de maneira profunda. O livro dos Salmos era o hinário do povo de Israel no Antigo Testamento.
"Louvai ao Senhor com harpa, cantai a ele com saltério de dez cordas. Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo" (Sl 33.2,3).
Professor, para aguçar a curiosidade de seus alunos, questione-os sobre o significado da palavra "Haleluia". Depois de ouvir as respostas, informe-os que o termo procede do hebraico halal, "louvor", "júbilo", e da contração, Yah, do nome sagrado Yahweh, traduzido "já" em algumas versões do Sl 68.4. Literalmente significa "Louvemos a Yâh (Já)" ou "Louvemos ao Senhor". O modo imperativo, "louvemos", é um convite litúrgico para celebrarmos o glorioso nome do Senhor nosso Deus. (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2008 » 2º Trim.) 

2.3  O Centro do Culto. 
Certamente que o centro da adoração deve ser o Deus Uno e Trino. Entretanto, infelizmente, não é isso que às vezes vemos. Muitos dão ênfase em demasia aos anjos, sem contar o antropocentrismo exacerbado. Muitos louvores têm enaltecido o homem, a bênção material e financeira, como o centro do culto. Em muitas letras de canções evangélicas não se louva mais ao Senhor Deus, ficando este em segundo plano e até mesmo esquecido.
“O formalismo cansa a Deus
O culto levítico fora instituído, a fim de que Israel adorasse a Deus de forma verdadeira e amorosa (Lv 20.7). Os seus vários sacrifícios, oferendas e oblações deveriam ser subentendidos como figuras dos bens futuros (Hb 10.11). Infelizmente, os israelitas passaram, com o decorrer do tempo, a adorar a própria adoração. Acabaram por considerar o culto superior ao cultuado. E isso trouxe-lhes consideráveis prejuízos. Haja vista o que aconteceu à serpente de bronze (Nm 21.8; 2Rs 18.4). Na vida dos judeus, cumprira-se o que, certa feita, afirmou Charles Montesquieu: ‘A maior ofensa que se pode fazer aos homens é tocar nas suas cerimônias e nos seus usos’. De tal maneira o formalismo contagiou os judeus que, no tempo de Jeremias, passaram eles a considerar o Templo do Senhor como mais importante que o Senhor do Templo (Jr 7.4). Achavam que, apesar de suas iniquidades, os sacrifícios e oblações, que pensavam eles endereçar ao Altíssimo, ser-lhes-iam mais do que suficientes para torná-los aceitáveis diante de Deus (Jr 3.1-15). Como estavam enganados! [...] Assim é o cristianismo nominal” (ANDRADE, Claudionor, de. Fundamentos Bíblicos de um Autêntico Avivamento. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2004. p.128).
As musicas cantadas pela igreja deve estar contextualizadas na palavra de Deus e também ser inspirada pelo Espírito Santo. Quando Davi tocava seu instrumento algo sobrenatural acontecia, até os espíritos imundos eram incomodados.(1Sm 16.23)



3. A PREGAÇÃO RELEVANTE  
A pregação para ser relevante deve seguir o padrão das sagradas escrituras

3.1  Bíblica. 
Um dos maiores desafios para pregar na atualidade é o pregador manter-se fiel aos ensinamentos bíblicos, explanando-os e aplicando-os às necessidades dos ouvintes.
O costume de usar um texto das Escrituras como base para a pregação é remoto. Jesus Cristo foi o mestre dos mestres na comunicação da Palavra. Ele usou sua Bíblia, o Antigo Testamento, como base para Suas prédicas e a primeira referência que se tem à pregação púbica de Jesus na sinagoga foi em Nazaré, a cidade onde tinha sido criado (Lc 4.17-19)
Alimentando a alma. Alimentar as ovelhas com a Palavra de Deus é o principal dever do pastor (Jo 21.15-17; At 20.27,28). Além de prover alimento para o rebanho, tem ele a obrigação de protegê-lo e zelar por sua integridade moral e espiritual (At 20.28-31).
Muitos são os que pervertem o Evangelho, ensinando doutrinas estranhas e corrompidas (1 Tm 1.3). O ensino deve ser genuinamente bíblico. O pastor que não ensina a Palavra de Deus terá uma igreja problemática e suscetível às apostasias.

3.2  Contextualização.
Também chamada de aplicação, a contextualização é a ligação da mensagem bíblica com a realidade dos ouvintes, ou seja, contextualizar é atualizar a mensagem do texto bíblico, após interpretação responsável, e torná-la relevante ao momento atual. Precisamos considerar a realidade dos ouvintes, suas demandas, necessidades, cultura, dialetos e costumes.
Professor, explique para os alunos que a contextualização é realizada de forma eficaz, quando há a inspiração do Espírito Santo na vida do pregador. Quando lemos sobre as primeiras conversões notamos alguns pontos relevantes:
Pedro utiliza textos de Salmos em sua pregação (At 2.34), suas palavras eram cheias de virtude do Espírito Santo.
Os que são chamados para a responsabilidade de transmitir a palavra de Deus não podem e não devem negligenciar este ministério, pois é o seu dever, sempre ter uma palavra vinda de Deus à necessidade atual da igreja. 

3.3  Cristocêntrica.
Assim como o centro do culto deve ser Deus, não devemos esquecer que Jesus Cristo é a revelação máxima de Deus ao homem. Sendo assim. Ele deve ser o centro da pregação, pois nEle, o mistério que esteve oculto desde todos os séculos e todas as gerações, se manifestou a nós através da fé (Cl 1.26)
"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus" (1 Co 1.18).
A pregação evangélica eficaz é aquela que tem a cruz de Cristo como mensagem central e a autoridade e o poder do Espírito Santo como fundamentos. (Pr. Antonio Gilberto,2009)
1 - E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria.
2 - Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado.(1Co 2.1-2)
"A pregação da cruz (1 Co 1.17,18,23; 2.1,4,5)
Esses versículos nos mostram que a pregação do Evangelho e a sabedoria humana são mutuamente exclusivas! A morte de Cristo e a proclamação dessa morte pareciam totalmente absurdas aos gentios. Mas, se Paulo tentasse tornar mais atrativa sua pregação por meio do uso de palavras de sabedoria e eloqüência humanas, estaria atraindo os ouvintes a si, e era isso mesmo que desejava evitar. Ele queria tornar seus ouvintes seguidores de Jesus Cristo, e não de líderes humanos. A pregação da cruz tem por objetivo conduzir homens e mulheres a Jesus (Jo 12.32). Se por meio de eloqüência natural e da sabedoria humana os ouvintes se sentem mais atraídos ao pregador que ao próprio Cristo, a cruz é anulada (1.17).
Os gregos da antiguidade se vangloriavam por sua sabedoria. Naturalmente, não é pecado buscar a verdade e a sabedoria. É pecado, contudo, acreditar que os seres humanos podem chegar até Deus e saber o que é bom mediante a sua própria sabedoria.
Paulo usa linguagem forte em 1.27,28. As coisas loucas do mundo irão envergonhar os sábios e as coisas fracas do mundo irão envergonhar os fortes".
(HOOVER, T. R. Comentário Bíblico: 1 e 2 Coríntios. RJ: CPAD, 1999, pp.25-26.)




CONCLUSÃO
O culto racional é aquele que oferecemos a Deus de forma integral. Todo elemento e liturgia do culto serve ao propósito de enaltecer e engrandecer o nome do Senhor.



QUESTIONÁRIO

1. O que é adorar a Deus ?
R.: É inclinar-se diante de Sua grandeza e bendizer o Seu santo nome (Sl 103.1).

2. O que é Oração ?
R.: É uma atividade indispensável na vida do discípulo de Cristo (Sl 106.23).

3. Quando a música teve início ?
R.: No céu (Jó 38.4-7).

4. Quem deve ser o centro da pregação ?
R.: Jesus Cristo (Cl 1.26).

5. O que o próprio Jesus afirmou ?
R.: Que toda a Escritura testemunhava dEle (Lc 24.27).



BIBLIOGRAFIA

[1] Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - ARC
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Bíblia do Culto - Editora Betel
Revista EBD Betel Dominical Professor - 2 trimestre 2019, ano 29, número 111 - Editora Betel


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Olá Estimado Professor, segue abaixo o material de apoio que encontrei para acrescentar algo mais na sua preparação de Plano Aula.