terça-feira, 23 de abril de 2019

Lição 4 – A história da Igreja até a Reforma Protestante

Aula presencial dia 28 de Abril de 2019 

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  
Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de cortar, alterar e 
adicionar conteúdo para uso na sua EBD. 


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Lição 4 - A história da Igreja até a Reforma Protestante

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Amados irmãos professores, o tema da nossa lição é muito atraente, envolvente e sem duvida nos estimula a procurar trazer o melhor, todavia é um assunto muito amplo para se ensinar em uma hora. O nosso comentarista deixa bem claro que o objetivo é fazer uma explanação. Note na síntese abaixo quantos pontos relevantes teríamos que abordar:
O período da igreja antiga e medieval abrange os primeiros 1.500 anos da história cristã, desde a era apostólica até a véspera da Reforma Protestante. Esse longo período inclui importantes movimentos como a era dos pais da igreja, o monasticismo, as cruzadas, o escolasticismo e o renascimento. Dois grandes ramos do cristianismo se destacam nestes séculos: a Igreja Ortodoxa Grega (Igreja Oriental) e a Igreja Católica Romana (Igreja Ocidental). Entre seus grandes vultos estão Irineu de Lião, Tertuliano de Cartago, Orígenes, Cipriano, Atanásio, Agostinho de Hipona, Gregório Magno, Anselmo de Cantuária, Tomás de Aquino e muitos outros. ( cpaj.mackenzie.br/historia-da-igreja/igreja-antiga-e-medieval)
Portanto, deixe claro que você estará abordando somente alguns pontos importantes que o nosso comentarista já colocou em evidencia na lição, desse período de 1500 anos (aproximadamente). Didaticamente não seria viável tentar esgotar o tema...



Texto Áureo
“O Senhor tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo." (Sl 103.19)



Verdade Aplicada
O estudo da história da Igreja contribui para evitar os erros do passado, conhecer melhor a missão e cumprir com fidelidade nossa tarefa.



Objetivos da Lição
1 - Explanar a história da Igreja até a Reforma Protestante;
2 - Descrever os pontos que fizeram a Igreja se desviar do seu propósito inicial;
3 - Explicar a importância da Reforma para os nossos dias. 



Motivo de Oração
Ore para que Deus levante mais pessoas comprometidas com a Sua Palavra.





Daniel 2.19-22 
19 - Então foi revelado o segredo a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou a Deus do céu.
20 - Falou Daniel, e disse: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força;
21 - Ele muda os tempos e as horas; ele remove reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos entendidos.
22 - Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.




INTRODUÇÃO 
A história da Igreja é repleta de altos e baixos. 
Como participantes desta história, devemos deixar legado para as gerações posteriores de compromisso e responsabilidade com a Palavra de Deus.



1. A HISTÓRIA DA IGREJA ATÉ CONSTANTINO 
A história da Igreja não acaba no livro de Atos dos Apóstolos. O próprio livro não termina com uma conclusão. (At 28.31).

Obs. Nós somos a continuação da historia da igreja (sec. XXI)

1.1  O Período da Perseguição.
Os primeiros três séculos são caracterizados pela perseguição e martírio.
Jesus já havia alertado os discípulos acerca da perseuição:
“Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa” (Mt 5.11




Com os termos da Grande Comissão a ecoar-lhes nos ouvidos, sabiam os santos apóstolos que a Igreja não poderia circunscrever-se a Jerusalém (Mt 28.19,20). Mas quando sair à Judéia? Quando alcançar Samaria? E quando atingir os mais distantes lugares da terra? Estando ainda estas perguntas por se responder, eis que o martírio de Estêvão precipita a dispersão da Igreja de Jerusalém.
Ao relatar o evento, escreve Lucas: “Mas os que andavam dispersos iam por toda parte anunciando a palavra” (At 8.4). Por conseguinte, quando aqueles piedosos varões puseram-se a sepultar o corpo de Estevão, não sabiam eles estarem, na verdade, semeando uma semente que, de imediato, multiplicar-se-ia dentro e fora dos termos de Jacó. Não foi exatamente isto o que ensinara o Senhor: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto” (Jo 12.24). Mais tarde, confirmaria o doutíssimo Tertuliano as palavras do Cristo: “O sangue dos mártires é a semente da Igreja”. (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2011 » 1º Trim.)

1.2  O Período Apologético.                     
Apologético:
1. [Teologia] Defesa argumentativa de que a fé pode ser comprovada pela razão;
2. [Por extensão] Defesa persistente de alguma doutrina, pensamento, teoria ou idéia.
Apologética Cristã é a ciência que defende a fé Cristã. Há muitos céticos que duvidam da existência de Deus e/ou atacam a crença no Deus da Bíblia. Há muitos críticos que atacam a inspiração e inerrância da Bíblia. Há muitos falsos professores que promovem doutrinas falsas e negam as verdades básicas da fé Cristã. A missão da apologética Cristã é combater esses movimentos e promover o Deus Cristão e a verdade Cristã. (https://www.dicionarioinformal.com.br/apologético) visitado em 21/04/19



Gnosticismo. Os gnósticos deram muito trabalho às igrejas dos tempos apostólicos. Seu pior período ocorreu em 135-160 d.C. Seus ensinamentos não passavam de enxertos das filosofias pagãs nas doutrinas cristãs mais importantes. Eles negavam o cristianismo histórico, afirmando que o Senhor Jesus jamais teve um corpo como o nosso. Segundo eles, o corpo de Cristo existia apenas aparentemente.
A Bíblia é incisiva: “O Verbo se fez carne” (Jo 1.14); “todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus” (1 Jo 4.3). É bom lembrar que os escritos de João são do final do primeiro século e compostos na cidade de Éfeso, então capital da Ásia Menor, onde surgiu o gnosticismo. (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2008 » 1º Trim.)

1.3  Constantino.


A era Constantino. Em 313, o imperador romano Constantino, depois de se tornar “cristão” de forma inusitada, decretou, no chamado Edito de Milão, a liberdade de culto, terminando por oficializar o cristianismo como uma religião estatal. Foi assim que se deu o espúrio e danoso casamento da Igreja com o Estado. Tanto é verdade que o primeiro Concílio da Igreja, ocorrido em 325, foi convocado por ele. (Lições CPAD Jovens » 2015 » 3º Trim.)






2.  A IGREJA: DO ESTADO IMPERIAL À IDADE MÉDIA  
A Idade Média representa o esforço de traduzir as experiências da Igreja no mundo do Império Romano para o mundo germânico.

2.1  Fusão entre Igreja e Estado.
Constantino, governo romano, em troca de privilégios, proteção e ajuda, achava-se no direito de interferir em assuntos espirituais e teológicos.
Posteriormente Teodósio assumiu o governo e estabeleceu uma igreja imperial.
Separação entre Estado e Igreja. A conscientização dos crentes a respeito da importância da participação política não significa a união entre o Estado e a Igreja. A propósito, o Senhor Jesus estabeleceu a clara separação entre esses dois ao ordenar: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Lc 20.25). As palavras do Mestre reforçam tanto a responsabilidade espiritual quanto social, enfatizando que Igreja e Estado possuem papéis bem distintos. A Igreja deve influenciar o governo, mas não pode confundir-se com ele. Quando o Estado tenta intervir na Igreja, ou vice-versa, os prejuízos são inevitáveis, com implicações que afetam a consistência doutrinária da cristandade. Foi o que ocorreu quando o imperador romano Constantino uniu a religião cristã com o Estado, incorporando elementos do paganismo. Por isso, a separação entre o Estado e a Igreja foi um ponto crucial defendido na Reforma Protestante. (Lições CPAD Jovens » 2015 » 2º Trim.)

2.2  A Idade Média.
Com o crescente declínio do Império Romano, com várias invasões por diferentes povos, gerando caos político e social, surge um cenário favorável para o fortalecimento institucional da Igreja.
Devemos ter sempre em mente que a igreja, durante esse período que estamos considerando,tinha no seu seio muita gente sem a conversão cristã; eram cristãos pagãos. Vejamos resumidamente, as causas dessa situação alarmante.Uma delas foi a atitude dos imperadores romanos que tornaram o cristianismo a religião da moda, cujo patrono era o governo imperial e à qual aderiram grandes multidões[...].
E também, os métodos missionários medievais tiveram como resultado a entrada para a igreja de multidão de germanos e de outros povos que nunca experimentaram a conversão cristã. O mal se agravou quando certos governos conquistadores passaram a obrigar os seus povos a aceitar o cristianismo,Prevalecia assim,na igreja grande massa de pagãos,imbuídos das idéias pagãs a respeito da religião e da moral,gente que de cristão tinha apenas o nome.
(Nichols,Robert Hastings;Historia da igreja cristã 11ª Ed,São Paulo,casa editora presbiteriana,2000)

Segundo o Pr.Elienai Cabral (2013) a Igreja Romana, na Idade Média, onde uma elite (o clero) governa a igreja e esta (os leigos) se torna refém daquela. É urgente resgatar o ideal da Reforma Protestante, ou seja, a “doutrina do sacerdócio de todos os crentes”, ou “Sacerdócio Universal”, reivindicada em 1 Pedro 2.9. Todos nós, obreiros ou não, temos o livre acesso ao trono da Graça de Deus por Cristo Jesus. Não tentemos costurar o véu que Deus rasgou!

2.3  Pré-reformadores.



Os pré-reformadores sabiam do poder da Palavra. Eles lutaram pela tradução da Bíblia ao idioma vernáculo. Sabiam que somente pelo conhecimento das Sagradas Escrituras o homem pode ter um encontro real com Deus através do Cristo ressuscitado. Esses homens (João Wycliffe, João Huss, entre outros) foram estigmatizados como hereges por colocarem na Bíblia o seu padrão de autoridade. Como se encontra o nosso compromisso com Deus através de Sua Palavra?
Estamos dispostos a sermos fiéis até a morte (Ap 2.10)?(Revista do Professor).

O que dizer sobre Catarina de Siena, Tereza Dávila — mulheres que denunciaram profeticamente a corrupção de Roma —, John Huss, John Wycliffe e tanto outros gigantes da história que aprouve ao Senhor nosso Deus levantá-los como verdadeiros profetas e profetisas?

À semelhança do Antigo Testamento, o ministério dos profetas neotestamentários, e na história da Igreja, sempre foi exercido nas raias da marginalização. Indo no caminho contrário ao que foi institucionalizado como certo, quando na verdade estava corrompido e longe dos desígnios de Deus. Foi assim no Antigo Testamento; assim ocorreu em o Novo Testamento; e vem acontecendo ao longo da rica história eclesiástica. Por que teria de ser diferente na contemporaneidade? (SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO, CPAD)



3. A REFORMA PROTESTANTE 


3.1  Lutero.



Ao fim da Idade Média, os ideais humanistas valorizavam os direitos individuais do cidadão e isso despertou nos cristãos a necessidade de reformar a Igreja, especialmente, o Clero (sacerdotes). Os abusos de Roma e a venda das indulgências deflagraram a Reforma em 1517, na Alemanha. O Monge Martinho Lutero rompeu com o catolicismo romano. Foi a partir da Reforma que, paulatinamente, os conceitos de liberdade, de tolerância religiosa, de democracia e de separação entre Igreja e Estado foram alçados ao status de direitos fundamentais. A Palavra de Deus mostra que a idéia de Estado e Igreja não dará bons resultados (At 4.1-7). Por isso, o Estado não deve interferir na Igreja nem a Igreja no Estado. Todavia, o povo de Deus jamais deve faltar com a sua voz profética diante das injustiças e pecados sociais. . (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2018 » 2º Trim.)

O movimento luterano espalhou-se como um forte reavivamento espiritual. [...]
Por sua grande doutrina bíblica do sacerdócio de todos os cristãos, Lutero libertou os homens do temor, libertos do medo, foram igualmente libertos do poder da igreja medieval e conduzidos a uma religião mais sincera e profunda. Cada individuo, ensinava ele, podia gozar de comunhão com Deus, pela fé sem intervenção do sacerdócio da igreja. O homem podia confessar os seus pecados a Deus e dele receber perdão.[...]
Cada um podia andar corretamente com o seu Deus, podia ser justificado por meio da fé sem as exigências da igreja papal.

Cada homem podia entender as escrituras pela iluminação da fé, e por ela entender a vontade de Deus. (Nichols, Robert Hastings; Historia da igreja cristã 11ª Ed, São Paulo, casa editora presbiteriana, 2000)

3.2  O Termo Protestante.



A Reforma se caracteriza especialmente pela luta contra as indulgências, que era uma forma de obter favores por parte de Deus. Foi nesta conjuntura que se retomou à teologia da graça, que é o favor imerecido de 'Deus por nós. Apesar de sermos santos e justos por meio de Cristo, o nosso relacionamento com Deus sempre é pautado na ação graciosa e misericordiosa por parte de Deus. Não somos merecedores, somos, sim, devedores a Deus e de uns aos outros. (Revista do professor)

3.3  As Bases da Reforma Protestante.



OS CINCO SOLAS
Os Cinco Solas são cinco frases latinas (ou slogans) que emergiram da Reforma Protestante, pretendia resumir os princípios teológicos básicos dos Reformadores em contraste com certos ensinamentos da Igreja Católica Romana da época. “Sola” significa “sozinho” ou “somente” e as frases correspondentes são:
Sola Fide, pela fé somente.
Sola Scriptura, somente pelas Escrituras.
Solus Christus, somente por Cristo.
Sola Gratia, só pela graça.
Soli Deo Gloria, glória somente a Deus.

Estas frases podem ser encontradas individualmente expressas nos vários escritos dos reformadores do século XVI, explicitamente ou implicitamente, mas não são apresentadas como uma lista. É mais provável que a lista de Solas surgiu mais tarde.

Somente pela Fé (Sola Fide)
A justificação é pela graça somente por meio da fé somente por causa de Cristo somente. Na justificação, a justiça de Cristo é imputada a nós como a única satisfação possível da perfeita justiça de Deus. Nossa justificação não se baseia em nenhum mérito que se encontre em nós, nem nos fundamentos de uma infusão da justiça de Cristo em nós, nem que uma instituição que reivindica ser uma igreja que nega ou condena a sola fide pode ser reconhecida como uma igreja legítima.

Somente a Escritura (Sola Scriptura)
A Escritura inerrante (a Bíblia) é a única fonte de revelação divina escrita, que por si só pode ligar a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser medido. É negado que qualquer credo, conselho ou indivíduo possa vincular a consciência de um cristão, que o Espírito Santo fala independentemente ou contrariamente ao que é estabelecido na Bíblia, ou que a experiência espiritual pessoal pode sempre ser um veículo de revelação.

Somente Cristo (Solus Christus)
Nossa salvação é realizada pela obra mediadora do único Cristo histórico. Sua vida sem pecado e expiação substitutiva são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai. É negado que o evangelho seja pregado se a obra substitutiva de Cristo não for declarada e a fé em Cristo e sua obra não for solicitada.

Somente pela Graça (Sola Gratia)
Na salvação somos resgatados da ira de Deus somente pela sua graça. É a obra sobrenatural do Espírito Santo que nos leva a Cristo liberando-nos da nossa escravidão ao pecado e elevando-nos da morte espiritual para a vida espiritual. É negado que a salvação seja em qualquer sentido uma obra humana. Métodos humanos, técnicas ou estratégias por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida por nossa natureza humana não regenerada.

Somente para Gloria de Deus (Soli Deo Gloria)
Afirma-se que, porque a salvação é de Deus e foi realizada por Deus, é para a glória de Deus e que devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossas vidas inteiras diante do rosto de Deus, sob a autoridade de Deus e somente para a sua glória. É negado que possamos devidamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se a auto-aperfeiçoamento, a auto-estima ou a auto-realização puderem se tornar alternativas ao evangelho.



CONCLUSÃO




QUESTIONÁRIO

1. Qual igreja é considerada como perseguida  ?
R.: Esmirna  (Ap 2.10-11).

2. Por que muitos fabricantes de ídolos se opuseram ao cristianismo ?
R.: Devido à adoração exclusiva a Cristo e à ausência de imagens  (At 19.2).

3. Qual heresia a Igreja Primitiva já tinha combatido no período dos apóstolos Paulo e João ?
R.: O Gnosticismo (Cl 2.8; 1Jo 2.22).

4. Qual é o caminho que nos leva a Deus ?
R.: Jesus O Caminho (Jo 14.6).

5. Qual passagem bíblica impactou a vida de Lutero ?
R.: Romanos 1.17 : "O justo viverá pela fé".



BIBLIOGRAFIA

[1] Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - ARC
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Bíblia do Culto - Editora Betel
Revista EBD Betel Dominical Professor - 2 trimestre 2019, ano 29, número 111 - Editora Betel


                              AGORA VAMOS A VÍDEO AULA SOBRE ESTA LIÇÃO.  TENHA BOM ESTUDO !                             
    
   






                                                                                                                                                                              
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Olá Estimado Professor, segue abaixo o material de apoio que encontrei para acrescentar algo mais na sua preparação de Plano Aula.

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CONSTANTINO CRIOU O CRISTIANISMO ?
APENAS 5 MINUTOS - Bp. Walter McAlister

AULA - OS PRÉ-REFORMADORES ?
APENAS 35 MINUTOS - http://bomcaminho.org/



Material de Apoio
Enviado pelo irmão T.Mendes

Embora cada subitem desta Lição 4 discorra uma narrativa de fatos específicos da história da Igreja, aliado a dois bem aplicados objetivos da lição, foi observado palavras e frases chaves para lançar reflexão séria à Igreja, a saber:

1.1 - "Perseguições e Martírios"
1.3 e 2.1 - "Fusão entre Igreja e Estado"
2.3 - "alguns homens se levantaram contra a Igreja medieval e contra o papado... pois pregavam a autoridade da Bíblia"
3.1 - "Não se poderia aceitar a infalibilidade papal"
3.2 - "abusos do sistema de indulgência"
3.3 - "livrá-la de todos os falsos ensinos e práticas corruptas"

Discorrerei estes destaques na identificação de como são HOJE ímpetrados na Igreja Evangélica. (Irmão T.Mendes esta desenvolvendo esta reflexão nos comentários abaixo, leia, participe e fique livre para interagir)