terça-feira, 27 de novembro de 2018

Lição 9 - Arrependimento, o Caminho para o Reavivamento

Aula presencial dia 2 de Dezembro de 2018 


Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  Faça bom uso !  Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de cortar, alterar e adicionar conteúdo. Não deixe de Divulgar e Compartilhar nas Redes Sociais !



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1 - Mostrar quais foram as atitudes para que houvesse o reavivamento;
2 - Destacar os conteúdos práticos experimentados por Neemias que nos são muito úteis na atualidade;
3 - Identificar como Neemias analisava o progresso da obra que o Senhor lhe havia confiado

 Texto Áureo
"Aparta-te do mal e faze o bem;
e terás morada para sempre" (Sl 37.27)

Verdade Aplicada
Sem o firme compromisso com a Palavra de Deus,
nenhum avivamento se mantém.

Motivo de Oração
Peça a Deus que derrame Seu amor e 
Sua graça sobre o Brasil.

Hinos sugeridos.

593 - Estou Seguro

611 - Cristo, Comandante

631 - Neste Lugar




 Neemias 9.1-4 
1 - E, no dia vinte e quatro deste mês, se ajuntaram os filhos de Israel com jejum e com sacos e traziam terra sobre si.
2 - E a geração de Israel se apartou de todos os estranhos, e puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniquidades de seus pais.
3 - E, levantando-se no seu posto, leram no livro da lei do Senhor, seu Deus, uma quarta parte do dia; e, na outra quarta parte, fizeram confissão; e adoraram ao Senhor, seu Deus.
4 - E Jesua, Bani, Cadmiel, Sebanias, Buní, Serebias, Bani e Quenani se puseram em pé no lugar alto dos levitas e clamaram em alta voz ao Senhor, seu Deus.




IMPORTANTE
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ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. Atitudes para o Reavivamento
2. Oração pelo Povo
3. O povo e o Firme Concerto
Conclusão


                   


Lição 9 - Arrependimento, o Caminho para o Reavivamento

Inicie a aula perguntando:
O que é arrependimento mesmo?      

O arrependimento e seu significado.
O termo usado para arrependimento é “metanoeo” (Gr), e não se restringe apenas a uma mera tristeza pelo pecado, significa uma mudança de pontos de vista, de pensamento e de propósito (At 2.38; 3.19). O catecismo de Westminters definiu assim o significado do arrependimento: “arrependimento é a graça salvadora, pela qual o pecador, sentindo verdadeiramente o seu pecado, e lançando mão da misericórdia de Deus em Cristo, e sentindo tristeza por causa do seu pecado e ódio contra ele, abandona-o; e aproxima-se de Deus, fazendo o firme propósito de, daí em diante, ser obediente a Deus” (At 11.18; 20.21). Em suma, o arrependimento faz com que o homem pecador passe a odiar coisas que antes amava e a amar as coisas que outrora odiava (Sl 119.128).
O verdadeiro arrependimento vai resultar em mudança de comportamento (Lc 3.8-14; At 3.19). O pecador arrependido se propõe a mudar de vida e voltar-se para Deus; o resultado prático é que ele produz frutos dignos do arrependimento (Mt 3.8). É como um viajante que descobre estar viajando num trem errado. Ao descobrir, ele desce e toma a direção correta. Assim é o arrependimento.(Revista Betel 4º trim,2017)
Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,(At 3:19).
Para mais informações visite:
Lição 4 - Conhecendo o arrependimento bíblico e frutífero(lição 4 betel, 2017, 4 trim)

O que é reavivamento?
O verbo hebraico hyh (avivar) tem o significado primário de "preservar" ou "manter vivo". Porém, "avivar" não significa somente preservar ou manter vivo, mas também purificar, corrigir e livrar do mal. Esta é uma conseqüência natural em toda vez que Deus aviva. Na história de cada avivamento, dentro ou fora da Bíblia, lemos que Deus purifica, livra do mal e do pecado, tira a escória e as coisas que estavam impedindo o progresso da causa .[...] Encontramos no Novo Testamento grego um conjunto de palavras que expressam o conceito básico de avivamento. São elas: 'egeíro, 'anastáso, 'anázoe e 'anakaínoo. Outras palavras gregas comparam o avivamento ao reacender de uma chama que se apaga aos poucos (cf. 'anazopyréo em 2 Tm 1.6) ou uma planta que lança novos brotos e "floresce novamente" (cf. 'anaphállo em Fp 4.10).
( Rev. Josivaldo de França Pereira)
Para ler na integra ver: http://www.monergismo.com/textos/avivamento/avivamento_padrao.htm
APLICAÇÃO PESSOAL
Prezado professor, como já é do seu conhecimento, no passado Deus levantou alguns homens para trazer o avivamento espiritual para o seu povo. O Senhor não mudou. Hoje, em tempos de pós-modernismo, o Todo-Poderoso continua a levantar e a usar homens (“os homens são o método de Deus”) para que a chama do avivamento continue a arder em sua Igreja. Somente uma Igreja avivada poderá cumprir integralmente sua missão nesta Terra. Então, que você possa se colocar inteiramente nas mãos do Pai, orando como fez o profeta Habacuque: “Aviva, ó Senhor a tua obra no meio dos anos” (Hc 3.2). (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2007 » 1º Trim)
Habacuque: “Aviva, ó Senhor a tua obra no meio dos anos” (Hc 3.2).

Texto Áureo
"Aparta-te do mal e faze o bem; e terás morada para sempre" (Sl 37.27)

Verdade Aplicada
Sem o firme compromisso com a Palavra de Deus, nenhum avivamento se mantém.

Textos de Referência. 
 Neemias 9.1-4 
1 - E, no dia vinte e quatro deste mês, se ajuntaram os filhos de Israel com jejum e com sacos e traziam terra sobre si.
2 - E a geração de Israel se apartou de todos os estranhos, e puseram-se em pé e fizeram confissão dos seus pecados e das iniquidades de seus pais.
3 - E, levantando-se no seu posto, leram no livro da lei do Senhor, seu Deus, uma quarta parte do dia; e, na outra quarta parte, fizeram confissão; e adoraram ao Senhor, seu Deus.
4 - E Jesua, Bani, Cadmiel, Sebanias, Buní, Serebias, Bani e Quenani se puseram em pé no lugar alto dos levitas e clamaram em alta voz ao Senhor, seu Deus.

Introdução
O espírito renovador começa com a proclamação da Palavra. Quando a Lei foi lida, produziu uma profunda convicção da necessidade no coração dos que ouviram. O povo arrependeu-se de seus pecados e submeteu-se ao Senhor.

1. Atitude para o Reavivamento
O capítulo nove do livro de Neemias nos mostra que, após a festa (Ne 8.13-18), o povo de Israel se reuniu para realizar um dia nacional de confissão. Neste tópico, veremos quais foram as atitudes tomadas para que tivesse início o reavivamento.

1.1. A Importância do Jejum, da oração e da Leitura da Palavra de Deus
A narrativa bíblica diz que os filhos de Israel se ajuntaram com jejum e pano de saco, além de trazerem terra sobre si (Ne 9.1). Todos os que pertenciam à linhagem de Israel se apartaram de todos os estranhos que viviam ao redor e se humilharam perante o Senhor, confessando os seus pecados e as iniquidades de seus pais (Ne 9.2). A partir do anúncio da Palavra, o povo foi quebrantado e, com jejum e oração, reconheceu e arrependeu-se de seus pecados. Ainda hoje, a Palavra de Deus, a oração e o jejum são recursos relevantes para nós, pois nos ajudam a termos disciplina e santidade na caminhada cristã.
As palavras do evangelista Billy Graham, em seu sermão, três dias após os atentados terroristas contra os Estados Unidos: ‘Prostemo-nos perante Deus, humilhados, contritos, arrependidos, confessando os nossos pecados como cristãos, para que venha sobre nós um avivamento celestial’. Precisamos de avivamento contínuo da parte do Senhor, para que sejamos vencedores. Somente um real e contínuo avivamento é capaz de restringir, deter e neutralizar na igreja a atual avalanche de secularismo, de mundanismo, de comodismo, de conformismo, de transigência com o erro, com o pecado e com o mal.Segundo o modelo bíblico, o reavivamento resulta em santidade do crente em toda a sua maneira de viver (1 Pe 1.15). Se um avivamento não resultar nisso — nessa mudança de vida —, tudo não passará de mero entusiasmo, mecanicismo e emoção, como acontece com certos ‘avivamentos’ orquestrados pelos homens. O avivamento sob Esdras e Neemias, nesse sentido, obteve grandioso resultados (Ne 8; 9.1-38).A santificação deve ocorrer em ‘todo o vosso espírito, e alma, e corpo’, conforme lemos em 1 Tessalonicenses 5.23. Isso significa que devemos ser santos em nosso viver, e em nossa conduta — isto é, em nosso caráter, inteiramente —, e em nosso proceder, externamente. Mantenhamo-nos, pois, separados do mundo pecaminoso.Preparemos, pois, ‘o caminho do Senhor’ para o avivamento — ou reavivamento — celestial, como proclamou João Batista (Jo 3.3)”.  (GILBERTO, A. Verdades Pentecostais. RJ: CPAD, 2006, p. 26, 27 e 89.)


1.2. A Preparação do Povo
É interessante observar o período em que os israelitas permaneceram de pé, ouvindo a explanação da Palavra (Ne 9.3). Com o tempo dividido em vigílias, a quarta parte do dia (entende-se 12 horas para o dia e 12 horas para a noite) representaria 3 horas. É lamentável que a igreja brasileira, com raríssimas exceções, não resista a períodos de sequer um hora ouvindo a ministração da Palavra de Deus. Infelizmente, muitos, quando se trata de assistir "artistas" (evangélicos ou não), possuem forças para ficar aguardando, por cinco, seis ou mais horas seguidas. A preparação do povo através do ensino da Palavra de Deus, permitiu que os levitas se dirigissem em oração, da qual tornaremos a falar.
A igreja deve preservar a sã doutrina, mas só conseguirá tal intento mediante o estudo sistemático e ortodoxo da Palavra de Deus (Tt 2.1). Ainda que alguns na atualidade não dêem a devida importância à doutrina bíblica, sabemos da sua necessidade face aos perigos espirituais que rondam a Igreja do Senhor nesta era pós-moderna.O Senhor adverte-nos, em sua Palavra, de que nos últimos tempos haveria grande rebeldia e apostasia: “Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (1 Tm 4.1).Se a igreja não estiver atenta à voz do Espírito Santo e comprometida com o ensino bíblico ortodoxo, muitos crentes deixarão de amar a verdade, desviando-se da fé genuína em Cristo. Segundo a Palavra de Deus, nestes dias que antecedem a manifestação do Anticristo, haverá um tempo de grande apostasia (2 Ts 2.3,4). Redobremos a vigilância! (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2011 » 2º Trim)

1.3. O Testemunho diante dos Inimigos
Naquele momento, Israel era inferior numericamente em relação aos seus inimigos. Contudo, a leitura bíblica e, consequentemente, a lembrança das promessas de Deus fez-lhes renascer a fé. O mesmo deve acontecer conosco. Nossa fé deve ser despertada pelo constante contato com a Palavra do Senhor. Trazer vividas na mente as Suas promessas nos ajuda a prosseguir. Lembremo-nos de que Deus está com o Seus povo e o fortalece (Rm 8.31; Fp 4.13).
O exemplo dado daquela época deve encorajar os cristãos que se julgam insignificantes.O livro de Neemias é um verdadeiro testemunho da relevância do estudo detalhado da palavra de Deus,,arrependimento, quebrantamento e da oração na vida do povo de Deus.São aspectos fundamentais no relacionamento com Deus.Aproveitemos esta lição para enfatizar a urgente necessidade de a igreja intensificar a pratica destes exercícios espirituais.(Revista do professor)

2. Oração pelo Povo
Os levitas tiveram o cuidado de iniciar o período de oração com adoração. Podemos verificar três partes importantes nessa oração:
1) eles contemplaram a majestade de Deus;
2) eles exaltaram Seu poder;
3) eles descreveram Seus graciosos feitos em favor do Seu povo
“Charles C. Finney foi um dos principais evangelistas da América do Norte. Nasceu em 1792, num lar sem qualquer influência evangélica. A princípio, tornou-se professor de escola primária e, mais tarde, aprendiz num escritório de advocacia no Estado de Nova Iorque. Enquanto estudava para prestar exames na faculdade de Direito, descobriu que a Bíblia era o alicerce das leis norte-americanas. [...] Com idade de vinte e nove anos, Finney rendeu sua vida a Cristo e abandonou seus planos de se tornar advogado para pregar o Evangelho, imediatamente, o reavivamento acompanhou a prédica de Finney. Pessoas eram arrebanhadas para o Reino de Deus em reavivamento após reavivamento.
A oração era o principal ingrediente no sucesso de Finney. Tudo quanto fazia era precedido pela oração.
A clássica obra de autoria de Finney, Lectures on Revivais of Religion [Palestras sobre Reavivamento da Religião], [...]. Do capítulo ‘The Spirit of Prayer’, temos este impressionante trecho:
‘Oh, quem nos dera uma igreja que orasse! Certa feita, conheci um ministro que teve um reavivamento por catorze anos seguidos. Não sabia como explicar a razão disso, até que presenciei um de seus membros se levantar numa reunião de oração e fazer uma confissão, ‘irmãos’, disse ele. ‘Há muito que tenho o hábito de orar todos os sábados à noite até depois da meia-noite, pela descida do Espírito Santo entre nós. E agora, irmãos’ — e ele começou a chorar — ‘confesso que tenho negligenciado isso por duas ou três semanas...’. Aquele ministro tinha uma igreja dedicada a oração” (Finney, Lectures on Revivais, pp.99,100). (BRANDT, R. L.; BICKET, Z. J. Teologia Bíblica da Oração. 4.ed. RJ: CPAD, 2007, pp.459-61).

2.1.  O Exemplo de Abraão
O quebrantamento causado pela leitura bíblica e completado pela oração fez o povo recordar o exemplo de Abraão, a quem Deus tirou da terra dos caldeus e o conduziu até a Terra da Promessa. Para selar Sua Palavra a Abraão, o Senhor fez com ele uma aliança (Gn 12.3; 17.7-14). Era preciso entender que as experiências vividas pelo patriarca Abraão não estavam tão longe deles, ainda que tudo dissesse o contrário. A esperança deles continuava viva.
Procure demonstrar a seus alunos que assim como Abraão e Isaque conseguiram discernir a vontade e promessas de Deus, e assim desfrutaram de uma vida abençoada para a glória do Pai, também é possível termos nossa fé e esperança fortalecida quando meditamos na palavra de Deus acerca destas promessas e outras.
Portanto, a promessa vem pela fé, para que seja de acordo com a graça e seja assim garantida a toda a descendência de Abraão; não apenas aos que estão sob o regime da lei, mas também aos que têm a fé que Abraão teve. Ele é o pai de todos nós.
Como está escrito: "Eu o constituí pai de muitas nações". Ele é nosso pai aos olhos de Deus, em quem creu, o Deus que dá vida aos mortos e chama à existência coisas que não existem, como se existissem.
Abraão, contra toda esperança, em esperança creu, tornando-se assim pai de muitas nações, como foi dito a seu respeito: "Assim será a sua descendência".
Sem se enfraquecer na fé, reconheceu que o seu corpo já estava sem vitalidade, pois já contava cerca de cem anos de idade, e que também o ventre de Sara já estava sem vitalidade.
Mesmo assim não duvidou nem foi incrédulo em relação à promessa de Deus, mas foi fortalecido em sua fé e deu glória a Deus,
estando plenamente convencido de que ele era poderoso para cumprir o que havia prometido.(Romanos 4:16-21)

2.2. Obediência, o passaporte para a Benção
Certamente, um grande questionamento nasceu no coração daquele povo: se Deus abençoou Abraão e confirmou Sua Palavra, o que devemos fazer para sermos abençoados também? Novamente, recorremos ao exemplo do patriarca. Abraão havia obedecido (Gn 26.5). Quando o Senhor Deus lhe mostrava Sua vontade (Gn 12.1-3), Abraão sempre reagia respondendo com obediência (Gn 12.4-5). Ele viveu toda a sua vida em submissão a Deus (Ne 9.8). Em nossos dias, precisamos nos lembrar que a obediência continua sendo o passaporte para a bênção (Jo 15.14; At 5.32).
Professor leia com a classe:
[...] Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor é do que o gordura de carneiros” (1 Sm 15.22).
O conceito bíblico de obediência.
 O verbo hebraico shemá: “ouvir, escutar, prestar atenção, obedecer”, não significa apenas receber uma comunicação ou informação. O seu real sentido é mais forte e imperioso: obedecer é acatar ordens de autoridade religiosa, civil ou familiar. O referido verbo é empregado no Antigo Testamento para “obedecer” em 1 Samuel 15.22 e Jeremias 42.6. É usado, também, em seis das nove vezes em que shemá aparece em Miqueias (1.2; 3.1,9; 6.1,2,9). A mesma ideia é vista nos ensinos de Jesus (Mt 11.15; 13.43). Por conseguinte, a obediência deve ser precedida pela compreensão e pelo amoroso acatamento da mensagem divina (Mt 7.24,26). Nesse sentido, ela pode ser definida como a prova suprema da fé e do nosso amor a Deus.(Lições CPAD Jovens e Adultos »  2012 » 4º Trim)

2.3. Uma Oração Verdadeira
Em uma das orações mais conhecidas, a oração do "Pai Nosso" (Mt 6.9-13), somos ensinados por Jesus Cristo, como Seus discípulos, que uma oração, para ser eficaz, não pode ser apenas um momento de pedidos sem fim. A verdadeira oração envolve adoração e louvor a Deus, confissão e arrependimento de pecados, gratidão, pedidos de perdão, súplicas, petições e intercessões, entre outros. O livro de Neemias é repleto de orações, nos mostrando que na trajetória do povo de Deus é indispensável que busquemos a direção do Senhor.
APLICAÇÃO PESSOAL
Jesus orava constantemente. Ele perseverou em oração durante todo o seu ministério terreno. O Evangelho de Lucas descreve, mais do que os outros, a devoção pessoal de Jesus na oração. Antes de escolher os apóstolos, Ele "passou a noite em oração" (6.12); quando interrogou os discípulos acerca de sua identidade, Jesus estava "orando em particular" (9.18); antes de ensinar a oração do "Pai nosso", o Mestre estava "orando num certo lugar" (11.1) e, no Getsêmani, em agonia, "orava mais intensamente" (22.44). Jesus, portanto, estava em constante comunhão com o Pai através da oração. Ora, se o próprio Cristo perseverou em oração, como alguns de seus filhos modernos negam-se a seguir-lhe o piedoso exemplo? Perseveremos em oração! Sigamos o nobre exemplo de nosso Senhor Jesus Cristo. .(Lições CPAD Jovens e Adultos »  2008 » 2º Trim)

3. O Povo e o Firme Concerto
Há uma expressão popular empregada quando alguém finalmente entende algo: "caiu a ficha". É o que se pode dizer daquele grupo enquanto tomavam conhecimento da história de seus antepassados. A cada parte do texto que iam ouvindo, certamente analisavam como puderam repudiar a aliança oferecida por Deus e como o Senhor, mesmo com esse comportamento de rejeição por parte do povo, vinha mostrando sinais de fidelidade ao longo dos anos. O relato desse histórico oportuniza alguns ensinamentos para nós.

3.1. Admoestados quanto à Desobediência
Muitos de nós seríamos mais felizes se aprendêssemos com os erros dos outros. Nosso cotidiano é cheio de experiências que, se bem analisadas, nos ajudarão a errar menos. Aquela comunidade estava relembrando e aprendendo, ao ler a história de seu povo, que a desobediência traz sérias consequências. Eles perceberam como seus parentes estavam ligados a Deus por uma tênue linha que tão facilmente se arrebentava, os levando para longe do Senhor. Nos dias atuais nós também podemos aprender muito com os ensinamentos da Bíblia Sagrada. C. Barber nos lembra: "Aqueles que não aprendem as lições da História são condenados a repeti-las sempre".
Se há alguma coisa de valor transcendente que os líderes podem deixar aos sucessores é o seu legado. Queremos dizer com legado toda a disposição, tradição, exemplos e valores morais e espirituais, deixados pelo líder para o bem da igreja local.
Conta-nos a Bíblia a história de um rei chamado Jeorão (2Cr 21.4-20). Este era um opressor, sem qualquer sensibilidade humana e que andava nos caminhos dos reis de Israel. Esse rei não deixou qualquer legado edificante para os seus sucessores, ao ponto de o texto bíblico descrever o sentimento do povo quando da sua morte, desse modo: “e foi-se sem deixar de si saudades” (2Cr 21.20). Que este não seja o legado dos líderes cristãos! .(Lições CPAD Jovens e Adultos »  2014 » 1º Trim)
Exemplo de desobediência (Jeorão):
Era da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar, e reinou oito anos em Jerusalém; e foi sem deixar de si saudades; e sepultaram-no na cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis.(2 Crônicas 21:20)

3.2. Revelar os Empecilhos para a Renovação
Infelizmente, a conquista da Terra Prometida nunca foi satisfatoriamente completada. Qual o problema? Falha em acreditar nas promessas do Senhor Deus e em obedecer-lhe. Pecados de omissão e de comissão eram continuamente repetidos. Parece que a lembrança dos feitos de seus pais, a saber: capturaram cidades fortificadas; possuíram casas cheias de boas coisas; beberam de cisternas que não cavaram e comeram de vinhas que não plantaram; não os levou a se deleitarem em Deus, mas, sim, a agir com arrogância.
Professor caso haja tempo disponível em sua aula seria importante comentar que a conformação com o mundo sempre foi e continua sendo um grande obstáculo à renovação.
“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2).
O que é conformar? O verbo “conformar”, no original, significa “ser modelado de acordo com um padrão” e refere-se à constante imitação de uma atitude ou conduta até que a pessoa se torne igual ao modelo. Neste versículo, a Bíblia ensina que o crente deve resistir, combater e não imitar os padrões de comportamento, a cultura e os valores mundanos, pois a igreja não é apenas separada do mundo, mas consagrada a Deus. Seu comportamento reflete a vontade e a natureza de Deus para a humanidade.
2. “Mas transformai-vos...”. Na Bíblia, a mente renovada é fruto da atuação do Espírito Santo (2 Co 3.18; Tt 3.5). O crente de “mente renovada” pelo Espírito é capaz de discernir a perfeita e agradável vontade de Deus para a vida diária. Ele não se confunde e não se molda aos padrões e valores mundanos, pelo contrário, sabe o que agrada ou não a Deus. Neste texto, a razão iluminada pelo Espírito sobrepõe-se às emoções e inclinações naturais. O processo de renovação do entendimento do crente deve ser contínuo e pessoal. .(Lições CPAD Jovens e Adultos »  2008 » 3º Trim)

3.3. Aplicar aos nossos dias
O contato com a História oferece-nos um ponto de vista sobre os problemas dos dias atuais. Podemos aprender com o exemplo do que nos precederam. Somos instruídos, também, acerca do que Deus tem feito na vida dos outros. Uma vida piedosa certamente nos trará muitos benefícios (1Co 10.6,11). O texto bíblico de Hebreus 13.8 afirma que Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. A atitude dos judeus, que, à época, viraram-lhes as costas e lançaram às favas as orientações do Senhor, revela para nós uma oportunidade de aprender mais sobre a fidelidade de Deus. Devido à compaixão de Deus e por intermédio do arrependimento, a esperança sempre pode ser revivida. Aleluia !
Como o profeta Oseias recomenda: “Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor” (Os 6.3).
“Nossa maneira de compreender a Deus não deve basear-se em pressuposições a respeito dEle, ou em como gostaríamos que Ele fosse. Pelo contrário: devemos crer no Deus que existe, e que optou por se revelar a nós através das Escrituras Sagradas. O ser humano tende a criar falsos deuses, nos quais é fácil crer; deuses que se conformam com o modo de viver e com a natureza pecaminosa do homem (Rm 1.21-25). Essa é uma das características das falsas religiões. Alguns cristãos até mesmo caem na armadilha de se desconsiderar a autorrevelação divina para desenvolver um conceito de Deus que está mais de acordo com as suas fantasias pessoais do que com a Bíblia, que é a nossa fonte única de pesquisa, que nos permite saber que Deus existe e como Ele é” (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 1996, pp.126-7).

Conclusão
A oração dos levitas mostra esperança para o futuro. Nossos pedidos também devem ser embasados no caráter imutável de Deus. Como Seus servos devemos perseverar em oração, chegando com confiança ao trono da graça (Hb 4.14-16). Ele é grande e poderoso, terrível e imenso em poder (Ne 9.32).


Bibliografia
[1] Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - ARC
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Bíblia do Culto - Editora Betel
Revista EBD Betel Dominical Professor - 4 trimestre 2018, ano 28, número 109 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/

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Esboço da Exposição - Vídeo - Ev.Jeferson Vicente