quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Lição 5 - O bem contra o mal: conflitos na caminhada

       



 
 







Lição 5 - O bem contra o mal: conflitos na caminhada
Qual a diferença entre Mau e Mal ?
Mal é advérbio, antônimo de bem.
Mau é adjetivo, antônimo de bom.
(uol.com.br - gramatica - mau ou mal)

Exemplo:
“E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria e não o fez” (Jn 3.10).

Observação
“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado” (Tg 4.17).
Os pecados de omissão são reprovados diante de Deus quanto às demais transgressões. 
Ponto de Partida
Devemos cumprir os mandamentos do Senhor.


Texto Áureo
"Então disse. Mardoqueu que tornassem a dizer a Ester: Não imagines, em teu ânimo, que escaparás na casa do rei, mais do que todos os outros judeus." (Et 4.13)
Verdade Aplicada
Aqueles que cumprem os mandamentos de Deus e fazem a Sua vontade alegram o coração do Pai.

O Decálogo Êxodo 20.1-5,7-10,12-17:
1º Mandamento - Não terás outros deuses diante de mim.
2º Mandamento - Não farás imagens de escultura.
3º Mandamento - Não tomarás o nome de Deus em vão
4º Mandamento - Lembra-te do sábado, para santifica-lo.
5º Mandamento - Honra o teu pai e a tua mãe.
6º Mandamento - Não matarás.
7º Mandamento - Não adulterarás.
8º Mandamento - Não furtarás.
9º Mandamento - Não dirás falso testemunho.
10º Mandamento - Não cobiçarás

“O Dez Mandamentos

Os Dez Mandamentos, aqui registrados (cf. Dt 5.6-21), foram escritos pelo próprio Deus em duas tábuas de pedra e entregues a Moisés e ao povo de Israel (31.18; Dt 4.13; 10.4). A guarda dos mandamentos proveu um meio de Israel procurar viver em retidão diante de Deus, agradecido pelo seu livramento do Egito; ao mesmo tempo, tal obediência era um requisito para os israelitas habitarem na Terra Prometida (Dt 41.14; 14 [...]).

(1) Os Dez Mandamentos são o resumo da lei moral de Deus para Israel, e descrevem as obrigações para com Deus e o próximo. Cristo e os apóstolos afirmam que, como expressões autênticas da santa vontade de Deus, eles permanecem obrigatórios para o crente do NT (Mt 22.37-39; Mc 12.28-34; Lc 10.27; Rm 13.9; Gl 5.14; Lv 19.18; Dt 6.5; 10.12; 30.6). Conforme esses trechos do NT, os Dez Mandamentos resumem-se no amor a Deus e ao próximo; guardá-los não é apenas uma questão de práticas externas, mas também requer uma atitude do coração [...]. Logo, a lei demanda uma justiça espiritual interior que se expressa em retidão exterior e em santidade.

(2) Os preceitos civis e cerimoniais do AT, que regiam o culto e a vida social de Israel [...] já não são obrigatórios para o crente do NT. Eram tipos de sombras de coisas melhores vindouras, e cumpriram-se em Jesus Cristo (Hb 10.1; Mt 7.12; 22.37-40; Rm 13.8; Gl 5.14; 6.2). Mesmo assim, contêm sabedoria e princípios espirituais a todas as gerações [...]” (Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1995, p.145).


Texto de Referência
Ester 3.8-11
8 - E Hamã disse ao rei Assuero: Existe espalhado e dividido entre os povos, em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos e que não cumpre as leis de todos os povos e que não cumpre as leis do rei; pelo que não convém ao rei deixá-lo ficar.
9 - Se bem parecer ao rei, escreva-se que os matem; e eu porei nas mãos dos que fizerem a obra dez mil talentos de prata, para que entrem nos tesouros do rei.
10 - Então tirou o rei o anel da sua mão e o deu a Hamã, filho de Hamedata, agagita, adversário dos judeus. 
11 - E disse o rei o Hamã: Essa prata te é dada, como também esse povo, para fazeres dele o que bem parecer aos teus olhos.

Objetivos da Lição
Apresentar o conflito entre o bem o mal.
Ensinar sobre o perigo de confiar em pessoas erradas.
Reafirmar que só Deus é o Senhor.

Introdução
O livro de Ester narra um enfrentamento: Hamã, um homem mau, acusa injustamente, persegue, mente e difama Mardoqueu e o seu povo. Entretanto, veremos mais uma vez que o bem sempre triunfa sobre o mal.

1 - O Conflito
Hamã tinha consciência de que Mardoqueu jamais se curvaria diante dele, pois sua firmeza demonstrava o seu temor e a sua fé em Deus. Agora, para Hamã, era questão de honra a morte não só de Mardoqueu, mas também de "todos os judeus, desde o moço até ao velho, crianças e mulheres" [Et 3.13]. 

1.1 - A Luta contra o mal
apóstolo Paulo deixou registrado que a nossa luta não é tão simples: "Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." [Ef 6.12]. Punir apenas a Mardoqueu não lhe daria suficiente alegria. Ele determinou acabar com todos os judeus que se achavam dentro do gigantesco reino persa.

Igreja triunfante

Parecia absurda a declaração de Jesus de que a Sua Igreja iria subsistir neste mundo (Mt 16.18), pois a nova instituição divina fora caluniada pelos religiosos judeus (Mt 28.11-15); desprezada pelos gregos (At 17.32); e perseguida pelos romanos — como fez Nero que, após incendiar Roma (64 d.C.), culpou e puniu nossos irmãos, submetendo-os as mais escabrosas penas de morte.

Sábios e poderosos tentaram destruir a Igreja de Cristo, ao longo de sua existência; no entanto, impérios ruíram e reinos caíram, enquanto a Igreja permanece firme até os dias de hoje. Precisamos, deste modo, estar em constante preparo para a vinda de nosso Senhor (Mt 24.37; 25.1-13), pois, muito em breve, toda a Igreja de Cristo estará reunida nos céus em eterno triunfo (Ap 3.12). (Fonte: Revista Lições da Palavra de Deus n° 57)

 
1.2 - Não devemos nos prostrar diante do opressor
Hamã, usado pelo diabo, diz ao rei: "Existe espalhado e dividido entre os povos, em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos e que não cumpre as leis do rei; pelo que não convém ao rei deixa-lo ficar" [Et 3.8]. Notamos aqui uma conversa mentirosa por parte de Hamã. Na verdade, os judeus tinham uma lei própria e diferente de todos os outros povos, porém a única ordem do rei não acatada foi o fato de Mardoqueu não se curvar perante Hamã [Et 3.2].

Somos mais que vencedores

“Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou” (Rm 8.37). Como podemos nos tornar tão grandes vencedores? Quando durante os grandes conflitos de nossas vidas adquirirmos uma disciplina que não somente fortaleça a nossa fé, mas que consolide nosso caráter espiritual. A tentação se faz necessária para firmar e confirmar nossa vida espiritual, ela é como o fogo para o metal mais precioso, que além de purifica-lo, o torna flexível. Nossos conflitos espirituais devem ser contados entre as mais preciosas bênçãos, porque neles aprendemos que o grande adversário é usado para nos treinar para a sua própria derrota (Dn 3.28-29).(ebd betel,2014,4ºtrim)

1.3 - O perigo de confiar em pessoas erradas

A confiança de Assuero em Hamã era tal que não lhe perguntou mais nada, simplesmente tirou o anel de sua mão e o deu a Hamã, dizendo que ficasse com a prata e fizesse com o povo o que achasse mais cômodo [Et 3.11]. Hamã se vestiu de arrogância, por ter recebido do rei o salvo-conduto para enunciar um decreto de aniquilamento de todos os judeus [Et 3.13]. Antes de ter dado tal poder a Hamã, o rei deveria ter mandado averiguar os fatos. Devemos pedir a Deus que os nossos líderes não ajam por impulso, mas com prudência, para que, por suas atitudes, o nome do Senhor seja glorificado [Mt 5.16].

“É muito sábio não ser precipitado nas ações (Pv 19.2), nem se posicionar obstinadamente em suas próprias vaidades. Faz parte desta mesma sabedoria não acreditar em tudo que você ouve ou acreditou. Consulte alguém que seja sábio e consciencioso, e busque ser instruído por alguém melhor do que você, em vez de seguir suas próprias invenções (Pv 12.15)” (Thomas à Kempis). Estas palavras do monge alemão agostiniano simbolizam a sabedoria de que Tiago aborda em sua epístola. Trata-se de sabedoria de vida, não apenas de letra; é sabedoria de espírito; não apenas teológica; é sabedoria ativa; não somente passiva. É a sabedoria que o Pai deseja conceder a todos os seus filhos. É a sabedoria divina!  (SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO, CPAD, 2014) 

2 - A loucura de Hamã
Deificar segundo o dicionário significa divinizar, endeusar, se pôr entre os deuses. Hamã estava sob uma possessão demoníaca. Ele queria ser cultuado semelhante a um deus. Seu prazer era ver todos se prostrando e se inclinando perante ele [Et 3.2]

2.1 - Mardoqueu não era guiado pelo vista e sim pela fé
Mardoqueu tinha aprendido que Deus ouve nossas orações se achegarmos diante dEle com fé. Sua história nos ensina que temos que crer em Deus insistentemente e confiar na Sua Palavra. Devemos ser fiéis e reconhecer os feitos do Senhor por nós [Sl 19.1].

“Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé”. (Rm 1.17)

A Bíblia informa que estamos em pé e vivemos pela fé (Rm 11.20; Gl 2.20). A fé que produz vitória não está baseada em conquistas pessoais e na satisfação dos desejos humanos, ou na concretização de sonhos, mas em Deus e em Seu Filho Jesus Cristo. Lembremo-nos das declarações de Jó e do apóstolo Paulo, bem como do contexto em que foram feitas (Jó 19.25; 2Tm 1.12).

Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.(Gl 2:20)

2.2 - A verdadeira paz só encontramos em Jesus
[...]. Hamã poderia ter tudo, só não tinha o mais importante: a paz.. Os ímpios não têm paz [Is 48.22], enquanto o justo desfruta de plena paz por amar a Palavra de Deus [Sl 119.165]. Só em Jesus, podemos encontrar a verdadeira paz, pois Ele é o Príncipe da Paz [Is 9.6].

"Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti." [Is 26.3].

[...] Muitos acham que a fé é inteiramente irracional. Mas as Escrituras nunca colocam a fé e a razão uma contra a outra, como sendo incompatíveis. Pelo contrário, fé somente pode nascer e crescer em nós pelo uso de nossas mentes: 'Em ti confiarão os que conhecem o teu nome' (Sl 9.10); a confiança deles brota do conhecimento da fidelidade do caráter de Deus. Novamente, em Isaías 26.3: ‘Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti, porque ele confia em ti’. Aqui, confiar em Deus e manter a mente em Deus são sinônimos, e uma perfeita paz é o resultado” (STOTT J. R. W. Cristianismo Equilibrado. RJ: CPAD, pp.22,23).


2.3 - Sem Deus, o poder conquistado é inútil
Para Hamã não bastava ter sido nomeado por Assuero para ocupar o cargo de primeiro ministro [Et 3.1 - NTLH]. Ele queria que todos se curvassem diante dele em sinal de reverência e de submissão. Como consta no livro de Provérbios: "A soberba precede a ruína, e a altivez de espírito precede a queda." [Pv 16.18]. Hamã se sentia merecedor de maiores poderes já oferecidos pelo soberano. O seu grau de ambição indicava que ele era um narcisista clássico. Quando a ambição se excede, ela é transformada em arrogância, e a sua propensão é questão de tempo. O orgulho é uma coisa horrível, pois os que cultivam esse sentimento pensam estar acima de tudo e de todos. Porém, as Escrituras Sagradas revelam que Deus exalta e abate [1Sm 2.7] e que o salário do pecado é a morte [Rm 6.23].

A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Pv 16.18).

O temor do Senhor é aborrecer o mal; a soberba, e a arrogância, e o mau caminho, e a boca perversa aborreço.(Pv 8.13)

Um dos comportamentos comuns observados no narcisista é a arrogância.


3 - Uma presença que nos guia
Quando somos resgatados por Deus nos tornarmos seus filhos e herdeiros de Suas promessas.

3.1 - Não devemos nos acomodar
Mardoqueu sabia o tamanho do ódio de Hamã por todos os judeus, por isso ele mandou o eunuco do rei a Ester: "Não imagines, em teu ânimo, que escaparás na casa do rei, mas do que todos os outros judeus" [Et 4.14]. Com isso, Mardoqueu queria dizer: "Deus te colocou aí não apenas para ser esposa do rei, mas te incumbiu de uma missão, então não se exima! Não tire o corpo fora. Você faz parte do plano de Deus para salvar o seu povo da morte".

Além de Ester, também temos o exemplo de Abraão:

Deus tinha um projeto para resgatar o homem pecador. Deus contava com Abraão nesse projeto, na sua onisciência já sabia qual a saída para o homem que herdou o pecado de adão. Começando com Abraão surgiria uma família, posteriormente um povo especial do qual, no tempo certo, surgiria o Salvador do mundo, nosso amado Jesus Cristo. Hoje Deus conta conosco, a Igreja na continuidade do projeto.

Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.(Jo 20.21)

“Em ti serão benditas todas as famílias da terra (Gn 12.3). Esta é a segunda profecia das Escrituras sobre a vinda de Jesus Cristo a este mundo. O texto fala de uma bênção espiritual que virá através de um descendente de Abraão. Paulo declara que esta bênção se refere ao evangelho de Cristo, oferecido a todas as nações. A promessa de Deus a Abrão revela que, desde os primórdios da raça humana, o propósito do evangelho era abençoar todas as nações com salvação. Deus está agora realizando os seus propósitos através de Jesus e seu povo fiel, que compartilha da sua vontade de salvar os perdidos, enviando pregadores para proclamar o evangelho a todas as famílias da terra” (Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1995, p.51).

3.2- Devemos ser mensageiros de bênçãos para alguém
Você é uma benção para alguém? Desde a criação que o Senhor se revela como Abençoador [Gn 1.28]. E ao longo da história humana e das páginas da Bíblia encontramos Deus fazendo dos Seus servos instrumentos de bênçãos. Quando Deus convocou a Abraão disse-lhe: "E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção." [Gn 12.2]. Assim como Abraão, onde quer que você se encontre tenha a certeza de que Deus o colocou neste lugar para auxiliar alguém. Ele lhe colocou naquele emprego, ou naquela faculdade, ou naquela igreja, ou naquele bairro para você abençoar alguém. Assim como Ele colocou Ester no palácio para abençoar o seu povo. É momento de se produzir frutos dignos [Mt 3.8]. Brilhe a vossa luz onde Deus tem permitido que você esteja, para que outros vejam e glorifiquem a Deus [Mt 5.16].

O apóstolo diz que o seu ministério de evangelismo era instrumentalizado pelo Espírito Santo. O ministério de Paulo foi marcado pela atuação do Espírito Santo (1Co 2.1-4). Não há movimento missionário que se sustente sem a participação efetiva do Espírito do Senhor. É Ele que traz o poder de convencimento ao mundo perdido e prova que Jesus Cristo continua vivo. Em palavras mais simples, as credenciais de um ministério autêntico são dadas pelo Espírito Santo. O Movimento Pentecostal é uma prova viva de que o Espírito Santo é a mais poderosa força geradora de missões. (Lições CPAD Jovens e Adultos 2016 » 2º Trim.)

3.3- Devemos causar boa impressão
que é ser uma bênção? Qual é o caráter de vida de um indivíduo abençoado? Estudando a vida de Ester temos as respostas sobre estas perguntas. O caráter de Ester era dotado das seguintes virtudes: discrição, obediência, amizade, solidez, submissão, lealdade e humildade. Suas atitudes como serva do Senhor inspiram homens e mulheres nos dias de hoje, pois suas ações foram irrepreensíveis na presença do Senhor. Olhe para suas atitudes e reflita se têm sido agradáveis a ponto de causar boa impressão nas pessoas que o cercam ou têm servido de escândalo para muitos. 

O mensageiro deve ser exemplo  

Os discípulos foram chamados cristãos porque se pareciam com Jesus e certamente praticavam o que haviam aprendido com Jesus.

Sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos.(At 11.26)

O cristão não deve procurar ser completo em Jesus Cristo somente para seu benefício pessoal. A Palavra de Deus enfatiza repetidamente a necessidade de nos tornarmos um modelo para os outros. Os cristãos têm a Jesus Cristo como um arquétipo. Devemos servir como modelo para outros.( Revista Betel 2017, 3º trim.)

Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.(1Tm4.16)

Conclusão
Diante da guerra entre o bem e o mal, temos um Deus que intercede por nós; fazendo com que descansamos em Seus braços. E, mesmo que apareçam obstáculos e conflitos em nossa caminhada, o Senhor estará conosco; fazendo-nos mais que vencedores [Rm 8.37].




    










2 comentários:

  1. Deus abençoe a todos! Lição muito rica e com comentários profundos que ajudam muito os professores da EBD.

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