domingo, 17 de janeiro de 2021

Lição 4 - A Fidelidade do Cristão ao Senhor

      


 







Lição 4 - A Fidelidade do Cristão ao Senhor
Fidelidade (do grego "pistis") era uma característica da igreja de Filadélfia: "não negastes o meu ! nome" (Ap 3.8). A fidelidade faz parte do fruto do Espírito. Segundo o pastor Antonio Gilberto (2005), O fruto da fidelidade é imprescindível ao relacionamento do cristão com Deus, consigo mesmo e com o próximo.

O fruto da fé (fidelidade). Diferente do dom, esta fé cresce dentro de nós (2Co 10.15; 2Ts 1.3). Jesus mencionou-a em Marcos 11.22: “Tende fé em Deus”. Esta é a fé revelada num caráter íntegro e santificado segundo a Palavra de Deus.[...]

A fidelidade na vida do crente inclui sofrimento por Cristo e com Cristo. Sob este aspecto, a fidelidade está estreitamente associada à paciência (Hb 6.12). A Epístola aos Hebreus foi escrita em tempos de violenta perseguição. Em tais circunstâncias, esta virtude é realmente provada. O fruto espiritual da fidelidade capacita-nos a suportar qualquer circunstância. (Lições CPAD Jovens e Adultos »  2005 » 1º Trim)    


Ponto de Partida
Devemos ser fiéis a Deus em todo tempo.


Texto Áureo
"Depois destas coisas, o rei Assuero engrandeceu a Hamã, filho de Hamedata, agagita, e o exaltou, e pôs o seu lugar acima de todos os príncipes que estavam com ele." (Ester 3.1)

Verdade Aplicada
O Espírito Santo nos auxilia a permanecermos fiéis ao Senhor em todo o tempo.

Texto de Referência
Ester 3.2-5
2 - E todos os servos do rei, que estavam à porta do rei, se inclinavam e se prostavam perante Hamã, porque assim tinha ordenado o rei acerca dele; porém Mardoqueu não se inclinava nem se prostava.
3 - Então os servos do rei, que estavam à porta do rei, disseram a Mardoqueu: Por que traspassas o mandato do rei?
4 - Sucedeu, pois, que dizendo-lhe eles isto de dia em dia, e não lhes dando ele ouvidos, o fizeram saber a Hamã, para verem se as palavras de Mardoqueu se sustentariam, porque ele lhes tinha declarado quer era judeu.
5 - Vendo, pois, Hamã que Mardoqueu não se inclinava nem se prostava diante dele, Hamã se encheu de furor.


Objetivos da Lição
- Ensinar que a nossa fé é testada a todo o momento.
- Mostrar que há esperança em meio à adversidade.
- Alertar sobre a luta diária do cristão.

Introdução
[...]Mardoqueu não se curvou diante de Hamã e de suas ordens. O Senhor conta com homens e mulheres nesta geração que não se curvem diante do pecado [Ap 2.10].

Esclareça que O segundo mandamento proíbe a idolatria, adoração de ídolo, imagem de um deus ou de qualquer objeto de culto, certamente Mardoqueu obedecia o mandamento de Deus.

Êxodo 20:4,5

Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

1 - Prova de Fé

1.1 - Grande é o Senhor
salmista escreveu que o Senhor é grande e tal grandeza não é possível conhecê-la plenamente [Sl 145.3].
"Ó Senhor, quem é como tu, entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade, terrível em louvores, obrando maravilhas?”(Êx 5.11)
Aproveite e destaque que temos que ter reverencia à Deus:
"Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar seu nome em vão", Êx 20.7.

Não tomarás o Nome do Senhor em vão 

Será que este mandamento se refere a apenas dominarmos a nossa língua para não misturarmos o nome de Deus em expressões banais, tais como: “Meu Deus do Céu”, “Deus é brasileiro”, “Ai meu Deus” ou “Por Deus”? Ou ainda “Se Deus quiser”, “Que Deus te ajude e a mim não desampare”? Será mesmo que o terceiro mandamento se refere exclusivamente a esses ditados populares que sequer existiam na época em que ele foi proferido por Deus?

Quando estudamos a natureza da religião egípcia dirigida por Faraó, percebemos que o rei fazia tudo em nome do seu deus. Muitos eram os deuses do Egito: deuses Rá, Osíris, Amon, Serápis e muitos outros. Faraó se declarava o dono da terra, das suas colheitas e, em nome do seu deus, ele se via o dono do povo egipciano.

As guerras e os roubos das nações eram feitos em nome desses deuses. O culto aos deuses egípcios encobria às maldades, perversidades, riquezas palacianas, mentiras e a escravidão da realeza. Tudo era legitimado pelo culto prestado a tais divindades. Uma prática normal que, mais tarde, influenciou as nações da região de Canaã. O problema de legitimar todas as práticas de Faraó em nome de um deus é que o rei não estava interessado em saber qual era a real vontade desta suposta divindade, mas apenas usar o seu nome para legitimar todo o seu projeto de poder real. Com o Deus de Israel, o seu nome não poderia ser tomado em vão.

O povo de Israel não poderia usar o nome de Deus para reproduzir o mesmo modelo enganador de Faraó. O Criador não estava interessado que o Seu nome fosse usado para legitimar interesses de autoridades reais, mas que, de fato, colocassem em prática a sua suprema vontade. Ele não estava disposto a servir aos interesses do povo, mas o povo deveria viver os Seus interesses.

Deus revelou o Seu nome a Moisés: “EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós [...] o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó me enviou até vós. Este é o meu nome eternamente” (Êx 3.14,15). Ele é o EMANUEL, o Deus conosco. Mais tarde os líderes usaram o nome de Deus em vão, sistematicamente, colocando sobre o povo uma carga que nem eles agüentavam (Mt 23.4). Proposições que em nada tinham haver com a vontade de Deus, a sua justiça, misericórdia e amor (Mt 23.23-24). Eles banalizaram o nome de Deus! Mas Jesus é o santo nome, o Deus Conosco, a plena revelação da divindade. O nome que revela amor, justiça e misericórdia. Fonte: (Pr. Ezequias Soares, Lições CPAD Jovens e adultos  » 2015 » 1º Trim.)


Grande e Criador de todas as coisas, criou o homem para Si, e estabeles. Mas Jerusalém havia se tornado cega para Deus e insensível às necessidades humanas. Aqui, vemos a intensidade dos sentimentos de Jesus pelas pessoas perdidas e por sua amada cidade, que, em breve seria destruída. (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Pág. 1414)
 
1.2 - A Vitória é do Povo de Deus
Hamã fazia parte de um povo que foi o primeiro a atacar os israelitas, quando eles estavam saindo da escravidão do Egito rumo è Terra Prometida. Foi uma ofensiva covarde sobre uma nação que acabara de recuperar sua liberdade, após séculos de cativeiro e de sofrimento. Este combate se deu em Fefidim,  perto do Monte Sinai. Como consequência, o Senhor estabeleceu que os amalequitas, por fim, seriam extintos [Êx 17.14,16; Nm 24.20; Dt 25.17,19]. Entendemos então que Hamã manifestava as características dos amalequitas em querer destruir o povo de Deus. Entretanto, a justiça divina sempre proverá salvação [Sl 71.2] e abrirá a porta de escape, para que possamos suportar [1 Co 10.13].
“Hamã é chamado de agagita. A tradição judaica identifica-o como um descendente do rei amalequita cujo povo Saul deixou de destruir (cf. Êx 17.8-14; 1Sm 15.7-33). Mordecai era da tribo de Saul (cf. 2.5). Assim comentaristas rabínicos veem esse conflito como a luta histórica do povo judeu com os inimigos gentios, cujo ódio irracional persiste por milhares de anos”.(Para conhecer mais leia, Guia do Leitor da Bíblia, CPAD, p.325.)

1.3 - Deus tinha um Plano com Mardoqueu
Ai de quem tocar em um servo do Senhor, mesmo que, aos olhos do homem, aquela pessoa seja tida como insignificante. Hamã olhava para o exterior de Mardoqueu, contudo o Senhor sondava o seu interior [1 Sm 16.7-8].

Como assim não tocar no ungido do Senhor?

Não há dúvida que nossos líderes espirituais merecem todo nosso respeito e confiança, e que devemos acatar a autoridade deles – enquanto, é claro, eles estiverem submissos à Palavra de Deus, pregando a verdade e andando de maneira digna, honesta e verdadeira. Quando se tornam repreensíveis, devem ser corrigidos e admoestados. Paulo orienta Timóteo da seguinte maneira, no caso de presbíteros (bispos/pastores) que errarem: “Não aceites denúncia contra presbítero, senão exclusivamente sob o depoimento de duas ou três testemunhas. Quanto aos que vivem no pecado, repreende-os na presença de todos, para que também os demais temam” (1Tim 5:19-20). Os “que vivem no pecado”, pelo contexto, é uma referência aos presbíteros mencionados no versículo anterior. Os mesmos devem ser repreendidos publicamente.

Por Augustus Nicodemus Lopes | tempora-mores.blogspot.com. Original: Como assim, “não toqueis no ungido do Senhor…”?!

Não aceites acusação contra o presbítero, senão com duas ou três testemunhas.
Aos que pecarem, repreende-os na presença de todos, para que também os outros tenham temor.(1 Tm 5:19,20)

 
2 - Uma Luz no Fim do Túnel
As pessoas que são resilientes como Mardoqueu adquirem o domínio de sua vida. Quando uma tragédia advém, elas são capazes de manter o equilíbrio e de trabalhar seu caminho através dos contratempos.
Obs: resiliente é ter a capacidade de voltar ao mesmo estado que estava antes da situação difícil.

2.1 - O Cristão é Afrontado todos os Dias
Mardoqueu era um homem que não fazia mal a ninguém. Ainda assim despertou o ódio e a a tensão negativa de Hamã. Jesus disse:"E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até o fim será salvo." [Mt 10.22].

2.2 - Momento de Perseguição
A Perseguição é uma das tribulações que pode sobrevir durante nossa caminhada cristã. Era assim que Mardoqueu e os judeus da Pérsia estavam vivendo.
"Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus" 
“Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa” (Mt 5.10-11).

 Auxílio Histórico“Os escritos de Basílio sobre a perseguição de Deoclécio dão uma ideia geral do que foram as crueldades e os horrores daqueles dias: ‘As casas dos cristãos eram deixadas em ruínas; seus bens, pilhados. Seus corpos caíam nas mãos dos ferozes lictores, que os dilaceravam como bestas selvagens, e arrastavam as matronas pelos cabelos através das ruas, insensíveis às súplicas por clemência, viessem elas dos idosos ou daqueles de tenra idade. Os inocentes eram submetidos a tormentos reservados apenas aos mais vis criminosos; os calabouços eram lotados com habitantes dos lares cristãos, que agora jaziam desolados; os desertos sem caminhos e as cavernas das florestas enchiam-se de fugitivos, cujo único crime fora a adoração a Jesus Cristo’” (REILLY, A. J. Os Mártires do Coliseu. 1.ed. RJ: CPAD, 2005, p.38).



2.3 - Uma Atitude em meio à Aflição
Seguramente você já ouviu alguém interrogando ao Senhor pelos motivos de haver tanta amargura e aflição no mundo ou em sua vida em particular. Mardoqueu passou por um momento assim. A Bíblia relata: "Quando Mardoqueu soube tudo quanto se havia passado, rasgou Mardoqueu os seus vestidos, e vestiu se de um saco com cinza, e saiu pelo meio da cidade, e clamou com grande e amargo clamor" [Et 4.1].

Deus dá graça aos humildes "Humildade - Os humildes não reivindicam autoridade absoluta. Não fingem ter uma sabedoria perfeita. A palavra humildade deriva da palavra latina humus, que significa 'solo' e 'terra'. Os atos de humildade não soam com as palavras 'eu tenho'. Sua música começa com 'eu venho do pó'. Tanto em meio à crise quanto à bonança, a maneira como agem proclama 'eu sou limitado. Não possuo todo o conhecimento, toda a força, todas as habilidades e nunca possuirei'. Tenham eles lido as Escrituras profundamente ou não, eles conhecem em seus corações e sabedoria que se encontra nelas [...]. Agir com humildade não é de modo algum intimidar-se ou esquivar-se. Na verdade, quando se tem de lidar com questões difíceis, os humildes sempre se tornam os mais audazes. Conhecendo suas limitações, eles ficam livres de qualquer necessidade de fingir ser mais do que na verdade são. Conhecendo seu lugar em relação àquele que conhece a todos, eles se abrem a Deus e aos outros de um jeito que o orgulho jamais permitiria. Eles possuem uma forma de liderança que brota de raízes completamente diferentes das que alimentam o 'eu tenho'. Sua liderança é nova e revigorante" (DOUGHTY, S.Vivendo Com Integridade:Liderança espiritual em tempos de crise. 1 Ed., RJ:CPAD,2010,pp.60-61)


3 - A Luta Diária contra os nossos Inimigos
Assim como nos dias de Mardoqueu, inimigos surgem de todos os lados para tentar destruir o povo de Deus. Satanás não é um inimigo imaginário, é real e suas artimanhas também. 


3.1 - Uma Missão e um Exposição
Milhares de vidas todos os dias estão sendo ceifadas por Satanás. Deus nos convoca para uma missão especial, como discípulos de Cristo: pregar o Evangelho para que estas pessoas conheçam o caminho para Deus. Bem como, precisamos estar preparados e convictos para apresentar as razões da nossa fé, "com mansidão e temor" [1Pe 3.15], além de permanecermos na exposição do Evangelho genuíno [2 Tm 4.1-5].

 Anunciando o Evangelho de Cristo  

Anunciar o evangelho não  é tarefa simples.(1Co 1.17). Qualquer pessoa que deseje evangelizar precisa entender que as atitudes falam mais do que qualquer palavra.

Bruno Skolimowsky, que muito se esforçou pela evangelização de nossa pátria, compôs um hino que, lindamente, sintetiza o testemunho do salvo: “O povo de Deus, aqui na terra, tem um sinal/ Povo que vive em santa guerra contra o mal”. (Harpa Cristã, 455) Que sinal é este?

Definição. Testemunho cristão é a postura bíblica e verdadeiramente ética que exercemos no cotidiano, numa demonstração clara e inequívoca de que, realmente, somos discípulos de Cristo (Mt 5.20). (Lições CPAD Jovens e Adultos 2008 » 2º Trim.)

Pregar em um local onde somos conhecidos consiste em falar aquilo que praticamos, caso contrario nossas pregações serão rejeitadas pela igreja e até mesmo pelo pecador.Sabemos que pode existir comunicação até através do silêncio, porque nossas atitudes revelam quem somos na realidade (1Pe 3.1). Os discípulos foram chamados cristãos porque se pareciam com Jesus e certamente praticavam o que haviam aprendido com Jesus. Sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos.(At 11.26)


3.2- A Igreja deve se manter Fiel a Cristo
[...] Mardoqueu era um homem comum, como eu e você. Ele passou por múltiplos problemas e amarguras, contudo foi submisso e fiel diante de Deus. [...]

Professor, é importante enfatizar que a fidelidade de uma igreja ou de um cristão fica evidente na maneira como se relaciona com o mundo, ou seja, quando há uma comunhão verdadeira com o Senhor ocorre uma rejeição ao mundo e suas paixões. Como exemplo temos a Igreja de Filadélfia que negou prestar culto ao imperador de Roma no século I e foi perseguida.

Eu sei as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome.( Ap 3.8 )

Não ameis o mundo nem o que nele existe. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo: as paixões da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens não provém do Pai, mas do mundo. …(1 Jo 2.15-16).(KJA)


3.3- Nosso Alvo é Cristo
O nosso alvo deve ser, em primeiro lugar, procurar nos achegar mais a Deus, tornando-nos imitadores de Cristo através de uma vida de santidade. Em nossa caminhada cristã, devemos anunciar a Cristo e tudo o que Ele representa em nossa vida. Não podemos admitir que as vozes daqueles que estão nas trevas nos façam desviar da nossa principal missão, que é levar a Palavra de Deus aos corações perdidos. Não devemos nos acovardar.
Avancemos, “olhando para Jesus, o autor e consumador da fé” (Hb 12.2). Enquanto o apóstolo Pedro olhava para o Senhor, caminhava por sobre águas. Porém, ao desviar os seus olhos de Cristo, começou a ser envolvido pelas ondas daquelas águas (Mt 14.22-33). Portanto, avancemos para grandes vitórias em Deus, olhando somente para Cristo, a nossa eterna e sublime esperança (Cl 1.27; 1 Tm 1.1). (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2011 » 3º Trim).

Conclusão
Nesta lição fomos ensinados a convidar ao Senhor para fazer parte de nossa vida e de nossa família. Aprendemos que as dores permitem uma busca apurada por Sua presença. E que devemos lutar, para que os princípios éticos fundamentais da família sejam preservados dos ataques de Satanás.



Prof. Pr. Éder Tomé

COMENTÁRIOS DA LIÇÃO


1 - Prova de Fé
Mardoqueu não se curvou diante de Hamã e de suas ordens [Et 3.2] demostrando fé e coragem, assim como Sadraque, Mesaque e  Abednego também não se encurvaram diante da estátua que Nabucodonosor mandou fazer [Dn 3.12].
Somente nosso Deus merece toda Honra e toda a Glória ! Jesus disse: "Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto" (Lc 4.8).
Mardoqueu não se encurvava diante de imagem de escultura e de homens, estava escrito na lei: "Não fareis para vós ídolos. Nem vos levantareis imagem de escultura nem estátua, nem poreis em vossa figura de pedro na vossa terra, para  pedra alguma adornada de figuras, para vos prostrardes diante dela, porque eu sou o Senhor, vosso Deus" (Lv 26.1).
Pedro e Paulo além de não se encurvarem diante de ídolos, ambos recusaram serem adorados (At 10.25,26; 14.11), mas como nos dias atuais tem sido diferente, muitos cristãos buscam os holofotes, o glamour, enquanto outros dão boas vindas a toda e qualquer idolatria.

1.1 - Grande é o Senhor
O Grande e Criador de todas as coisas, criou o homem para Si, e estabeleceu entre eles um relacionamento. Infelizmente Adão pecou, desobedeceu as ordens de Deus, perdeu a comunhão que eles tinham.
Se dependesse do homem jamais este relacionamento seria restabelecido. O Grande Senhor providenciou um meio para essa reconciliação : "Porque, se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida." (Rm 5.10).
Contudo, para que tal relacionamento ocorra, é preciso que o ser humano responda positivamente à manifestação da graça de Deus e Seu convite:
"Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!" (Mt 23.37)
Jerusalém era a capital do povo escolhido de Deus; o lar de Davi, o maior rei de Israel; e o local do Templo, a morada de Deus na terra. Jerusalém deveria ser o centro de adoração do Deus verdadeiro, e um símbolo de justiça para todas as pessoas. Mas Jerusalém havia se tornado cega para Deus e insensível às necessidades humanas. Aqui, vemos a intensidade dos sentimentos de Jesus pelas pessoas perdidas e por sua amada cidade, que, em breve seria destruída. (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Pág. 1414)
 
1.2 - A Vitória é do Povo de Deus
Hamã manifestava as características dos amalequitas em querer destruir o povo de Deus. Se no passado Agague, rei dos amalequitas travou guerra com Israel, na época do império Medo-Persa, Hamã da mesma linhagem de Agague, tentou destruir novamente o povo judeu.


Hamã - ocupava a segunda posição mais importante do império de Assuero,  foi um lider extremamente arrogante, ele foi consumido pelo ódio que sentia por Mardoqueu que se recusou a encurvar-se diante dele. Este ódio de Hamã à Mardoqueu se estendeu  a todo o povo judeu por causa do ódio de longa data entre os judeus e seus antepassados, os amalequitas.

1.3 - Deus tinha um Plano com Mardoqueu
Diante de Hamã, quem era Mardoqueu? 
Diante do império de Assuero, quem era Mardoqueu?
Aos olhos humanos um exilado, talvez apenas um oficial judeu entre os cativos judeus, ocupação que o manteve nas proximidades do palácio, e possibilitou ouvir os planos de Tigtã e Teres de assassinar o rei Assuero.
Diante de Deus, Deus tinha um plano com Mardoqueu !
 
2 - Uma Luz no Fim do Túnel

"Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; livrá-lo-ei e o glorificarei" (Sl 91.15)
Mardoqueu tinha convicção do seu ato de não se inclinar à Hamã, e sabia o que isso poderia lhe custar. A Fidelidade a Deus na hora da adversidade revela quem de fato nós somos. Não importa as circunstâncias que atravessamos, se honrarmos ao Senhor, seremos por Ele honrados. O fiel vivencia o cuidado e a presença de Deus, mesmo no dia mau. (Bispo Abner Ferreira - Revista Betel - 3T - 2020) 
"Os justos clamam, e o Senhor os ouve e os livra de todas as suas angustias." (Salmo 34.17)
O caminho que Mardoqueu encontrou nesta situação foi a oração, o clamor À Deus.

2.1 - O Cristão é Afrontado todos os Dias



2.2 - Momento de Perseguição
Em virtude da fé de Mardoqueu, o povo judeu passou a sofrer uma grande perseguição de Hamã.
Não é de hoje que os cristãos sofrem perseguição, quantos cristãos foram martirizados por Nero (ano 54-68 d.C)? muitos foram queimados para servirem de luz noturna (Annales de Tácito)
Em meados do século II, não era difícil encontrar grupos tentando apedrejar os cristãos, incentivados, muitas vezes por religiões rivais. (Eusébio de Cesaréia - História Eclesiástica)
Hamã enfurecido queria enforcar Mardoqueu e exterminar todo o povo judeu.
Perseguição aos cristãos: Qualquer hostilidade experimentada como resultado da identificação de uma pessoa com Cristo. isso pode incluir atitudes hostis, palavras e ações contra cristãos.
A cada ano, a perseguição aos cristãos se intensifica no âmbito global.
Mais de 260 milhões de cristãos no mundo enfrentam algum tipo de oposição como resultado de sua identificação com Jesus Cristo.
(www.portasabertas.org.br)


Jesus disse que devemos nos alegrar quando formos perseguidos por causa da nossa fé. A perseguição pode ser  algo bom porque
(1) tira nossos olhos das recompensas terrenas
(2) remove crenças superficiais
(3) fortalece a fé daqueles que a enfrentam
(4) nossa atitude em relação a ela serve como exemplo para as pessoas que se espelham em nós.
Podemos ser confortados ao saber que os maiores profetas de Deus foram perseguidos (Elias, Jeremias, Daniel). O fato de sermos perseguidos mostra que temos sido fiéis; os incrédulos passam despercebidos. No futuro, Deus recompensará os fiéis recebendo-os em seu reino eterno, onde não há perseguições. (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Pág. 1328)

2.3 - Uma Atitude em meio à Aflição



3 - A Luta Diária contra os nossos Inimigos




3.1 - Uma Missão e um Exposição



3.2- A Igreja deve se manter Fiel a Cristo


3.3- Nosso Alvo é Cristo


Conclusão
1 - Fomos ensinados a convidar ao Senhor para fazer parte de nossa vida e de nossa família.
2 - Aprendemos que as dores permitem uma busca apurada por Sua presença.
3 - Devemos lutar, para que os princípios éticos fundamentais da família sejam preservados dos ataques de Satanás.




    









4 comentários:

  1. Boa noite na PAz do Senhor! Por favor envie o questionário para esta lição. Deus Abençoe!

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  2. A Paz do Senhor! Vocês estão de parabéns, Deus continue Abençoando a vida de cada um de vocês.

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