quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Lição 12 – A adoração a Deus precisa estar de acordo com a Sua Palavra

Aula presencial dia 23 de Dezembro de 2018 

Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  
Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de cortar, alterar e 
adicionar conteúdo para uso na sua EBD. 


1 - Explicar o que é uma festa espiritual;
2 - Abordar as aplicações sobre as portas;
3 - Falar sobre o muro largo e suas torres.

 Texto Áureo
“E, na dedicação dos muros de Jerusalém, buscaram os levitas de todos os seus lugares, para os trazerem, a fim de fazerem a dedicação com alegria, e com louvores, e com canto, saltérios, alaúdes e harpas.” (Ne 12.27)

Verdade Aplicada
Nossas celebrações devem conduzir-nos a 
adorar somente ao Senhor, lembrar-nos de Seus benefícios 
e ajudar-nos a permanecermos em Seus ensinamentos.

Motivo de Oração
Ore para que o Natal seja um momento muito significativo, 
cheio da presença e amor de Jesus.




Neemias 12.27-30
27 - E, na dedicação dos muros de Jerusalém, buscaram os levitas de todos os seus lugares, para os trazerem, a fim de fazerem a dedicação com alegria, e com louvores, e com canto, saltérios, alaúdes e harpas.
28 – E se ajuntaram os filhos dos cantores, tanto da campina dos arredores de Jerusalém como das aldeias dos netofalitas.
29 – Como também de Gilgal e dos campos de Gibeá e Azmavete; porque os cantores tinham edificado para si aldeias nos arredores de Jerusalém.
30 – E purificaram-se os sacerdotes e os levitas; e logo purificaram o povo, e as portas, e o muro.






ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. Uma Festa Espiritual
2. Aplicações Oriundas das Portas
3. O Muro Largo e suas Três Torres
Conclusão


                   


Lição 12 - A adoração a Deus precisa estar de acordo com a Sua Palavra

“ADORAR. sāhāh: ‘adorar, prostrar-se, curvar-se’. Esta palavra é encontrada no hebraico moderno no sentido de ‘curvar-se’ ou ‘inclinar-se’, mas não no sentido geral de ‘adorar’. O fato de que ocorre mais de 170 vezes na Bíblia hebraica mostra algo do seu significado cultural. Aparece pela primeira vez em Gênesis 18.2. O ato de se curvar em homenagem é feito diante de um superior ou soberano. Davi ‘se curvou’ perante Saul (1Sm 24.8). Às vezes, é um superior social ou econômico diante de quem a pessoa se curva, como quando Rute ‘se inclinou’ à terra diante de Boaz (Rt 2.10). Num sonho, José viu os molhos dos seus irmãos ‘inclinando-se’ diante do seu molho (Gn 37.5,7,8). A palavra sāhāh é usada com o termo comum para se referir a ir diante de Deus e na adoração (ou seja, adorar), como em 1 Samuel 15.25 e Jeremias 7.2. Às vezes está junto com outro verbo hebraico que designa curvar-se fisicamente, seguido por ‘adorar’, como em Êxodo 34.8: ‘E Moisés ... encurvou-se [‘adorou’ — ARA]’. Outros deuses e ídolos também são o objeto de tal adoração mediante a ação de se prostrar diante deles (Is 2.20; 44.15.17)” (VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR., William. Dicionário Vine. 7ª Edição. RJ: CPAD, 2007. p.31).

Texto Áureo
“E, na dedicação dos muros de Jerusalém, buscaram os levitas de todos os seus lugares, para os trazerem, a fim de fazerem a dedicação com alegria, e com louvores, e com canto, saltérios, alaúdes e harpas.” (Ne 12.27)

Verdade Aplicada
Nossas celebrações devem conduzir-nos a adorar somente ao Senhor, lembrar-nos de Seus benefícios e ajudar-nos a permanecermos em Seus ensinamentos.

Objetivos da Lição
1 – Explicar o que é uma festa espiritual;
2 – Abordar as aplicações sobre as portas;
3 – Falar sobre o muro largo e suas torres.

Neemias 12.27-30
27 - E, na dedicação dos muros de Jerusalém, buscaram os levitas de todos os seus lugares, para os trazerem, a fim de fazerem a dedicação com alegria, e com louvores, e com canto, saltérios, alaúdes e harpas.
28 – E se ajuntaram os filhos dos cantores, tanto da campina dos arredores de Jerusalém como das aldeias dos netofalitas.
29 – Como também de Gilgal e dos campos de Gibeá e Azmavete; porque os cantores tinham edificado para si aldeias nos arredores de Jerusalém.
30 – E purificaram-se os sacerdotes e os levitas; e logo purificaram o povo, e as portas, e o muro.
  
INTRODUÇÃO
Na presente lição, veremos a alegria do povo ao ver suas conquistas. Também refletiremos sobre as lições oriundas das partes da muralha tais como suas portas, o muro largo e suas três torres.

1.    Uma Festa Espiritual
Um grande evento espiritual teve lugar entre o povo durante a consagração das muralhas. Desse culto de ação de graças, é possível extrair preciosas lições para quem deseja ter uma vida de louvor e gratidão ao Senhor . Essas expressões de louvor são saudáveis numa época em que a imagem da Igreja, especialmente no Brasil, já recebeu algumas muito interessantes como, por exemplo, culto de “evangelizashow”, entre outros. É certo que nomes criativos como esse atiçam o fogo da publicidade e podem atrair grandes massas. Contudo, é mister atentarmos para a verdadeira interpretação de alguns desses eventos.

1.1   O Papel da Música no Culto Racional
A Bíblia nos ajuda a fazer importantes incursões nesta fascinante matéria: a música. Ela pode ser considerada como a arte do céu, a linguagem da alma. Uma língua de alcance universal já que, através de uma partitura, uma melodia pode ser entoada em qualquer parte do planeta. Pelo exposto, são precisos alguns cuidados com essa arte. Observando conteúdo e origem de muitas músicas seculares, é notório que o inimigo também tem se utilizado da música para transmitir sua mensagem de destruição e tentar afastar as pessoas de Deus. Muitos comentaristas consideram que o texto de Ezequiel 28.13 (que menciona tambor e adulfe) também está se referindo ao inimigo antes de sua queda e sua relação com a música.
O que é Culto Racional?  
Paulo empregou em Romanos 12:1 o termo “Culto Racional” vejamos: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso Culto Racional”.
Prestar a Deus um “culto Racional” é prestar um “culto com razões”, com propósitos, com objetivos claros, com consciência de nosso ato e de nossa missão de adoradores. Viemos para a Igreja para adorar a Deus com decência, ordem, compromisso, organização,  tudo isso, porque Deus fez e faz muito em nossa vida.
Não existe “Culto Racional” sem o entendimento da palavra de Deus. Não se pode substituir o ensino da palavra de Deus por nada na liturgia.  É a palavra de Deus que produz arrependimento, quebrantamento e o verdadeiro espírito de adorador. Em Neemias 8:3 diz “E leu no livro, diante da praça, que está fronteira à Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens e mulheres e os que podiam entender; e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei”.
A bíblia diz que depois de seis horas de estudo bíblico, o povo se inclinou e começaram a adorar ao Senhor com o rosto em terra, isso é culto racional.
Culto Racional não é um culto desprovido de emoção, não é um culto sem expressão humana, não é um culto cuja liturgia foi definida previamente no papel, onde cada pessoa presente já sabe de antemão o que vai acontecer no início, meio e fim.
A idéia da palavra “Culto Racional” é ter atitude de adoração a Deus de forma consciente compreendendo e participando de cada ação que acontece durante o culto. Você sabe o que está fazendo durante o culto? Sabe o que simboliza cada ato do culto? Se você sabe, de fato esta oferecendo a Deus um “Culto Racional”.  (Prof. Eder Tomé, 2016,  4º Trimestre)

1.2   Louvando a Deus pelas Vitórias
Vemos na Palavra de Deus momentos de adoração e louvor a Ele por uma vitória alcançada. Esta análise, por certo, derrubará muitos dos mitos, pressupostos e crenças sobre as comemorações na igreja do Senhor. Por mais de um século, o povo viveu em verdadeiro estado calamitoso. A cidade estava em ruínas e, agora, após a árduo trabalho de reconstruí-la e as demais organizações, o registro sagrado traz a cena de uma comemoração com júbilo e alegria por essas conquistas (Ne 12.27).
 “O que podemos oferecer a Deus por todos os seus benefícios?”. Ouça os alunos com atenção e incentive a participação de todos. Em seguida, explique que Moisés e alguns servos do Senhor ofereceram a Deus a sua adoração. Depois, apresente o quadro e leia as referências juntamente com os alunos. Conclua enfatizando que devemos oferecer a Deus o nosso louvor e gratidão. 
                 Fonte: Revista Lições CPAD Jovens e Adultos - 2014 - 1 Trimestre

1.3   A Celebração que Chega ao Céu
Os versos 27-29 e o 43 do capítulo 12 mostram que o povo estava unido durante as celebrações. Visto por esse prisma, a união é quesito indispensável para uma adoração perfeita (Sl 133). Conduzir o culto de adoração conforme o exemplo encontrado nesse texto fará toda a diferença em sua aceitação por parte de Deus. Não pode haver adoração vertical sem que haja união horizontal. A ausência desta obstrui o caminho daquela. É preciso discernirmos, por intermédio da luz da Palavra e da direção do Espírito, as investidas e truques de Satanás, para não sermos envolvidos e influenciados (2Co 2.10-11). Se a união não faz parte da vida da pessoa que deseja celebrar gratidão a Deus, sua posição em nada contribuirá para adorar ao Senhor.
23 — Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.
24 — Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.

Adorar em espírito e em verdade. A vivência da adoração não é algo limitado a um aspecto físico — um determinado local, por exemplo —, muito menos pode ser fundamentada sobre opiniões ou tradições míticas. A verdadeira adoração é “em espírito”, ou seja, é uma experiência que tem seu nascedouro no interior do homem, que mobiliza partes do ser homem que foram criadas por Deus para serem canal de comunicação entre o Criador e seus filhos (Pv 20.27). Além disso o louvor a Deus deve ser “em verdade”, isto é, por meio de uma “revelação” — que é o significado imediato da palavra grega (aletheia) (2Co 13.8). A verdade na vida de um adorador implica uma vida entregue realmente aos cuidados de Deus, onde Ele tem total comando, e onde é adorado não apenas nos momentos de comunhão do culto, mas também nos momentos da vida comum, como trabalho, estudos, família e demais relacionamentos onde Deus também deve se manifestar. (Lições CPAD Jovens » 2016 » 4º Trimestre)

2.    Aplicações Oriundas das Portas

A essa altura, a Bíblia continua a nos dar contribuições para esse crescente conjunto de conhecimentos. Trabalhamos nos próximos tópicos as imagens da portas as imagens da portas e torres as quais o capítulo faz, menção. Há mais de uma aplicação possível utilizando-se desses símbolos. Optamos por uma interpretação que nos conduzirá a um autoexame. De modo sintomático, podemos ilustrar bem cada uma delas. Vejamos:

2.1 A Porta do Monturo, a Porta da Fonte e a Porta das Águas
A primeira porta nos faz lembrar de quebrantamento. Espiritualmente, fala da miséria do ser humano. Somos pecadores e precisamos nos humilhar. Antes de nos posicionarmos para louvar a Deus, precisamos passar por essa porta, a porta do quebrantamento e da humilhação. Toda sujeira que vai sendo revelada em nós tem de ficar no monturo (Sl 26). Despojamo-nos de qualquer pretensa vaidade e nos humilharmos debaixo da potente mão de Deus que nos resgata (Sl 42.2-3). Da reflexão acerca da Porta da Fonte extraímos a lição acerca do novo nascimento. Ficava próxima do açude de Selá – Hoje, Tanque de Siloé. Já a porta das Águas nos lembra as correntes que levam aos mananciais das águas. Não é um nascente, mas um lugar de águas correntes que, por sua vez, simboliza um vida cheia do Espírito Santo.
A Porta do Monturo (Ne 2.13; 3.14). Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe, “essa porta recebeu este nome porque o lixo da cidade era levado através dela para ser queimado no vale de Hinom”. Que lição nos traz a Porta do Monturo? A igreja e a família devem ter cuidado para não se contaminar com o lixo deste mundo: heresias, apostasias, imoralidades e mentiras.
Se não tomarmos cuidado, todo esse lixo invadirá nossos lares por intermédio da mídia. Infelizmente, muitos são os que passam horas seguidas diante da tevê e da internet, permitindo que a abominação lhes entre pela casa. A Palavra de Deus adverte-nos: “Não meterás, pois, abominação em tua casa, para que não sejas anátema” (Dt 7.26). Os programas de TV, com raras exceções, estimulam a prostituição, o adultério, a fornicação e o homossexualismo. Tomemos cuidado, pois, com o que vemos, ouvimos e lemos, pois as Sagradas Escrituras alertam-nos a não colocarmos coisas más diante dos nossos olhos (Sl 101.3). Querido irmão, não se contamine com o lixo desse mundo!
A Porta da Fonte (Ne 3.15). Essa porta ficava próxima ao Tanque de Siloé, ou Tanque do Rei. A Porta da Fonte não é uma figura bastante forte da Palavra de Deus? Ela nos mata a sede espiritual, limpa-nos de todo o pecado e vivifica-nos a alma (Sl 119.50). Muitos já não recorrem mais a essa fonte e o resultado é a sequidão espiritual. Preferem as cisternas rotas deste mundo (Jr 2.13). Tem você bebido regularmente da fonte da água da vida? Jesus é a porta da vida eterna.
(Lições CPAD Jovens e Adultos » 2011 » 4º Trimestre)

2.2  A Porta de Efraim e a Porta Velha
Para fazermos aplicação acerca dessa porta, vejamos a partir do significado de seu nome. O nome Efraim significa “duplamente frutífero” (Gn 41.52). Esta porta representa a produção de frutos pela Igreja. Seus membros devem evangelizar isolada e coletivamente, bem como viver buscando maturidade e aproximação em relação a Deus (Jo 15.8,16; Gl 5.22). Agora, falando da Porta Velha, lembra-nos o que é veterano e experimentado. Fala de experiência (Lv 19.32; Pv 16.31).
A Porta Velha (Ne 3.6; 12.39). Localizada na parte mais antiga da cidade, a Porta Velha pode ser tomada como imagem da legítima doutrina cristã. Esta, apesar de sua antiguidade, jamais será derribada quer pelo liberalismo teológico, quer pelo pós-modernismo. Ela assemelha-se aos portões dos castelos milenares: resiste ao tempo e jamais será tida como ultrapassada, pois imprescindível à nossa segurança. A Bíblia Sagrada, de onde extraímos a nossa doutrina, começou a ser escrita há quatro mil anos aproximadamente, e nem por isso é tida como fora de moda: a Palavra de Deus é para sempre (1 Pe 1.24,25).
Muitos são os que procuram as portas do humanismo, do relativismo e dos modismos com suas extravagâncias litúrgicas. E o que diremos dos pregadores que se comportam como gurus da autoajuda? Zelemos pela sã doutrina, para que os mercenários não se apossem do rebanho de Cristo (Tt 2.1). (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2011 » 4º Trimestre)
  
2.3  A Porta do Peixe, a Porta do Gado e a Porta da Guarda
A Porta do Peixe nos remete à ideia de crescimento numérico (Ne 12.39). Era por ela que os peixeiros vinham negociar com os habitantes da cidade. No cenário neotestamentário, o peixe aparece ligado ao episódio que envolve a chamada dos discípulos (Lc 5.1-11; Jo 21.1-23). A Porta do Gado, por seu turno, lembra o rebanho de Deus. Todo adorador precisa passar pelo cajado do Senhor. Estar sob o Seu comando. Finalizando, temos a Porta da Guarda. A ideia aqui descortinada é a de inspeção. É o Senhor passando em revista o Seu exército na terra. Deus vela por nós, nos sonda e nos avalia, a fim de verificar nossa condição espiritual (Is 13.4).
A Porta do Gado ou das Ovelhas (v.1). De acordo com os estudiosos, essa porta situava-se na entrada mais oriental do lado norte das muralhas de Jerusalém (Ne 12.39; Jo 5.2). Em algumas versões, é chamada de a Porta das Ovelhas. Junto a essa porta, no tempo de Jesus, havia o tanque de Betesda, onde o Salvador curou o paralítico, enfermo havia trinta e oito anos (Jo 5.2-9). Essa porta foi edificada pelos sacerdotes (Ne 3.1).
A Porta das Ovelhas é uma figura de Cristo — a Porta da Salvação e o Bom Pastor (Jo 10.7-9). Não há salvação senão em Jesus e por Jesus (At 4.12). Cristo libertou-nos do pecado e da condenação eterna. O Sumo Pastor morreu por nossas iniquidades, libertando-nos do castigo do pecado, que é a morte. Como Igreja do Senhor, devemos proclamar ao mundo, que Jesus é o único caminho que nos leva a Deus. A porta da salvação está aberta. Aproveite a oportunidade. Entre. Jesus está à sua espera.
A Porta do Peixe (Ne 3.3; 12.39). Não se sabe ao certo o porquê desse nome. Todavia, segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe, o nome provavelmente veio do fato de os peixes da Galileia serem comercializados naquelas imediações.
Essa porta faz-nos lembrar que Jesus chamou-nos para sermos “pescadores de homens” (Mt 4.19; 13.47,48). Todo crente tem o dever de ganhar almas para o Reino de Deus, seja ele pastor, missionário, diácono, professor da Escola Dominical. Não podemos negligenciar a evangelização. A Igreja recebeu de Cristo a incumbência de proclamar o Evangelho a toda criatura (Mc 16.15). Você tem cumprido a sua missão?
Porta de Micfade ou Porta da Guarda (Ne 3.31). Localizada na seção nordeste de Jerusalém, a Porta da Guarda, ao que tudo indica, ficava adjacente ao Templo. Ela faz-nos lembrar a guarda dos preceitos divinos: “Inclinei o meu coração a guardar os teus estatutos, para sempre, até ao fim” (Sl 119.112).
Se quisermos as bênçãos do Senhor, obedeçamos aos seus preceitos. Se os deixarmos, arcaremos com pesadas consequências: miséria e destruição. Assim se deu com Judá, cujos habitantes, por ignorarem a Lei de Deus, além de contemplarem a destruição de Jerusalém, amargaram um cativeiro de setenta anos em Babilônia. O líder autêntico incentiva o povo a obedecer e a amar a Palavra de Deus. (Lições CPAD Jovens e Adultos » 2011 » 4º Trimestre)
  
3.    O Muro Largo e Suas Três Torres
O muro largo representa a liberdade em Cristo que só é encontrada após a aceitação de Jesus como nosso único e suficiente Salvador (Lc 4.19; At 28.31; 1Co 8.9; Gl 5.13).

3.1   A Torre dos Fornos
Dessas torre (Ne 12.38) tiramos a ideia de purificação. Em seus escritos, o Pr. João de Souza afirma que, para a restauração da vida de louvor e adoração na igreja, é necessária a passagem pelo fogo. Percebemos uma sequência de ações: convencimento dos pecados, que são jogados fora no monturo, beber da fonte eterna, lavar uma água da vida e purificar como o fogo. É no fogo que toda a escória vem à tona. Assim como aconteceu com o profeta Isaías (Is 6.6-7), a brasa viva também nos purifica, tirando de nós tudo o que não presta.

3.2   A Torre de Hananel
Conforme o Dicionário Bíblico Universal, Hananel ou Hananeel significa “Deus é clemente”. Assim, esta Torre lembra-nos a misericórdia de Deus, Sua graça e Seu favor para com a humanidade. O diabo não suporta assistir o povo de Deus louvando e tributando vitórias ao Senhor Deus. Por isso ele ataca tão intensamente o departamento de louvor das igrejas. Em todas as suas nuances, componentes, regentes e até instrumentistas, todos são tentados a parar, mas o Senhor lhes dá novo ânimo e vigor.

3.3   A Torre dos Cem
É a Torre registrada na versão da Bíblia do Culto como a Torre de Meá (Ne 3.1; 12.39). A expressão “Cem” lembra-nos multiplicação. Em Gênesis 26.12 encontramos uma passagem que fala da multiplicação dos grãos. A multiplicação está associada à bênção do Senhor. Deus é abençoador desde a criação, portanto, antes do pecado (Gn 1.28). Sua bênção é indispensável, pois nenhum esforço humano é capaz de substituí-la (Pv 10.22). A expressão “Cem” também nos lembra da semente da Palavra de Deus que chega aos que ouvem, recebem e dão fruto (Mc 4.20).

CONCLUSÃO
Aprendemos nesta lição acerca da importância da música na adoração a Deus, contudo sem isolar o louvor de outros aspectos da vida do discípulo de Cristo. O louvor deve estar interligado e coerente com outras atitudes do adorador, conforme os ensinamentos extraídos a partir da reflexão sobre as portas e torres de Jerusalém.

Questionário
1.    O que os versos 27-29 e o 43 do capítulo 12 nos mostram ?
R. Que o povo estava unido durante as celebrações (Ne 12.27-29,43).

2.    O que significa o nome Efraim ?
R. “Duplamente frutífero” (Gn 41.52).

3.    O que a Porta Velha nos lembra ?
R. O que é veterano e experimentado. Fala de experiência (Lv 19.32; Pv 16.31).

4.    Qual porta nos remete à ideia de crescimento numérico ?
R. A Porta dos Peixes (Ne 12.39)

5.    O que o muro largo representa ?
R. A liberdade em Cristo que só é encontrada após a aceitação de Jesus como nosso único e suficiente Salvador (Lc 4.19).

Bibliografia
[1] Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - ARC
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Bíblia do Culto - Editora Betel
Revista EBD Betel Dominical Professor - 4 trimestre 2018, ano 28, número 109 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/

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