segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Lição 13 - O Messias: O Legado de Israel

Aula presencial dia 23 de setembro de 2018 



Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  Faça bom uso !  Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de cortar, alterar e adicionar conteúdo. Não deixe de Divulgar e Compartilhar nas Redes Sociais !

1 - Apresentar as inúmeras profecias e citações a respeito do Messias;
2 - Explicar o messianismo em Israel;
3 - Mostrar que Jesus é o símbolo da Nova Aliança.


 Texto Áureo
"Veio para o que o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos 
quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes 
o poder de serem feitos filhos de Deus". (João 1.11-12).

Verdade Aplicada
O Antigo Testamento registra a promessa e preparação
para a vinda do Messias, o Filho de Deus.

Motivo de Oração
Ore para que Deus continue fortalecendo
a igreja no Brasil.

Hinos sugeridos.

154 - Doce Nome de Jesus

156 - A Ovelha Perdida

311 - Jesus, Meu Salvador





 Isaías 53:5-7 
5 - Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossa iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
6 - Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.
7 - Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro, foi levado ao matadouro e, como a ovelha, muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.



IMPORTANTE
Apresento neste BLOG o Esboço da Lição e os comentários como 
professor de EBD em cima do PAE - PLANO DE AULA EXPOSITIVA 
NÃO APRESENTO O CONTEÚDO COMPLETO DIGITALIZADO DAS REVISTAS
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ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. As profecias sobre o Messias
2. A expectativa da vinda do Messias
3. Jesus, o símbolo da Nova Aliança 
Conclusão
Clique aqui para Visualizar o PAE (Plano de Aula Expositiva) da Editora Betel



                   


Lição 13 - O Messias: O Legado de Israel
Messias: É uma palavra de origem hebraica. Biblicamente pode ser traduzida como ungido. (explicação no tópico 1)
legado
(latim legatum, ).

O que é transmitido a outrem que vem a seguir.
 https://dicionario.priberam.org//legado [consultado em 18-09-2018].

TEXTO ÁUREO
"Veio para o que o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus". (João 1.11-12).

VERDADE APLICADA

      O Antigo Testamento registra a promessa e preparação para a vinda do Messias, o Filho de Deus.
      

OBJETIVOS DA LIÇÃO
1 - Apresentar as inúmeras profecias e citações a respeito do Messias;
2 - Explicar o messianismo em Israel;
3 - Mostrar que Jesus é o símbolo da Nova Aliança.

TEXTO REFERÊNCIA
 Isaías 53:5-7 
5 - Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossa iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
6 - Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.
7 - Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro, foi levado ao matadouro e, como a ovelha, muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca.

INTRODUÇÃO
A história de Israel aponta para algo bem maior do que rituais e liturgias. É apenas uma estrada sendo pavimentada para a chegada do Messias. Sem dúvida, Jesus é o maior presente de Deus para a humanidade.

1. As Profecias sobre o Messias.
O Antigo Testamento traz inúmeras profecias e citações a respeito do Messias. De Gênesis a Malaquias são aproximadamente sessenta e uma alusões e características quanto ao Messias. O termo hebraico "mashiagh" significa "ungido" (Dn 9.25-26). A Septuaginta traduziu o vocábulo para a expressão "christós".

1.1. O Messias citado nos Salmos.
Dentro do arcabouço judaico, encontramos a seguinte divisão: Leis, Profetas e Salmos, sendo este último considerado o hinário do povo.
Além de encontrar respaldo do Messias na Torá (os cinco primeiros livros da Bíblia), encontramos também nos Salmos, e são considerados salmos messiânicos justamente por fazer alusão ao Messias. O livro de Salmos nos fortalece as seguintes informações acerca do Messias: os líderes políticos e religiosos conspirariam contra (Sl 2.2; Mt 26.3-4); seria e se autodeclararia Filho de Deus (Sl 2.7; Jo 9.35-37); e ao Messias seria dada autoridade sobre todas as coisas (Sl 8.6; Mt 28.18).
Professor seria interessante também a citação e explicação do versículo abaixo:
“E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos” (Lc 24.44).
"porque tu não me abandonarás no sepulcro, nem permitirás que o teu santo sofra decomposição".(Salmos 16:10) (Nova Versão Internacional)

1.2. Os Livros Proféticos e o Messias.
Nos livros proféticos, tanto os maiores quanto os menores, encontramos várias profecias que ratificam o plano redentor e a vida, ministério e morte do Messias. Em Ezequiel encontramos que o Messias seria da descendência de Davi (Ez 37.24-25).
Daniel diz que o Messias ascenderia aos céus (Dn 7.13-14), seria morto antes da destruição do templo (Dn 9.26) e seria glorificado (Dn 10.5-6).
Para Oséias, o Messias era o Filho de Deus e seria chamado do Egito (Os 11.1); e venceria a morte (Os 13.14). Em Miquéias descobrimos que ele nasceria em Belém (Mq 5.2). Várias passagens fazem referência ao Messias, corroborando que Jesus, de fato, era o Messias prometido.
Os profetas, inspirados pelo Espírito Santo, descreveram a vinda de Cristo detalhadamente. Isaías profetizou acerca de sua concepção virginal e de seu sofrimento vicário (Is 7:14; 53:1-12). Jeremias falou da Nova Aliança que o Senhor, por intermédio do Israel Messiânico, haveria de estabelecer com toda a humanidade (Jr 31:31-33). Miqueias mostrou o lugar do nascimento de Cristo, e Daniel revelou a sua soberania (Mq 5:2; Dn7:13,14).

(Lições CPAD Jovens e Adultos » 2016 » 2º Trim).

1.3. Isaías, o Profeta Messiânico.
Isaías é considerado o profeta messiânico, pois muitas das suas profecias se cumpriram na vida de Cristo, mesmo sendo proferidas cerca de setecentos anos antes do nascimento de Cristo. Outrossim, o livro do profeta Isaías é mais citado no Novo Testamento do que qualquer outro livro do Antigo Testamento.
Em Isaías podemos perceber que o nascimento de Messias seria de uma virgem (Is 7.14) ; cresceria em uma família de linhagem real (Is 11.1); seria desprezado (Is 53.2-3).Na realidade, a conhecidíssima profecia de Isaías 53, inicia-se no capítulo anterior, em que o profeta apresenta o Servo do Senhor da seguinte forma: “Eis que o meu servo operará com prudência” (52.13). O Novo Testamento confirma terminantemente que o mais messiânico dos profetas está, incontestavelmente, falando do Senhor Jesus Cristo. Trata-se, portanto, de uma genuína e autêntica mensagem profética da parte do Senhor Deus (At 8.28-35).
(Lições CPAD Jovens e Adultos » 2010 » 3º Trim)
E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro; e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, Assim não abriu a sua boca.
Na sua humilhação foi tirado o seu julgamento; E quem contará a sua geração? Porque a sua vida é tirada da terra.
E, respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz isto o profeta? De si mesmo, ou de algum outro?
Então Filipe, abrindo a sua boca, e começando nesta Escritura, lhe anunciou a Jesus.Atos 8:32-35

2. A Expectativa da Vinda do Messias.
A partir da queda do homem no jardim do Éden, Deus anuncia Seu plano redentor para a humanidade (Gn 3.15). A tradição judaíca vislumbrou no texto de Deuteronômio 18.15 um anúncio do Messias, que se esperava para o futuro, como se pode perceber em João 1.21; 6.14; 7.40. Deus levantaria um profeta do meio do povo, a quem todos deveriam dar ouvidos (Dt 18.15).

2.1. Os Judeus anseiam a Vinda do Messias.
No período interbíblico, que cobre cerca de quatrocentos anos, entre os livros de Malaquias e Mateus, foi enfatizada na literatura judaica a vinda de um Messias, no fim dos tempos, poderoso, libertador e restaurador de monarquia em Israel. 
Diante do jugo romano e de tantos escritos, os judeus começam a anelar por um Messias que renovasse e até mesmo ultrapassasse a glória trazida pelos macabeus. Por isso, a figura do Messias para os judeus foi assumindo dimensões cada vez maiores na mente popular.
O “silêncio profético”, que já durava quatrocentos anos, finaliza. A plenitude dos tempos havia chegado e o Messias agora seria revelado!
Disse a mulher: "Eu sei que o Messias ( chamado Cristo ) está para vir. Quando ele vier, explicará tudo para nós".
Então Jesus declarou: "Eu sou o Messias! Eu, que estou falando com você".João 4:25,26

2.2. O Messias na concepção do Povo.
O tempo de prosperidade advindo do período dos macabeus, como visto na lição anterior, foi um momento apoteótico para o povo, mas, diante do declínio e do jugo do império romano, muitos grupos se levantaram, tentando se insurgir contra esta dominação, e foram totalmente destruídos. Este fato intensificou a ideia de que o Messias seria um líder político. 
O cântico de Maria, após a visita do anjo Gabriel, retrata a chegada de um soberano que faria uma reforma social (Lc 1.51-55). Zacarias, em seu cântico, quando nasceu João Batista, enaltece a figura de um Messias que assumiria o trono de Israel e os libertaria de toda a opressão (Lc 1.68-74).
Veja as palavras de dois discípulos no caminho de Emaus:
E nós esperávamos que fosse ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram.
Lucas 24:21

Qual era o Messias que o povo Judeu esperava?
Muitos anos antes da época evangélica o povo judeu era escravo no Egito. Então Deus, através de Moisés, o livrou da escravidão e o levou à “terra prometida”. Moisés, assim como Davi, Abraão, Jacó, foram líderes que conduziram seu povo. Foram chefes políticos, que ajudaram a fundar e a estruturar a consciência judaica. Foram líderes de um povo, de uma nação.
A maioria dos profetas do Velho Testamento descreveu este mesmo caminho. A palavra comum (ao analisar o Messias que viria) era um líder triunfante, um chefe.  Ele conduziria seu povo à liberdade e derrotaria seus dominadores. 
Isaías foi um profeta que descreveu o Messias sem a “roupagem” do poder e do triunfo político. Ele descrevia um Messias místico, que falava e vivia o sentido mais profundo e atemporal de Deus. Um Messias que sofreria por causa da ignorância dos homens.
Quando Jesus nasceu a Palestina estava sob o domínio do império romano. O povo judeu desejava ardentemente a liberdade. Muitas revoltas já haviam acontecido e iriam acontecer nesta província. Mais do que nunca a palavra Messias era associada à idéia de libertação das leis romanas. Um Messias verdadeiro seria um Messias guerreiro que iria libertar seu país e ser seu rei.
Aqueles que seguiam Jesus, que viam seus milagres e percebiam autoridade em Sua fala, não tardaram a confundi-Lo com esse Messias guerreiro/estadista. Eles sabiam que Ele tinha poder. O que restava era saber quando Ele iria assumir a liderança do Seu povo e tomar o poder. Mas isto Jesus não fez. E muitos foram os que se decepcionaram.[...] 

2.3. A Rejeição do Messias.
O Filho de Deus "se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1.14). Criado por Maria e José, cresceu em sabedoria, em estatura e em graça para com Deus e com os homens (Lc 2.52). Durante a sua adolescência esteve no meio dos doutores (Lc 2.46). Apesar de ter Seu nascimento predito por anjos e várias profecias do Antigo Testamento revelarem minúcias a respeito do Messias, o povo judeu não conseguiu ver em Jesus as qualificações de um rei. O Seu nascimento não foi  nos quartos pomposos de um palácio, mas, sim, na simplicidade de uma manjedoura (Lc 2.12) . O anúncio de seu nascimento não foi por meio de um decreto real, mas através de um anjo aos pastores no campo (Lc 2.8-11) e depois uma simples estrela aos magos do Oriente (Mt 2.2) . Isaías diz que "nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos" (Is 53.2). Professor utilize o texto áureo da lição para explicar porque o messias foi rejeitado se havia uma ansiedade por sua chegada.
"Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus". (João 1.11-12).
 A mensagem do Senhor. Uma das singularidades do ministério de Nosso Senhor Jesus Cristo foi exatamente o teor de sua mensagem (Jo 7.46). Não obstante, o capítulo 53 inicia já com a pergunta: “Quem deu crédito à nossa pregação?” (v.l), demonstrando que a predicado Messias seria rejeitada. É contraditório entender o fato de que apesar dos milagres extraordinários operados pelo Filho de Deus e de sua pregação repleta de autoridade e poder, muitos não criam nEle (Jo 12.37,38; Rm 10.16). Até mesmo os de sua casa não compreenderam o seu ministério (Mc 3.21; Jo 7.5).
A aparência e a rejeição do Senhor. Não há como saber os traços físicos de Jesus, mas é bem possível que a sua aparência física contrarie a de todos os filmes já produzidos, pois a palavra profética declara que “nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos” (v.2b). A rejeição do Senhor foi tão grande que se iniciou ainda em seu nascimento! Não havia espaço adequado para o nascimento do Filho de Deus em Belém e, por isso, sua mãe deu-o à luz em uma manjedoura (Lc 2.7). Em Isaías 53, duas vezes o versículo três afirma que Ele era “desprezado” e termina dizendo: “não fizemos dele caso algum”. Tal descortesia cumpre-se de forma notória nos Evangelhos (Jo 1.10,11).
(Lições CPAD Jovens e Adultos » 2010 » 3º Trim)

3. Jesus, o Símbolo da Nova Aliança.
Cristo veio na "plenitude dos tempos" (Gl 4.4), ou seja, "período completo" ou "época determinada". É o ponto central da história da humanidade, o momento escolhido por Deus. Era o momento ideal para a intervenção divina por intermédio de Jesus Cristo.

3.1. Jesus e o Seu ministério.
Lucas 4.17-21 nos mostra Jesus em uma sinagoga. Então, foi-lhe dado o livro do profeta Isaías para ler, e achou o lugar em que estava escrito: "O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu a evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados de coração, e apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor". Ao fazer a leitura, Jesus fechou o livro e disse: "Hoje se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos" (Lc 4.21). O cumprimento da profecia de Isaías 61 estava diante dos olhos do povo, muitos creram, mas os líderes religiosos encheram-se de ira.
 Na sua época, Jesus se deparou com uma sociedade marcada pelas diferenças sociais e um contingente de pessoas em situação de pobreza e, até mesmo, de mendicância (Lc 16.20). Assim como hoje, naquele tempo não era incomum o desprezo àqueles que viviam nestas condições, acarretando-lhes exclusão e marginalização social. Jesus, porém, não tratava os necessitados com indiferença ou desprezo. Além de ter convivido com os menos afortunados, curando, libertando e lhes anunciando o Reino (Lc 4.17-19), o Mestre legou-nos o ensino da generosidade (Mt 19.21) e da ajuda, sem esperar nada em contrapartida.
Foi a partir desse exemplo que Tiago bradou contra a acepção de pessoas e o tratamento privilegiado aos ricos, em detrimento dos pobres (Tg 2.1-4). Embora a desigualdade social seja uma realidade no mundo e, até mesmo, dentro das igrejas, como resultado da queda (Dt 15.11), é inconcebível o favorecimento dos ricos e a discriminação aos pobres.
(Lições CPAD Jovens  » 2015 » 2º Trim).

3.2. A Superioridade de Cristo.
Jesus, o Filho de Deus, recebe várias designações, tais como Filho do homem, mostrando assim que é o representante de toda da humanidade e o Messias eterno; Filho de Davi, explicitando assim, a Sua ancestralidade. Em seu ofício sacerdotal, Ele foi superior a todos os sacerdotes que o antecederam, pois, enquanto o sacerdote entrava no santuário , Jesus penetrou nos céus e se compadece de nossas fraquezas (Hb 4.15). Cristo também é superior a Moisés, pois Moisés fez parte de uma aliança gravada em pedras, mas Cristo é a aliança gravada nos corações pelo poder do Espírito.
“Por designação divina, herdeiro de todas as coisas (Hb1.1,2). Deus, desde a eternidade, predestinou seu Filho para ser Possuidor e Soberano de todas as coisas. Mas foi pela encarnação que Cristo alcançou o senhorio messiânico. Como resultado da encarnação, Ele veio tomar posse de algo antes não necessariamente disponível por sua condição de Filho. Era o seu direito de primogenitura, mas foi de sua humanidade, morte e ressurreição que surgiu o tipo de soberania que se tornou sua somente em razão de seu triunfo sobre o pecado na carne (Hb1.3), e como resultado de sua identificação com os homens numa condição de irmandade. O senhorio messiânico não lhe poderia pertencer enquanto estivesse no seu estado pré-encarnado, visto ser uma questão relativa à função e não a poder e majestade inerentes. Em essência, sempre foi o ‘Filho de Deus’, mas isto não o fazia Messias; era necessário que se tornasse o ‘Filho do Homem’” (Comentário Bíblico Hebreus, CPAD, págs.116,117).

3.3. Os Títulos de Jesus e Sua Divindade.
Uma das maiores objeções dos judeus era reconhecer Jesus como o Filho de Deus (Jo 19.7), mas Ele é o Verbo (Jo 1). Os títulos e os nomes recebidos por Jesus durante Seu ministério reforçam Sua divindade.
Apocalipse 1.17 registra que Jesus é o Alfa e o Ômega, indicando o princípio e o fim de toda as coisas, pois Ele é eterno. Em Mateus 12.8, Jesus diz que o Filho do homem era Senhor do sábado. A expressão grega "Kurios" admite vários sentidos como: "Senhor"; "Mestre" ou "divindade". Ao usar esta expressão, Jesus estava nitidamente reivindicando a divindade.




































CONCLUSÃO
A história de Israel nos mostra um Deus, que, com mão forte, tirou o Seu povo do Egito e o guiou pelo deserto; e, também, prometeu que jamais faltaria dinastia ao trono de Davi. Jesus veio inaugurar o reino eterno, que tem como base justiça e santidade. E, para toda a humanidade, a salvação veio dos judeus.

Bibliografia
[1] Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - ARC
Biblia de estudo pentecostal, Almeida revista e corrigida, Rio de Janeiro, CPAD
Bíblia do Culto - Editora Betel
Revista EBD Betel Dominical Professor - 3 trimestre 2018, ano 28, número 108 - Editora Betel
PAE - Plano de Aula Expositiva - Auxílio EBD - http://editorabetel.com.br/auxilio/beteldominical/

1. Quem profetizou que o Messias seria da descendência de Davi ?
R: Ezequiel (Ez 37.24-25)

2. Quem é considerado o profeta messiânico ?
R: Isaías (Is 7.14)

3. O que o cântico de Maria, após a visita do anjo Gabriel, retrata ?
R: A chegada de um soberano que faria uma reforma social (Lc 1.51-55).

4. Quem veio na "plenitude dos tempos" ?
R: Cristo (Gl 4.4).

5.  Qual era uma das maiores objeções dos judes ?
R: Reconhecer Jesus como o Filho de Deus (Jo 19.7).

                              AGORA VAMOS A VÍDEO AULA SOBRE ESTA LIÇÃO.  TENHA BOM ESTUDO !                             






                                                                                                                                                                              
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