domingo, 2 de outubro de 2016

Lição 12 - Quando a adoração perde o significado

Aula presencial dia 18 de dezembro de 2016


1 - Alertar para os perigos de uma adoração vazia;
2 - Norteara partir dos princípios bíblicos, os rumos da adoração;
3 - Questionar a essência do que se chama “adoração” na atualidade.

 Texto Áureo
“Estai em mim, e eu, em vós; como a vara de si mesma não 
pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, 
se não estiverdes em mim”. (João 15:4)

Verdade Aplicada
Quando a adoração perde o significado, tornamo-nos reféns das lógicas do resultado.
  
Motivo de Oração
Ore pelas estações de rádios cristãs que operam no país, para que sejam bênção!

Hinos sugeridos.
124, 244, 269


Joãos 15:1-3,5,6,8
1 Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
2 Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.
3 Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado.
5 Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer.
6 Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
8 Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.

Segunda-Feira – Êxodo 10:1-11
10:1 DEPOIS disse o SENHOR a Moisés: Vai a Faraó, porque tenho endurecido o seu coração, e o coração de seus servos, para fazer estes meus sinais no meio deles, 
10:2 E para que contes aos ouvidos de teus filhos, e dos filhos de teus filhos, as coisas que fiz no Egito, e os meus sinais, que tenho feito entre eles; para que saibais que eu sou o SENHOR. 
10:3 Assim foram Moisés e Arão a Faraó, e disseram-lhe: Assim diz o SENHOR Deus dos hebreus: Até quando recusarás humilhar-te diante de mim? Deixa ir o meu povo para que me sirva; 
10:4 Porque se ainda recusares deixar ir o meu povo, eis que trarei amanhã gafanhotos aos teus termos. 
10:5 E cobrirão a face da terra, de modo que não se poderá ver a terra; e eles comerão o restante que escapou, o que vos ficou da saraiva; também comerão toda a árvore que vos cresce no campo; 
10:6 E encherão as tuas casas, e as casas de todos os teus servos e as casas de todos os egípcios, quais nunca viram teus pais, nem os pais de teus pais, desde o dia em que se acharam na terra até o dia de hoje. E virou-se, e saiu da presença de Faraó. 
10:7 E os servos de Faraó disseram-lhe: Até quando este homem nos há de ser por laço? Deixa ir os homens, para que sirvam ao SENHOR seu Deus; ainda não sabes que o Egito está destruído? 
10:8 Então Moisés e Arão foram levados outra vez a Faraó, e ele disse-lhes: Ide, servi ao SENHOR vosso Deus. Quais são os que hão de ir? 
10:9 E Moisés disse: Havemos de ir com os nossos jovens, e com os nossos velhos; com os nossos filhos, e com as nossas filhas, com as nossas ovelhas, e com os nossos bois havemos de ir; porque temos de celebrar uma festa ao SENHOR. 
10:10 Então ele lhes disse: Seja o SENHOR assim convosco, como eu vos deixarei ir a vós e a vossos filhos; olhai que há mal diante da vossa face. 
10:11 Não será assim; agora ide vós, homens, e servi ao SENHOR; pois isso é o que pedistes. E os expulsaram da presença de Faraó. 

Terça-Feira – Deuteronômio 30:11-20
30:11 Porque este mandamento, que hoje te ordeno, não te é encoberto, e tampouco está longe de ti. 
30:12 Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga, e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? 
30:13 Nem tampouco está além do mar, para dizeres: Quem passará por nós além do mar, para que no-lo traga, e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos? 
30:14 Porque esta palavra está mui perto de ti, na tua boca, e no teu coração, para a cumprires. 
30:15 Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal; 
30:16 Porquanto te ordeno hoje que ames ao SENHOR teu Deus, que andes nos seus caminhos, e que guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, para que vivas, e te multipliques, e o SENHOR teu Deus te abençoe na terra a qual entras a possuir. 
30:17 Porém se o teu coração se desviar, e não quiseres dar ouvidos, e fores seduzido para te inclinares a outros deuses, e os servires, 
30:18 Então eu vos declaro hoje que, certamente, perecereis; não prolongareis os dias na terra a que vais, passando o Jordão, para que, entrando nela, a possuas; 
30:19 Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, 
30:20 Amando ao SENHOR teu Deus, dando ouvidos à sua voz, e achegando-te a ele; pois ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias; para que fiques na terra que o SENHOR jurou a teus pais, a Abraão, a Isaque, e a Jacó, que lhes havia de dar. 

Quarta-Feira – 2 Crônicas 15:1-19 12
15:1 ENTÃO veio o Espírito de Deus sobre Azarias, filho de Odede. 
15:2 E saiu ao encontro de Asa, e disse-lhe: Ouvi-me, Asa, e todo o Judá e Benjamim: O SENHOR está convosco, enquanto vós estais com ele, e, se o buscardes, o achareis; porém, se o deixardes, vos deixará. 
15:3 E Israel esteve por muitos dias sem o verdadeiro Deus, e sem sacerdote que o ensinasse, e sem lei. 
15:4 Mas quando na sua angústia voltaram para o SENHOR Deus de Israel, e o buscaram, o acharam. 
15:5 E naqueles tempos não havia paz, nem para o que saía, nem para o que entrava, mas muitas perturbações sobre todos os habitantes daquelas terras. 
15:6 Porque nação contra nação e cidade contra cidade se despeda-çavam; porque Deus os perturbara com toda a angústia. 
15:7 Mas esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos; porque a vossa obra tem uma recompensa. 
15:8 Ouvindo, pois, Asa estas palavras, e a profecia do profeta Odede, cobrou ânimo e tirou as abominações de toda a terra, de Judá e de Benjamim, como também das cidades que tomara nas montanhas de Efraim, e renovou o altar do SENHOR, que estava diante do pórtico do SENHOR. 
15:9 E reuniu a todo o Judá, e Benjamim, e com eles os estrangeiros de Efraim e Manassés, e de Simeão; porque muitos de Israel tinham passado a ele, vendo que o SENHOR seu Deus era com ele. 
15:10 E ajuntaram-se em Jerusalém no terceiro mês; no ano décimo do reinado de Asa. 
15:11 E no mesmo dia ofereceram em sacrifício ao SENHOR, do despojo que trouxeram, setecentos bois e sete mil ovelhas. 
15:12 E entraram na aliança para buscarem o SENHOR Deus de seus pais, com todo o seu coração, e com toda a sua alma; 
15:13 E de que todo aquele que não buscasse ao SENHOR Deus de Israel, morresse; assim o menor como o maior, tanto o homem como a mulher.
15:14 E juraram ao SENHOR, em alta voz, com júbilo e com trombetas e buzinas. 
15:15 E todo o Judá se alegrou deste juramento; porque de todo o seu coração juraram, e de toda a sua vontade o buscaram, e o acharam; e o SENHOR lhes deu repouso ao redor. 
15:16 E também a Maaca, sua mãe, o rei Asa depôs, para que não fosse mais rainha, porquanto fizera um horrível ídolo, a Asera; e Asa destruiu o seu horrível ídolo, e o despedaçou, e o queimou junto ao ribeiro de Cedrom. 
15:17 Os altos, porém, não foram tirados de Israel; contudo o coração de Asa foi perfeito todos os seus dias. 
15:18 E trouxe, à casa de Deus, as coisas consagradas por seu pai, e as coisas que ele mesmo tinha consagrado: prata, ouro e vasos. 
15:19 E não houve guerra até ao ano trigésimo quinto do reinado de Asa.
  
Quinta-Feira – Salmos 14:1-7
14:1 DISSE o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem. 
14:2 O SENHOR olhou desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus. 
14:3 Desviaram-se todos e juntamente se fizeram imundos: não há quem faça o bem, não há sequer um. 
14:4 Não terão conhecimento os que praticam a iniqüidade, os quais comem o meu povo, como se comessem pão, e não invocam ao SENHOR? 
14:5 Ali se acharam em grande pavor, porque Deus está na geração dos justos. 
14:6 Vós envergonhais o conselho dos pobres, porquanto o SENHOR é o seu refúgio. 
14:7 Oh, se de Sião tivera já vindo a redenção de Israel! Quando o SENHOR fizer voltar os cativos do seu povo, se regozijará Jacó e se alegrará Israel.

Sexta-Feira – João 4:1-24
4:1 E QUANDO o Senhor entendeu que os fariseus tinham ouvido que Jesus fazia e batizava mais discípulos do que João 
4:2 (Ainda que Jesus mesmo não batizava, mas os seus discípulos), 
4:3 Deixou a Judéia, e foi outra vez para a Galiléia. 
4:4 E era-lhe necessário passar por Samaria. 
4:5 Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. 
4:6 E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. 
4:7 Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. 
4:8 Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida. 
4:9 Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos). 
4:10 Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. 
4:11 Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva? 
4:12 És tu maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, bebendo ele próprio dele, e os seus filhos, e o seu gado? 
4:13 Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; 
4:14 Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna. 
4:15 Disse-lhe a mulher: SENHOR, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la. 
4:16 Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. 
4:17 A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; 
4:18 Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade. 
4:19 Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta. 
4:20 Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.
4:21 Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. 
4:22 Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. 
4:23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. 
4:24 Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. 

Sábado – Atos 17:15-34
17:15 E os que acompanhavam Paulo o levaram até Atenas, e, recebendo ordem para que Silas e Timóteo fossem ter com ele o mais depressa possível, partiram. 
17:16 E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria. 
17:17 De sorte que disputava na sinagoga com os judeus e religiosos, e todos os dias na praça com os que se apresentavam. 
17:18 E alguns dos filósofos epicureus e estóicos contendiam com ele; e uns diziam: Que quer dizer este paroleiro? E outros: Parece que é pregador de deuses estranhos; porque lhes anunciava a Jesus e a ressurreição.
17:19 E tomando-o, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos nós saber que nova doutrina é essa de que falas? 
17:20 Pois coisas estranhas nos trazes aos ouvidos; queremos, pois, saber o que vem a ser isto 
17:21 (Pois todos os atenienses e estrangeiros residentes, de nenhuma outra coisa se ocupavam, senão de dizer e ouvir alguma novidade). 
17:22 E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Homens atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos; 
17:23 Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio. 
17:24 O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; 
17:25 Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas; 
17:26 E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação; 
17:27 Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós; 
17:28 Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração. 
17:29 Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens. 
17:30 Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; 
17:31 Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. 
17:32 E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez. 
17:33 E assim Paulo saiu do meio deles. 
17:34 Todavia, chegando alguns homens a ele, creram; entre os quais foi Dionísio, areopagita, uma mulher por nome Dâmaris, e com eles outros.


IMPORTANTE
Apresento neste Blog a Lição Completa conforme a 
Revista Lições Bíblicas do Professor, os meus comentários 
estarão no final deste estudo. Logo após a "Conclusão"

TENHA UM BOM ESTUDO !




Animismo: Ideia que consiste em dar alma a coisas inanimadas;
Estilhaço: Fragmento, pedaço;
Tríade: Conjunto de três pessoas ou três coisas.

ESBOÇO DA LIÇÃO
Introdução
1. A crise do vazio.
2. A fixação dos resultados exteriores.
3. A escravização do verbalismo.
Conclusão.

                             MUSICA QUE NOSSO SITE ESCOLHEU PARA O TEMA DESTA LIÇÃO
Antes de Ver o vídeo, se a radio do site estiver tocando, suba a página até a radio e 
toque no vídeo da musica que estiver tocando para interromper o som.
                                                Ligado na Videira - Vinícius Santos



Introdução
Na imensa crise do esvaziamento, coreografias pouco interessantes roubam a beleza e a arte. Vivemos na era da técnica em detrimento a graça. Há muitos que vivem em “adoração”, mas que não geram frutos de arrependimento.

1. A crise do vazio.
A esmagadora maioria dos que vivem nos chamados “movimentos da adoração” da atualidade vive num atordoado esforço para destruir a monstruosidade do vazio. A falta de sentido é percebida na forma como se pretende orar; do exagero ao sufocamento, os extremos vão fazendo a rotina da adoração do vazio (Jo 4.23-24).

1.1. A distância entre ética e estética.
O vazio alimenta-se de um sofrimento secreto, que por sua vez, apela à máscara. O teatro comportamental rouba a cena alargando ainda mais a distância entre o adorar e o povo, e, também entre o adorador e Deus. O erro fundamental está no vazio existencial. Gente que “adora” sem vida Morte no altar. Isso gera um profundo choque entre ética e estética: é o parecer superando o ser. Por essa razão, as características de shows são mais viáveis do que o culto. No show, tudo é produto de uma mistura entre o frenesi da massa e o desempenho dos astros, mas o culto só acontece quando os astros são destronados e o Soberano Deus é adorado como Santo.

SUBSÍDIO DIDÁTICO
 Vivemos num tempo marcado pelo esvaziamento dos conteúdos, do significado. Excesso de informação atordoando e confundindo. A constante troca de mitos numa sociedade que não consegue abraçar o contentamento. A variedade de solicitações e de modelos generalizantes cansa, abate. Nesse contexto de busca alucinada, a adoração é direta e essencialmente atingida. Na correria tresloucada é criado um “fenômeno”; igrejas cheias de gente vazia! Esse duelo entre significado e dor produz uma busca frenética por novidades que tragam autenticidade e autoridade. Quando isso acontece, o buraco negro da alma se aprofunda ainda mais.

1.2. A perigosa via dos extremos.
Para encobrir a vergonha do vazio, muitos se aventuram na perigosa via dos extremos: de um lado, uma melosidade sentimentalista que escraviza emoções. Gente produzindo uma espécie de estelionato emocional, onde as lágrimas são forçadas, sequestradas de sua inocência. Do outro lado, uma carnavalização folclórica que, em nome da liberdade cristã, “santifica” o ridículo (gente rolando no chão, imitando bichos, cabelos esvoaçantes, etc.). Essas taras sentimentalistas nada mais são do que fugas da normalidade. Gente que não suporta o silêncio. Gente que odeia a cadência normal dos dias. Gente viciada numa espécie de adrenalina espiritual. Gente que, se parar, percebe o vazio, e sofre. Gente que destrói o significado da adoração, porque disfarça seu vazio ao invés de preenchê-lo na presença do Altíssimo.

SUBSÍDIO DIDÁTICO 
Quando nossa vida é um altar, nossas palavras são hinos. Somos chamados a encarnar a graça. Nossas palavras só terão sentido quando corresponderem à realidade de nossa vida com Deus. Quando cultivarmos a presença de Deus, passarmos tempo nos deleitando nos braços do Pai, é que teremos poder nas palavras e na adoração. Deus procura adoradores que saibam que o Agricultor celeste não negocia com o engano. “Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.” (Jo 15.6). Não há significado na adoração se Deus não for a realidade maior de nossa vida.

1.3. A terrível inversão dos valores.
Essa geração do vazio é rápida em inverter os valores. Humildade vira defeito, orgulho vira virtude. O vazio engole os valores. Grande parte das pessoas hoje luta por causas sem sentido. Uma das formas mais eficazes de desligar-nos de Deus é invertendo os calores. É gritando a graça com a fúria da lei. É caindo na tentação de ser o dono do nosso próprio culto. Se a adoração for invertida, Deus saíra de cena. Igreja sem Deus é apenas acúmulo de vazio (Jo 15.6).

SUBSÍDIO DIDÁTICO
Em Lucas 1.38, Maria afirma: “Cumpra-se em mim segundo a tua palavra”. Adoração começa quando Deus visita nossa intimidade. É a presença que propõe mudanças. Na sequência do texto (Lc 1.46), Maria canta: “Minha alma engrandece ao Senhor”. Ela repete as palavras de Ana (1Sm 2.1-10). A adoração tem o componente da gratidão. Gratidão pelo que está por vir (o Messias). Quando chegamos ao capítulo 2.14, os anjos cantam: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra”. A adoração dos anjos une o que tem origem no céu com o que acontece na terra. É a primeira indicação da oração de Jesus: “Assim na terra como no céu.” (Mt 6.10). A adoração com significado nos coloca juntos não apenas da comunidade dos santos, mas de toda a congregação do céu.

2. A fixação dos resultados exteriores.
A adoração da atualidade corre atrás de resultados. Isso é tão notório que o linguajar do marketing virou rotina: publico alvo, estratégias de alcance, pesquisas de gêneros musicais, mídia. Essa tentação do retorno é fruto dos olhos seduzidos pelos “reinos do mundo e seu esplendor” oferecidos a Jesus pelo diabo no deserto (Mt 4.8). Esse é um grande motivo para mantermos nossos olhos constantemente lubrificados pela graça de Deus.

2.1. A interioridade negligenciada.
Vivemos a era da desvalorização das essências. O que vale é o espelho, não o rosto. Na tentação dos resultados exteriores, ignora-se a alma amordaçada. Ignora-se a tortura que ocorre no íntimo. Por isso, muitos dos “artistas” acabam nos consultórios psiquiátricos, em abismais depressões. Alimentam a mentalidade mitológica e sofrem por medo do esquecimento. Esse comportamento gera um fenômeno conhecido como “celebridade instantânea”, gente descartável. Enquanto dão algum prazer à massa, são amados e idolatrados, mas quando o encantamento se esvai, entram nos domínios de sua interioridade negligenciada e ferida para recolherem os estilhaços de sua vitrine sentimental.
SUBSÍDIO DIDÁTICO 
A linguagem de Jesus Cristo nos evangelhos é cheia de metáforas e imagens. Suas parábolas são um convite á imaginação. Uma das metáforas que Jesus usa é a videira. Ele mesmo é a videira, nós, as varas. Mas, para que cresçamos e venhamos a dar frutos, carecemos do trabalho do agricultor experiente. Isso deixa-nos uma valiosa lição para a adoração: adoração não é o resultado de uma série de experiências ou de uma dose de criatividade, mas de um processo divino de jardinagem – a poda! (Jo 15.2). Nossa tendência é acreditar que o crescimento espiritual é determinado por aquilo que fazemos para Deus, contudo, essa metáfora mostra-nos que antes de fazermos qualquer coisa vem a poda! O que o Eterno Deus faz em nós vem antes do que aquilo que fazemos por Ele, Só adoramos porque somos libertos para adorar.

2.2. A difícil conciliação entre a agenda pessoal e a intimidade com Deus.
Elevados a categoria de celebridades, muitos vivem escravizados pelas agendas. Perdem o contato com a família, com a Igreja local. Perdem o chão. Como dizia o poeta: “os mais belos hinos e poesia foram escritos em tribulação”. Os hinos e poesias de hoje são escritos em “tripulação” – no avião, na correria entre uma agenda e outra, na escada entre um palco e outro. É doloroso observar o esforço desumano que fazem para manter a imagem de santos, quando já perderam o caminho da santidade. Nenhum santo é feito no palco, mas na sarça, na fornalha, no deserto, no vale (Gn 32.22-32; Êx 3.2; Dn 3.1-30; 1Rs 19.1-21).
 SUBSÍDIO DIDÁTICO
Deus procura servos que saibam que não há agenda mais importante do que alimentar-se diariamente na presença do Santo. Antes de qualquer coisa, precisamos resgatar a verdade de que o Eterno Deus valoriza a adoração. No chamado de Isaías, o ato de adoração dos serafins retrata muito bem a dinâmica do céu: adoração e santidade. Quando a presença de Deus é real em nossa adoração, preenchemos o vazio e destruímos o verbalismo.

2.3. E quando o resultado não vêm?
A grande tragédia dessa geração do vazio é mirar no horizonte dos resultados e não vislumbrar esperança. Se o resultado não acontece, a inquietação rouba o sono. Como o mundo de hoje fabrica deuses com extrema velocidade, o medo do esquecimento leva a tentação de manipular falsos resultados. A mentira começa a governar a vida. Uma verdade precisa ser resgatada com urgência: aquilo que o Espírito Santo não quer fazer, marqueteiro nenhum pode produzir! (Gl 6.7).

 SUBSÍDIO DIDÁTICO
Se julgarmos nossa adoração pelos resultados exteriores, estaremos condicionados à multidão e ela sempre é perigosa. Não é o que os outros sentem quando eu adoro que me legitima como adorador, mas sim, o que eu sei que Deus operou em mim quando abracei o privilégio de estar em Sua Presença Santa.

3. A escravização do verbalismo.
Muitos são os que ainda carregam a síndrome da mulher samaritana: “Jerusalém ou Gerizim?” (Jo 4.20) Mais do que lugares, geografias demarcadas, era um jeito estabelecido de adorar – o império do tecnicismo.

3.1. A problemática gospel.
Existe hoje uma “cultura gospel”. Um movimento musical, o gospel, explodiu na última década do século XX entre os evangélicos e deu forma a um modo de vida configurado pela tríade: música, consumo e entretenimento. O problema dessa “cultura gospel” é que seu discurso é profundamente distante de sua prática. O verbalismo afirma Deus como Senhor, mas a prática cultua deuses descartáveis do orgulho e da fama.

SUBSÍDIO DIDÁTICO
A partir da segunda metade da década de 80, uma influência vinda do Atlântico Norte chegou com tanta força e fúria que, em vez de enriquecer e ampliar horizontes musicais brasileiros, ditou formas e tons para os artistas da terra. Era o movimento gospel. Desde então, tudo se tornou gospel. A maioria dos músicos mudou de som e de proposta. Os poucos que resistiram bravios perderam seu espaço. Outros foram cantar noutros quintais.

3.2. Muita criatividade, pouco bom senso.
O conceito de profecia foi banalizado. Tudo hoje virou “profético”. Não contente com o vocábulo “profético” criam-se objetos proféticos, numa espécie de animismo eclesiástico: é óleo ungido, vara do poder, corredor do fogo, mãos ungidas, etc. A lista é longa, curiosa e desesperadamente “profética”. São nossas “Jerusalém e Gerizim”. Geografias ocultando corações. Criatividade duvidosa suprimindo o bom senso. Não basta termos um elaborado jargão profético, uma gramática ungida ou um dicionário de pode, mas sim, uma vida íntegra, humilde e digna diante do Senhor. Deus procura homens e mulheres de coração aberto (Jo 15.5).

SUBSÍDIO DIDÁTICO
Na passagem bíblica de Mateus 7.21, Jesus afirma: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus”. Jesus não se deixa impressionar pela articulação teológica da nossa fala, mas pela submissão de nosso ego à Sua vontade. Verbalismos como “Senhor, Senhor!” podem ser apenas fugas semânticas de uma realidade interior destruída.

3.3. A tentação da sofisticação.
A preocupação com o sofisticado leva essa geração à fuga da simplicidade. Cantar que Jesus é bom e salva o pecador é considerado retrógrado, passado, sem impacto. É preciso florear, carregar no apelo do marketing. É preciso “dar um trato” em Jesus. Essa crise é tão forte que tem aprisionado muitas almas. Muitos, em nome dessa sofisticação, alimentam a teatralização da própria existência. É gente que não suporta quando o culto termina no domingo à noite, pois sabe que o monstro da segunda-feira virá. Esse vazio machuca muitos “adoradores”.
SUBSÍDIO DIDÁTICO 
Infelizmente, muitos acordam com gosto de cinzas nas segundas-feiras da vida. Aprendamos com o exemplo do nosso Senhor Jesus Cristo, que não se deixou seduzir pela sofisticação do Império Romano, nem pelo verbalismo da filosofia grega, muito menos pela imponência egípcia. Seu coração estava na companhia de doze homens extraordinariamente simples, mas livres para viver ao Seu lado.

Conclusão
Estamos na era das ilusões. Para que não sejamos levados por essa forte correnteza, carecemos de bases sólidas, firmes na rocha, um trabalho de estruturação genuíno e fiel. Que o Agricultor por excelência tenha liberdade para nos podar, para que nossa adoração gere frutos de eternidade.

                                                           Comentado pelo Prof. Éder Tomé                                                          

Prezado professor, o comentário desta lição está muito bom e esclarecedor, não quero ser repetitivo, só quero alinhar os principais pontos que seria interessante refletir com a sua classe. Nesta lição vamos ter que abordar com clareza para os alunos algumas colocações do nosso comentarista que para muitos será abordada pela primeira vez em uma Escola Bíblica Dominical. Nosso comentarista escreveu sobre “Crise do Vazio”, “Crise do Esvaziamento”, “Adoração Vazia”, “Vazio Existencial”, “Movimentos de Adoração”, “Cultura Gospel”,  você sabe o que significa tudo isso ?
Se você sabe, parabéns, eu confesso que tive de pesquisar sobre alguns destes termos para entender melhor esta maravilhosa lição. Vamos lá ? Bom Estudo.

VAZIO EXISTENCIAL
Grande parte das pessoas vive em busca de um sentido para sua vida, estão vivendo amarguradas, frustradas, ressentidas, incertas do futuro, saturadas. Isto faz com que elas procurem buscar algo mais, buscar uma solução para este conflito. Podemos dizer que tais pessoas que assim vivem, estão vivendo um “Vazio Existencial”, ou seja, estão procurando um “sentido” para a vida, e isso é resultado de uma vida dissociada de Deus.

CRISE DO VAZIO
A “Crise do Vazio” ou “Crise do Esvaziamento” mencionada pelo comentarista, é a marca que está  impregnada na maioria da pessoas, inclusive na vida de muitos que se dizem “evangélicos”. Como pode pessoas supostamente “evangélicas” viverem em um “Vazio Existencial” ou viverem na busca pelo “sentido da vida”? Infelizmente muitos vivem sofrendo secretamente este vazio dentro das igrejas.

ADORAÇÃO NO VAZIO
Aponta para os cristãos que vivem dentro das igrejas mascarando sua busca incessante pelo sentido da vida, pela certeza, pelo contentamento (quando não estamos contentes com o que já temos, dificilmente seremos gratos a Deus).
E nesse dilema todo, temos “adoradores” vazios e sem vida dentro das igrejas, aqueles que adoram a Deus com os lábios, com a aparência, todavia, estando longe de Deus.

OS ÍMPIOS - COMPENSANDO O VAZIO
As pessoas do mundo vivem em um “Vazio Existencial” em todo tempo, até mesmo aqueles que são bem sucedidos, endinheirados, realizados em todas as áreas da vida, quase sempre, indagam a si mesmo: “Tenho tudo, mas sinto um vazio no meu interior, ainda falta algo para ser totalmente feliz e não sei o que é”.
Vivemos em uma época em que ser feliz é uma obrigação, ou seja, você tem que ser feliz o tempo todo e demonstrar isso para a sociedade, caso contrário, se demonstrar sinal de tristeza, será uma pessoa indesejada e vista como uma pessoa fracassada.
Já dizia o escritor francês Pascal Bruckner, (autor do livro A Euforia Perpétua) da seguinte forma: “A depressão é o mal de uma sociedade que decidiu ser feliz a todo preço”. Não é atoa que a depressão se tornou a doença do século.
Os ímpios são pessoas ansiosas em busca infinita da causa de ser feliz. Preenche o vazio que falta com os entretenimentos da vida, viagens, comida e bebida, ostentações, em busca de glórias e reconhecimentos. Bem sabemos que somente Jesus Cristo pode preencher este vazio.

OS CRISTÃOS – COMPENSANDO O VAZIO
Bem sabemos que somente Jesus Cristo pode preencher este vazio, dando sentido e contentamento a nossa vida. Todavia, já vimos que existem cristãos que reconheceram Jesus Cristo como Salvador mas vivem na contra mão, infelizes, sem contentamento, vivendo na depressão e o pior, não vendo um sentido para a vida.
Sabe porque existem pessoas assim nas igrejas ? Porque essas pessoas de fato nunca tiveram um encontro real com Jesus Cristo.
Os cristãos vazios na igreja também tem necessidade de preencher o vazio que falta em suas vidas assim como os ímpios, sendo assim, compensa este vazio trabalhando com a emoção, santificando o ridículo, fazendo promoção de modismos e invencionices (pessoas imitando bichos, rolando pelo chão, desmaiados, em êxtase total, dançando, pulando, rodopiando, praticando a dança extravagante).
Bem colocou o comentarista: São pessoas que não suportam o silencio (Deus fala num pregação silenciosa também sabia?) , são pessoas que não conseguem ficar sentadas para ouvir a palavra de Deus,  estão viciadas no pula-pula, na suposta adrenalina “espiritual”,  que coisa terrível não é mesmo?

Vídeos de Exemplos  - Cristãos compensando o Vazio
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MOVIMENTOS DA ADORAÇÃO
Salmos 150 diz “LOUVAI ao SENHOR. Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder. Louvai-o pelos seus atos poderosos; louvai-o conforme a excelência da sua grandeza. Louvai-o com o som de trombeta; louvai-o com o saltério e a harpa. Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos. Louvai-o com os címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes. Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. Louvai ao SENHOR.
Baseado neste Salmos, os defensores do chamado “Movimentos da Adoração” afirma que o culto é uma grande festa de celebração, louvor e adoração a Deus e que devemos louvar e adorar a Deus nas Igrejas ao sons de instrumentos e danças.
Por anos a igreja louvava a Deus sem as danças e coreografias, o “Movimentos da Adoração” defende o uso do nosso corpo no louvor, a dança e as coreografias é tido por adeptos deste movimento como um poderoso ato profético, cujos gestos e expressões de louvor tem poder de evangelizar, curar, libertar.

Vídeos de Exemplos de Movimentos da Adoração
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CULTURA GOSPEL
Movimento que Surgiu no Brasil entre 1990 a 1999, que trouxe algumas mudanças na música cristã brasileira no que tange a composição, instrumentação, produção musical, lançamento, gravação. Nesta época a “música evangélica” passou a ser “música gospel”. O termo “gospel” ganhou muita força refletido até os dias atuais. A música cristã passou a ganhar novos estilos musicais (como o rock por exemplo), foi onde surgiu as bandas (banda Rebanhão, banda Katsbarnea, Banda oficina G3, etc).
Em meados do ano 2000, este movimento chegou ao fim, dando lugar a novos artistas e novas propostas, como o controverso “Louvor e Adoração”, a quem aponte para esta nova proposta a falta de qualidade, criatividade na instrumentação e letras, idolatria a artistas e apologia ao neopentecostalismo.
Todavia, hoje qualquer música cristã é considerada cultura gospel. Em 2012, foi assinado a Lei 2158 reconhecendo a musica gospel como manifestação cultural para fins de recebimento de benefícios pela Lei Rouanet.  A música gospel passa a ser pop e atraente para o mercado (até canais de tv secular como a Globo passou a investir neste mercado levando a música gospel para sua grade de programação). Desta forma a música gospel passa a ser mais cobrada, profissionalizada e levada com seriedade pelas gravadoras, produtores e artistas.
Devemos orar pelo fim da cultura Gospel, dos cantores Gospel e deste mercado Gospel. Voltemos ao Evangelho Verdadeiro, que acabe o Show e que Deus seja cultuado conforme é merecedor.


Dois Vídeos de Exemplos da Cultura Gospel (Anos 90)
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ESTAMOS VIVENDO A ÈPOCA DO MOVIMENTO "LOUVOR E ADORAÇÃO"
Conforme mencionei acima, as Igrejas estão vivendo a proposta do movimento "Louvor e Adoração". Sou testemunha viva deste movimento, os cultos da minha igreja reserva no mínimo 30 minutos para o "Louvor e Adoração", os cantores avulsos que cantavam musicas congregacionais foram descartados e sumiram, agora a moda é outra. 
Durante o momento do "Louvor e Adoração" a Igreja é colocada de pé; Fazendo uso de um projetor, os músicos se encarregam de ditar o ritmo da letra projetada, as vezes com o acompanhamento de um grupo de coreografia. 
O que acontece durante os 30 minutos do "Louvor e Adoração" fala por si só, vejamos:
a) Nem todas as pessoas ficam de pé conforme a orientação, dá a impressão de que as pessoas acham este momento um tanto cansativo e improdutivo, visto que algumas ficam em pé e depois sentam.
b) Nem todas as pessoas acompanham as letras que estão sendo entoadas.
c) Sem generalizar, algumas letras das musicas do movimento "Louvor e Adoração" possui palavras bonitas, porém parecem palavras vazias, sem espiritualidade.
Faz tempo que as igrejas AD está tentando adaptar-se a este novo movimento e não acho que tenha conseguido ter êxito nesta tarefa. Sinceramente parece que o movimento "Louvor e Adoração" não se encaixa na liturgia centenária das Assembleias de Deus. 

           
O MUNDO DAS CELEBRIDADES GOSPEL
São poucos os cantores evangélicos da nossa atualidade que não estão preocupados em virar uma celebridade gospel, grande parte dos cantores cantam musicas com letras que vai gerar lucro, são musicas feitas para o mercado (e não para adoração a Deus), musicas para agradar o publico alvo e fazer alavancar a carreira e reconhecimento da mídia.
Alguns quando estão esquecidos no meio gospel, se torna pivô em algum fato para virar notícia e não cair no esquecimento, seria o fim viver sem ser ovacionado.
Milhares de Jovens tem aderido as musicas do movimento “Louvor e Adoração”. Milhares de jovens tem ido aos shows de “Louvor e Adoração” da Ana Paula Valadão não para adorar a Deus, mas para adorá-la, ela virou uma celebridade gospel e é venerada por estes jovens.



APIMENTANDO O ASSUNTO: ADORAÇÃO EXTRAVANGANTE

Vídeo de Jackson Jacques. Você Concorda ?
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Não deixe de ver este vídeo do Pr.Paulo Jr


                                                                                                                                                                           



1. Como a falta de sentido é percebida?
R: Na forma como se pretende adorar: do exagero ao sufocamento, os extremos vão fazendo a rotina da adoração do vazio (Jo 4.23-24).

2. O que é a Igreja sem Deus?
R: Acúmulo de vazio (Jo 15.6).

3. Qual a verdade que precisa ser resgatada com urgência?
R: Aquilo que o Espírito Santo não quer fazer, marqueteiro nenhum pode produzir! (Gl 6.7).

4. O que muitos ainda carregam?
R: A síndrome da mulher samaritana: “Jerusalém ou Gerizim?” (Jo 4.20).

5. O que Deus procura?
R: Homens e mulheres de coração aberto (Jo 15.5).


                                                                                                                                                                           

Fonte: Revista de Escola Bíblica Dominical, Betel, Adoração e Louvor, A excelência e o propósito de uma vida inteiramente dedicada a Deus, Jovens e Adultos, edição do professor, 4º trimestre de 2016, ano 26, Nº 101.

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